Central de Relacionamento: 3004-2016 de segunda a sábado, 8h às 21h (GMT -3). Fale conosco pelo Chat, E-mail ou Whatsac.
#SouVoluntário
#SouVoluntário

Voluntários

Conheça as histórias inspiradoras e saiba tudo o que está rolando.

Partnership

Rio 2016 and LATAM give 15% discount for volunteers on the Games

The countdown to the world’s largest sports event has already begun and the activities of volunteers are fundamental to guarantee that everything is unforgettable. With this in min...
The countdown to the world’s largest sports event has already begun and the activities of volunteers are fundamental to guarantee that everything is unforgettable. With this in mind, Rio 2016 and LATAM have been running a partnership since November to ensure that volunteers from Brazil and across the world can obtain special airfares. Until 30 September, Brazilians and foreigners approved to volunteer at the Olympic and Paralympic Games are entitled to a 15% discount on the airline’s flights to Rio de Janeiro. For people who will be volunteering in a football city, the deadline for purchases is 24 August. To make sure you benefit from this promotion, it is important to pay attention to the discount codes, which are different for volunteers on Brazilian and foreign soil, and which are informed via the Volunteer Portal or Relationship Centre. There will be more than 50,000 volunteers from throughout Brazil and from at least 156 countries coming to South America’s first Olympic and Paralympic Games. Volunteers: please look at the information below when you buy your discounted LATAM airline ticket: - The 15% discount on airfares is only valid for LATAM aircraft. (Partner airlines are not part of this promotion.) - If you are in Brazil (domestic flights), go to the Volunteer Portal and confirm the code before finalising your purchase. - Volunteers who live outside Brazil will receive a code in line with their registration number, which is only valid for one purchase (single or return ticket). To request your code, contact our Relationship Centre (+55 21 3004 2016), use our online chat service, or send us an email. - Tickets are only valid for the person in question, and they cannot be transferred, so make sure your details are correct before making your payment. - Volunteers should check the code before making their purchase, as it is changed frequently. To see a step-by-step guide to buying a ticket and to see the promotion’s other rules, go to the “My Travel” page of the Volunteer Portal or call our Relationship Centre (3004 2016).
Facilidades

Rio 2016 e Latam dão descontos de 15% para voluntários nos Jogos

A contagem regressiva para o maior evento esportivo do mundo já começou e a atuação dos voluntários é fundamental para garantir que tudo seja inesquecível. Pensando nisso, a Rio 20...
A contagem regressiva para o maior evento esportivo do mundo já começou e a atuação dos voluntários é fundamental para garantir que tudo seja inesquecível. Pensando nisso, a Rio 2016 e a LATAM atuam, desde novembro, em uma parceria para garantir que voluntários do Brasil e do mundo consigam preços especiais em suas passagens aéreas. Até o dia 30 de setembro, voluntários brasileiros e estrangeiros aprovados que irão atuar nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, têm 15% de desconto nas tarifas de passagens de voos da companhia aérea para o Rio de Janeiro. Para quem for atuar nas cidades do futebol, o prazo para compra é até o dia 24 de agosto. Para garantir a promoção, é importante estar atento aos códigos do desconto, que diferem para voluntários em solo brasileiro e estrangeiro e são informados através do Portal do Voluntário ou pela central de relacionamento. Serão mais de 50 mil voluntários do Brasil inteiro e de, pelo menos, 156 países, que vêm para os primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos da América do Sul. Voluntário, fique atento às informações abaixo na hora de comprar sua passagem com desconto LATAM: - O desconto de 15% em tarifas na compra de passagens é válido apenas para aeronaves LATAM (companhias aéreas parceiras não fazem parte da promoção); - Se você está no Brasil (voos domésticos), acesse o portal do voluntário e confirme o código antes de fechar a compra; - O voluntário que reside no exterior receberá um código de acordo com seu número de registro, que vale apenas para uma compra (ida ou ida e volta). Entre em contato com a Central de Relacionamento (+55 21 3004-2016) ou solicite o número via chat online ou e-mail; - A passagem é nominal e intransferível, então confira se os dados estão corretos antes de efetuar o pagamento; - Os voluntários devem sempre checar o código antes de realizar a compra, pois esse código muda constantemente. Para seguir o passo-a-passo da compra e conferir outras regras da promoção, acesse o Portal do Voluntário, na página Minha Viagem ou ligue para a Central de Relacionamento (3004-2016).
Revezamento da Tocha Olímpica

Voluntária que sonha em ajudar o próximo acende a pira em Porto Velho

Caroline Esthéfany Santos, 23 anos, é estudante de Direito e sonha ser defensora pública. Seu desejo maior é ajudar quem não pode arcar com serviços de advocacia. Em 2016, ela já ...
Caroline Esthéfany Santos, 23 anos, é estudante de Direito e sonha ser defensora pública. Seu desejo maior é ajudar quem não pode arcar com serviços de advocacia. Em 2016, ela já sabia que seria um ano marcante em sua vida, já que ela será voluntária dos Jogos Rio 2016 e terá o prazer de ajudar e realizar. A noite de 22 de junho, porém, proporcionou a ela uma experiência única. A roraimense não só conduziu a Tocha Olímpica Rio 2016 como acendeu a pira ao final da celebração do Revezamento, em Porto Velho, sua terra-natal. Um aquecimento mais do que especial para quem virá ao Rio de Janeiro para atuar no Atendimento ao Público na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra, apoiando justamente nas competições de seu esporte favorito: o basquete. “Faria qualquer coisa para participar dos Jogos. É histórico. Vou ganhar muitas amizades, saber como funcionam os bastidores, conhecer muitas pessoas. Talvez eu pratique meu inglês e é bom para o meu currículo. E vou ajudar as pessoas, orientá-las sobre assentos, dar informações. Vai ser muito gratificante para mim”, conta a estudante. Caroline conseguiu participar do comboio em Porto Velho depois de ser selecionada em um concurso em que os candidatos precisavam postar um vídeo com referência à Tocha Olímpica. Os autores dos vídeos mais votados de cada estado e do Distrito Federal ganharam o direito de ser incluído no Revezamento. Outros 26 voluntários já representaram ou ainda vão representar os seus respectivos Estados. “Minha mãe fez uma tocha de papelão, com chama e tudo. Gravei o material pedindo muitas views para poder participar desse momento histórico. Foi bem simples”, lembra. A jovem nasceu e cresceu em Porto Velho. Orgulhosa da sua origem, ela diz que gosta de mostrar a realidade do estado para quem é de fora. “Rondônia tem fama de dar oportunidades para as pessoas. Muita gente de outros lugares do Brasil veio para cá. É uma terra muito acolhedora. Todas as pessoas que passaram por mim e foram embora sentem saudade de Porto Velho por causa desse calor. O principal daqui são as amizades que as pessoas fazem”, afirma.
Meu Lugar no Rio

Arquidiocese do Rio abre os braços para voluntários dos Jogos

A arquidiocese do Rio de Janeiro firmou nesta segunda-feira, 13, uma parceria com o Rio 2016 para dar apoio ao programa Meu Lugar no Rio, plataforma colaborativa que tem como objet...
A arquidiocese do Rio de Janeiro firmou nesta segunda-feira, 13, uma parceria com o Rio 2016 para dar apoio ao programa Meu Lugar no Rio, plataforma colaborativa que tem como objetivo facilitar a busca de hospedagem aos voluntários que atuarão nos primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos da América do Sul. Com a expertise demonstrada durante a Jornada Mundial da Juventude, realizada em 2013 e que teve mais de 80 mil peregrinos hospedados em casas de família, a arquidiocese vê no Rio 2016 uma oportunidade de acolhimento a pessoas que vêm à cidade para ser parte fundamental na organização do maior esportivo do mundo. “Quem vier ao Rio vai ser muito importante para os Jogos, até porque o Rio é um lugar acolhedor, como foi demonstrado na Jornada Mundial da Juventude. Os eventos são diferentes, mas vale o mesmo espírito, a importância de acolher alguém”, disse o cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, minutos antes de celebrar a concorrida missa de Santo Antônio, no convento localizado no Largo da Carioca. O Meu Lugar no Rio é uma plataforma colaborativa online produzida pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 que possibilita o encontro entre pessoas que têm um lugar à disposição para oferecer hospedagem aos voluntários que vêm à cidade para atuar durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. O funcionamento é bastante simples: moradores da região metropolitana do Rio se cadastram como candidato a anfitrião para receber um voluntário, que, por sua vez, faz o seu cadastro sinalizando que está procurando um lugar para ficar durante os Jogos. Após o cadastro é preciso apenas navegar pelo site, achar a pessoa, iniciar a conversa por email e combinar os termos da estadia. “A parceria com a arquidiocese do Rio é muito importante para facilitar o encontro com pessoas que já abriram seu coração durante a Jornada Mundial da Juventude e que agora podem, de novo, demonstrar sua solidariedade com os voluntários do Rio 2016”, declarou Flávia Fontes, gerente geral do Programa de Voluntários do Rio 2016.
Meu Lugar no Rio

Rio 2016 cria plataforma para ajudar voluntário a buscar hospedagem

O Comitê Organizador Rio 2016 está lançando o ‘Meu Lugar no Rio’, plataforma online desenvolvida para unir voluntários em busca de hospedagem e anfitriões do Rio de Janeiro que tem...
O Comitê Organizador Rio 2016 está lançando o ‘Meu Lugar no Rio’, plataforma online desenvolvida para unir voluntários em busca de hospedagem e anfitriões do Rio de Janeiro que tem um espaço a oferecer. A presença dos voluntários é fundamental para a realização do Rio 2016. Serão mais de 50 mil pessoas do Brasil inteiro e de, pelo menos, 156 países, que vêm para os primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos da América do Sul. Gente que vem ao Rio de Janeiro em busca de uma história para contar durante a vida toda. E que conta agora com uma plataforma exclusiva criada para auxiliar na procura por hospedagem na cidade durante a jornada. “Receber um voluntário é abrir as portas para quem abriu o coração para os Jogos”, diz Flávia Fontes, gerente do Programa de Voluntários Rio 2016. “Os voluntários irão se misturar a 14.850 atletas de 206 países e mais de 32 mil jornalistas. O mundo inteiro estará no Rio, e nada melhor que os moradores da cidade colaborem recebendo os voluntários mostrando toda a receptividade dos cariocas. É uma oportunidade de fazer novas amizades e de trazer os jogos para dentro de sua casa”, completou. A dinâmica de funcionamento do Meu Lugar no Rio é simples: moradores da região metropolitana do Rio se cadastram como candidato a anfitrião para receber um voluntário, que, por sua vez, faz o seu cadastro sinalizando que está procurando um lugar para ficar durante os Jogos. Após o cadastro é preciso apenas navegar pelo site, achar a pessoa, iniciar a conversa por email e combinar a estadia. A partir daí, é só contar os dias até agosto e setembro. A ideia do Comitê Rio 2016 de encontrar hospedagem para os seus voluntários tem semelhanças com a forma encontrada pela Jornada Mundial da Juventude, em 2013. Tanto que a Arquidiocese do Rio apoiou a iniciativa. "Quem vier ao Rio vai ser muito importante para os Jogos, até porque o Rio é um lugar acolhedor, como foi demonstrado na Jornada Mundial da Juventude. Os eventos são diferentes, mas vale o mesmo espírito, a importância de acolher alguém", declarou Dom Orani Tempesta, cardeal arcebispo do Rio.
Força de trabalho

Primeira instalação do Rio 2016 já tem voluntários prontinhos para atuar

Muita gente pode não saber, mas já tem voluntário com as mangas arregaçadas e a energia a mil prontos para o que vem por aí nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Um bom exem...
Muita gente pode não saber, mas já tem voluntário com as mangas arregaçadas e a energia a mil prontos para o que vem por aí nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Um bom exemplo é o que está acontecendo na Cidade do Samba, que nos próximos dias abrirá alas para o funcionamento do Centro de Credenciamento e Uniforme (UAC), a primeira instalação Olímpica e Paralímpica a entrar oficialmente em ação. Os voluntários da instalação, porém, já começaram a viver as surpresas desta nova experiência. Uma série de treinamentos vêm sendo realizados para deixar preparados todos os cerca de 600 voluntários que atuarão atendendo uma massa de voluntários, funcionários, terceirizados e oficiais de arbitragem que irão até a Cidade do Samba, na zona portuária do Rio, para a retirada de um total de 295 mil credenciais e 86.300 uniformes. A instalação funcionará até o final dos Jogos Paralímpicos, em setembro. Na primeira parte do treinamento, em uma palestra para toda a Força de Trabalho envolvida na instalação – voluntários, funcionários, representantes de segurança, sustentabilidade e diversidade e inclusão detalharam a operação de cada área. Depois, a Força de Trabalho passeou entre os setores de credenciamento e uniforme e participou treinamentos específicos de cada área. “Foi o primeiro treinamento dos Jogos e por isso foi muito emocionante. Estávamos com uma expectativa muito grande pois investimos muito esforço para planejar e montar esse quebra-cabeça. A sensação que fica é de sucesso e que estamos com uma Força de Trabalho bem treinada e engajada”, afirma a gerente de operações da Força de Trabalho do UAC, Amanda Almeida, que contou com uma surpresa para motivar os cerca de 60 voluntários que participaram da primeira turma. Gerente de Competição e lenda do voleibol, Giovane Gávio apareceu de surpresa no UAC e fez questão de passar uma mensagem motivacional para a Força de Trabalho. “Estou na minha quinta participação em Jogos Olímpicos e essa é a mais difícil. Antes era só chegar e jogar. Mas temos muita gente boa e comprometida no nosso time, trabalhando duro para entregar Jogos memoráveis. Estou com inveja, pois para vocês os Jogos começam agora”, disse o bicampeão Olímpico. Giovane tem razão. Os voluntários não escondiam a excitação pela proximidade dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. E não vêm a hora de atuar de fato, entregando credenciais e uniformes e ajudando para valer na realização do maior evento esportivo do mundo, realizado pela primeira vez na história na América do Sul. “Estou super animada em ser voluntária e ansiosa para começar. Vai bom para me ocupar e conhecer muitas pessoas. Aqui pelo treinamento já deu para ver que vai ser um ambiente de muita troca. O que mais gostei foi da diversidade de pessoas: tem gente todas as idades e perfis”, diz Ana Lúcia Macedo, 57 anos, bancária aposentada, e que atuará como voluntária na operação de distribuição de uniformes.
Processo seletivo

Fim de entrevistas reforça engajamento dos voluntários Rio 2016

Foram pouco mais de 13 meses. E após quase 45 mil candidatos comparecerem aos 15 centros de seleção espalhados pelo Brasil desde março de 2015, o Programa de Voluntários dos Jogos ...
Foram pouco mais de 13 meses. E após quase 45 mil candidatos comparecerem aos 15 centros de seleção espalhados pelo Brasil desde março de 2015, o Programa de Voluntários dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 encerrou no dia 30 de abril a realização das entrevistas presenciais e online do processo seletivo. No total, mais de 80 mil candidatos foram entrevistados, incluindo quem finalizou o processo pelo atendimento online e não passou pelos centros de Rio (Barra e Presidente Vargas), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Manaus, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Vitória. “O processo seletivo foi rico no envolvimento e no engajamento de gente do Brasil inteiro. Um grupo diverso alinhado aos valores de energia contagiante e compromisso com a entrega de um evento como o Rio 2016”, avalia Flávia Fontes, gerente do Programa de Voluntários dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Parceira do Rio 2016 na seleção e formação dos candidatos e dos voluntários dos Jogos, a Estácio seguiu recebendo em seu campus da Av. Presidente Vargas (centro do Rio) até o último sábado os candidatos que haviam feito a inscrição no Programa de Voluntários, mas que ainda não haviam realizado a entrevista, que na verdade era um processo mais detalhado, incluindo a realização de dinâmicas de grupo, tour interativo e acesso a conteúdos específicos. Uma experiência que empolgou Ridan Ramos de Almeida, encarregado de expedição de 27 anos que ainda não havia encontrado tempo em sua agenda para finalizar seu processo seletivo antes do último dia do prazo. “Eu estava com outros compromissos e acabei deixando para os últimos dias. Mas fiquei empolgado quando vi que o prazo estava acabando. E achei legal a recepção de quem comandava a seleção, uma gente finíssima que passou muita informação interessante”, comemorou Almeida, que também cursa faculdade de Educação Física, mora em Belford Roxo e já atuou como voluntário na organização da Taça das Favelas, importante competição de futebol amador do Rio. O candidato também se surpreendeu com a diversidade que a seleção realizada pelo Rio 2016 envolveu. “Achei interessante encontrar pessoas de vários lugares. Mineiro, paulista, carioca, sou da Baixada, tinha gente de Laranjeiras, Tijuca. Uma mescla de pessoas interligadas em prol dos Jogos”. A diversidade se prova em números. Só o centro de formação da Estácio na Av. Presidente Vargas recebeu mais de 17 mil pessoas. Desse universo, a maioria dos candidatos era de mulheres (57%) e pessoas entre 26 e 45 anos (38%). O grupo de estudantes que ainda cursam o ensino superior representou 34% dos candidatos. Os últimos candidatos entrevistados seguem com chance de atuar como voluntários do Rio 2016. Já quem finalizou o processo seletivo com antecedência e já recebeu a confirmação de participação – enviado a partir de novembro de 2015 -, já recebeu ou ainda vai receber a carta-convite confirmando a área funcional, cargo e instalação para qual foi selecionado.
Conheça os 27

Saiba por onde os voluntários vão conduzir a Tocha

Chegou a sua hora, voluntário! O que se via só pela TV agora vai ser realidade para 27 privilegiados que fazem parte de um grupo de 12 mil pessoas que conduzir a Tocha dos Jogos Ol...
Chegou a sua hora, voluntário! O que se via só pela TV agora vai ser realidade para 27 privilegiados que fazem parte de um grupo de 12 mil pessoas que conduzir a Tocha dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Após percorrer 2.235 km pela Grécia e ter uma escala prevista na Suíça, a Tocha desembarca no Brasil em 3 de maio para iniciar uma saga que irá cruzar os 26 Estados do país mais o Distrito Federal, passando por mais de 300 cidades e terminando o seu percurso no dia 5 de agosto, no Maracanã, palco da abertura dos Jogos Olímpicos. O Comitê Organizador Rio 2016 escolheu pessoas que fazem a diferença nos quatro cantos do país. Uma seleção de pessoas que fazem o bem, fazem esporte, fazem história, fazem arte fazem parte, fazem a diferença e fazem acontecer. E, como não poderia ser diferente, os voluntários fazem parte dessa história. Os 27 voluntários que conquistaram o direito de conduzir a Tocha venceram concurso realizado no final de 2015, que consistia em mandar um vídeo que mostrasse a empolgação e o sonho de participar ativamente do maior evento esportivo do mundo. Agora, cada um deles conduzirá o símbolo máximo dos Jogos Olímpicos por uma cidade de seu Estado de origem. Ajudando a levar para todos os cantos do Brasil a energia contagiante que faz parte da alma do voluntário que atuará nos Jogos. Veja no vídeo abaixo em quais cidades brasileiras os 27 voluntários já condurizam ou ainda conduzirão a Tocha.
Anote na agenda!

Escala de atuação chega para ajudar voluntário a se programar

A sucessão de processos importantes para quem vai atuar como voluntário no Rio 2016 avança sem parar. Depois da aprovação de milhares de candidatos, e do envio das cartas-convite (...
A sucessão de processos importantes para quem vai atuar como voluntário no Rio 2016 avança sem parar. Depois da aprovação de milhares de candidatos, e do envio das cartas-convite (que ainda continuam sendo enviadas gradualmente), uma boa parte dos voluntários já está recebendo a escala de trabalho detalhada para poder se programar antes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que acontecem a partir de agosto. Munido da informação de qual área funcional, cargo e instalação para qual foi selecionado, o voluntário que aceitou as opções oferecidas pelo Comitê Organizador do Jogos Rio 2016 na carta-convite agora vai saber exatamente quais os dias e horários ele irá atuar, o que vai ajuda-lo para programar situações práticas como folgas, férias e busca por passagem aérea e hospedagem (no caso de quem é de fora do Rio de Janeiro ou das cidades que receberão as partidas de futebol dos Jogos). Os voluntários que irão atuar no Centro de Uniformes e Credenciamento (UAC, na sigla em inglês) foram os primeiros a receber a escala de trabalho. Localizado na Cidade do Samba, na zona portuária do Rio, a instalação estará funcionando a partir de maio. E seguirá em operação até o fim dos Jogos Paralímpicos, em setembro. Por isso já é importante avaliar com atenção e antecedência as datas e horários de sua jornada. Uma série de instalações não-esportivas começa a operar bem antes dos jogos, com cronograma gradativo que vai de maio a julho. São aeroportos, hotéis, acomodações para equipamentos e atletas e espaços para a imprensa, por exemplo. E são os voluntários de instalações que vão funcionar antes mesmo do início dos Jogos que primeiro começam a receber suas escalas de atuação. Os voluntários que ainda não receberem suas escalas não precisam se preocupar. Elas estão sendo enviadas gradualmente, de acordo com a demanda de cada uma das áreas funcionais do Programa de Voluntários (Apoio Operacional, Atendimento ao Público, Comunicação e Imprensa, Esportes, Protocolo e Idiomas, Serviços Médicos, Tecnologia e Transporte). Os candidatos que ainda não foram aprovados nem receberam a carta-convite ou a escala de trabalho devem aguardar. E verificar se o seu processo seletivo foi devidamente realizado. Dia 30 de abril era a data-limite para a realização das entrevistas obrigatórias dos candidatos do Programa de Voluntários.
Treinamentos

Profissionais da saúde se preparam para atuar como voluntários

Profissionais da área de saúde também sonham com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. E se preparam de acordo com a expectativa que os eventos despertam em qualquer um envolvido na s...
Profissionais da área de saúde também sonham com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. E se preparam de acordo com a expectativa que os eventos despertam em qualquer um envolvido na sua organização e realização. Para isso, médicos das mais diversas áreas, fisioterapeutas e enfermeiros já estão realizando os treinamentos específicos necessários para atuarem como voluntários do Rio 2016. Lançado no fim de março, o programa de treinamento do Rio 2016, idealizado pelo Comitê Organizador em parceria com a Estácio, inclui atividades online e presenciais. São aulas que, somadas, ultrapassam 1,35 milhão de horas e abordam tudo o que envolve uma edição dos Jogos: a história, os valores de diversidade e inclusão que envolvem um evento que reunirá atletas de 206 países, os padrões de excelência em serviços que serão realizados e informações referentes às instalações onde cada voluntário irá atuar. Além, é claro, do detalhamento das mais de 500 funções que serão executadas pelos voluntários durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. E é aí que entra a importância de um treinamento como o oferecido pela área de Serviços Médicos, que terá aproximadamente 4 mil pessoas atuando. “Cada área de formação receberá um conteúdo específico, diretamente relacionado às suas atribuições como voluntário durante as competições”, conta Adriano Valadão Flores, gerente de Força de Trabalho em Serviços Médicos, área que contará também com dentistas, massoterapeutas, técnicos de enfermagem e radiologia, farmacêuticos, entre outros especialistas que atuarão como voluntários. “Quando soube das Olimpíadas logo procurei uma possibilidade de fazer parte. A gente tem recebido alguns treinamentos online, de coisas mais conceituais. Aliás, o material, tanto na área de idiomas quanto da parte dos Jogos é de altíssima qualidade. Fiquei impressionado”, diz Julio Mário Amaral, que está terminando o curso de medicina no Rio de Janeiro e, como voluntário, quer ganhar uma experiência que pode ser útil na carreira de medicina esportiva e trauma.   E o entusiasmo não diminuiu na hora das atividades práticas. Segundo Amaral, elas trouxeram muitas informações novas. “Um exemplo são as regras a serem obedecidas para não interferir na disputa. São coisas que a gente não está acostumado a ver no dia a dia nas clínicas e hospitais". O fisioterapeuta Gustavo Toledo, de São Paulo, trabalha com atletas da equipe brasileira da ginástica artística. “Sempre tive vontade de participar dos Jogos Olímpicos, ainda mais por estar sempre próximo dos atletas”. Mesmo com a intimidade com o dia a dia da prática esportiva, o voluntário avalia que os treinamentos foram importantes para aprender a trabalhar a sintonia entre profissionais de diversas áreas do setor de saúde e lidar com traumas mais graves. “Agrega pela quantidade de coisas que podem acontecer as quais a gente não tem controle e tem de estar preparado para poder ajudar no momento necessário".
Preparados

Voluntários e funcionários já estão treinando para os Jogos

Os exercícios são bem diferentes do que os atletas estão acostumados, mas o espírito é o mesmo: estar pronto para uma performance de primeira para fazer um papel bonito nos Jogos O...
Os exercícios são bem diferentes do que os atletas estão acostumados, mas o espírito é o mesmo: estar pronto para uma performance de primeira para fazer um papel bonito nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Porque acaba de entrar no ar o programa de treinamentos para voluntários, funcionários contratados e terceirizados que atuarão na primeira edição dos Jogos realizada na América do Sul. Um programa gigantesco e pioneiro: serão mais de 140 mil pessoas treinadas por 120 professores, em mais de 1,1 mil sessões de treinamento em 105 locais diferentes, gerando mais de 1,35 milhão de horas de informações que vão desde a história dos Jogos, até os serviços executados em cargos e instalações específicos. E, além de todo cronograma de atividades presenciais, a Rio 2016 será a primeira edição dos Jogos a ter desenvolvido uma plataforma de treinamento online para a formação de quem vai atuar na realização do maior evento esportivo do mundo. As aulas online são apresentadas pelos atores Bernardo Dugin e Luana Genot (foto acima). A Estácio é parceira do Rio 2016 na capacitação de voluntários e profissionais que atuarão nos Jogos. O programa tem como seu primeiro módulo o treinamento batizado de Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, e já está à disposição para os voluntários com acesso ao portal de treinamento. O início das atividades presenciais começa já em 2 de abril. A história e os valores que envolvem uma Olimpíada fazem parte da orientação que servirá de alicerce para os demais módulos que se seguirão. Excelência em serviços, liderança e o detalhamento de como funcionará determinado cargo e instalação (esportiva ou não-esportiva) completam a estrutura de treinamento a que voluntários e funcionários serão submetidos a partir de agora até o final dos Jogos Paralímpicos, em setembro. Todas as áreas funcionais que fazem parte do Programa de Voluntários Rio 2016 (Apoio Operacional, Atendimento ao Público, Esportes, Protocolo e Idiomas, Imprensa e Comunicação, Serviços Médicos, Tecnologia e Transportes) terão seus cursos específicos de formação de voluntários, com aulas online e presenciais. O calendário de cada uma delas será enviado aos seus respectivos voluntários de acordo com o cronograma de cada uma das áreas. Assim como irá acontecer com as quase cem instalações esportivas e não-esportivas envolvidas na realização dos Jogos que contarão com a presença de voluntários e funcionários contratados e terceirizados. Todas elas serão esmiuçadas em detalhes em treinamentos presenciais. Um projeto inovador e que visa dar a atletas, espectadores, jornalistas e a todos que virão ao Jogos uma entrega com energia, eficiência e dedicação de todos envolvidos na realização do Rio 2016. 
Ainda dá tempo!

Motoristas voluntários vão transportar os 'medalhões' do Rio 2016

Fazer parte da história dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos ainda está ao seu alcance. Tudo porque quem se voluntaria para conduzir os carros oficiais dos Jogos tem a oportunid...
Fazer parte da história dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos ainda está ao seu alcance. Tudo porque quem se voluntaria para conduzir os carros oficiais dos Jogos tem a oportunidade de estar ao lado personalidades marcantes, além de chefes de missão e dirigentes dos 206 países que participam dos Jogos.  Uma experiência a bordo de carros novinhos fornecidos pelo patrocinador oficial da Rio 2016 que cruzarão a cidade por faixas exclusivas para os carros credenciados. Uma via expressa para o vaivém entre aeroportos, hotéis e as instalações olímpicas. E tudo isso ainda pode fazer parte de sua história. Mesmo quem ainda não participou do Programa de Voluntários tem até o fim de abril para fazer sua inscrição e entrevista. Aí é só aguardar a aprovação e o envio da carta convite. 
Bom e barato

Web e solidariedade: bons caminhos para achar hospedagem

O ato de colaborar move os voluntários. A dedicação ao próximo, a energia sem fim e o sorriso no rosto são as marcas de quem faz o bem por uma causa pessoal, uma escolha que indepe...
O ato de colaborar move os voluntários. A dedicação ao próximo, a energia sem fim e o sorriso no rosto são as marcas de quem faz o bem por uma causa pessoal, uma escolha que independe de receber por isso. Ações que, muito antes do início dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, já são demonstradas por quem vem ao Rio para os Jogos. Um monte de gente, por exemplo, já faz o trabalho de formiguinha para ajudar quem vem de fora da cidade para trabalhar durante agosto e setembro. Um batalhão silencioso que procura hospedagem acessível e mais barata para os colegas voluntários. Porque procurar um espaço para passar os dias necessários para se trabalhar como voluntário no Rio de Janeiro é uma missão que não é tão simples. E é aí que entra no circuito alguém como Bruno Lima, potiguar de 31 anos que já está garantido como voluntário que atuará na área de protocolo e idiomas. Um dos mais ativos membros do grupo de voluntários no Facebook, o engenheiro eletricista de Natal que eventualmente vem ao Rio a trabalho percebeu que seria necessário unir forças para que quem venha aos Jogos tenha um lugar. E começou a acionar os colegas da rede social em busca de apartamentos, quartos e hostels. “A preocupação ficou mais urgente quando chegou o email de confirmação dos 50 mil aprovados. Aí bateu. A gente sabe que o Rio é uma cidade cara, e pela minha experiência de ida ao Rio já tinha ideia de custo de hotel e pousada. Aí veio opção de alugar casa pelo Airbnb para diluir custo entre um monte de gente. Juntei a galera, umas 15, 20 pessoas e começamos a formar novos grupos”, diz Lima. A busca de Bruno logo deu resultado. Procurando pela página do Airbnb, ele chegou a um apartamento em Copacabana, disponível para dividir com outros cinco colegas. A diária por pessoa não sairá por mais de R$ 60. “Quanto mais tarde você for procurar menos apartamentos com preços bons estarão disponíveis. Foi o que fiz e deu certo”. Opções baratas não faltam, como mostra Antônio Luis Rio Apa, 63 anos, contador aposentado dono de um apartamento de dois quartos em Niterói – e que também foi aprovado pelo Programa de Voluntários. Para facilitar as condições para os seus colegas voluntários, estipulou um valor para cobrir apenas os custos da hospedagem (roupa de cama e banho, alimentação, faxineira e energia). “E se a pessoa trouxer roupa de cama e banho, não comer em casa e não ligar o ar condicionado sai de graça”, brinca o voluntário. Apa tem experiência em compartilhar hospedagem. Velejador, muitas vezes ficou na casa de colegas de competição. E sabe que não é fácil achar um lugar bom e barato. “Vi a dificuldade dos voluntários conseguirem um apartamento, porque o Rio está muito caro, por isso decidi disponibilizar o apartamento para quem vai trabalhar nas proximidades. Mas a maioria está procurando lugar para ficar na Barra. Aqui só é indicado para quer for trabalhar em Copacabana ou no Maracanã”, alerta Apa. Um alerta, aliás, que é fundamental para quem ainda não encontrou lugar para ficar durante os Jogos: saber a distância e qual meio de transporte mais indicado para ir do local de hospedagem até um dos quatro complexos de competições – Barra, Copacabana, Deodoro e Maracanã. Ficar por dentro da rede de transportes das proximidades da instalação selecionada pelo Programa de Voluntários é outra dica de Bruno Lima no grupo de voluntários no Facebook. “Damos dicas avaliando as instalações, procurando lugares próximos ao Metrô e às conexões com o BRT”. Para quem vai atuar no Parque Olímpico da Barra, por exemplo, pode considerar na busca bairros da zona oeste, como Jacarepaguá e Campo Grande, além da própria Barra e do Recreio, por exemplo. Importante também se informar sobre a forma de chegar caso esteja partindo da zona sul, utilizando o Metrô até a futura estação Jardim Oceânico, o BRT e os ônibus que saem do Terminal Alvorada. Os voluntários alocados em Deodoro - que poderá ser acessado via trem da Supervia – não podem descartar as imediações de Bangu e bairros da zona norte, como Madureira e adjacências, região que também pode ser indicada para quem for trabalhar no Estádio Olímpico. Localizado em meio a estações de Metrô e de trem, o Maracanã tem ligação para a zona norte e fica próximo de bairros como São Cristóvão, Méier, Tijuca e Vila Isabel. Enquanto Copacabana é servida por três estações de Metrô (Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Cantagalo) e uma encorpada frota de ônibus. “O pessoal se preocupa primeiro com o preço, depois se preocupa com localização, por isso passamos informações para auxiliar na busca destacando outros pontos que devem ser considerados antes de fechar um lugar”, explica Lima.​
Inglês e português

Voluntários ganham 12 meses grátis de curso de idiomas

Os voluntários aprovados para atuar nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 já podem iniciar a segunda fase do curso de línguas oferecido pelo Comitê Organizador em parceria co...
Os voluntários aprovados para atuar nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 já podem iniciar a segunda fase do curso de línguas oferecido pelo Comitê Organizador em parceria com a EF. Na primeira fase, os candidatos que realizaram a entrevista obrigatória do processo seletivo e manifestaram o desejo de estudar inglês ganharam um curso online de 4 meses. Agora, para quem já apareceu nas listas de aprovados, está validada um novo período de estudos, de 12 meses. “Estudamos inglês na escola e depois ficamos muito tempo sem estudar. Agora, com o curso online, decidimos que vamos fazer até o fim, porque estamos evoluindo bem, estamos falando melhor”, conta Marcella Costa Soares, estudante de 27 anos, que junto a irmã – gêmea – Mariana (as duas, na foto acima), aproveitou a primeira fase do curso de inglês. Já os estrangeiros que se inscreveram no Programa de Voluntários, além de terem acesso ao curso de inglês, também podem estudar português. O candidato aprovado pelo Programa de Voluntários só deve iniciar curso de 12 meses após ter encerrado o período de 4 meses. Assim, ao final do processo, terá tido acesso a um curso completo, de 16 meses, que inclui testes e avanços de estágio. No caso de acessar o segundo módulo ainda com a primeira licença em andamento, o voluntário aprovado interromperá automaticamente a sua primeira fase de estudos. O voluntário aprovado que, eventualmente, não tenha exercido o direito de fazer o primeiro módulo do curso de inglês, pode fazer o segundo normalmente, inclusive fazendo um teste inicial – também online – para verificar qual o estágio mais adequado para os seus conhecimentos. ​ Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos contarão com a presença de 14.850 atletas de 206 países.
Processo seletivo

Entrevistas em inglês só podem ser feitas até o fim do mês

Os candidatos estrangeiros que ainda não finalizaram o processo seletivo do Programa de Voluntários Rio 2016 têm apenas até o dia 29 de fevereiro para realizar a entrevista online ...
Os candidatos estrangeiros que ainda não finalizaram o processo seletivo do Programa de Voluntários Rio 2016 têm apenas até o dia 29 de fevereiro para realizar a entrevista online em inglês, procedimento obrigatório para quem quer continuar com chances de ser aprovado para atuar nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A realização da entrevista é o que garante ao candidato estar em dia com o processo seletivo do Programa de Voluntários. E, para quem ainda precisa efetuar a entrevista, é só agendar neste link. Os candidatos brasileiros têm um prazo um pouco maior: as entrevistas em português podem ser feitas até 30 de abril. E, além da opção online, os anfitriões dos Jogos também podem comparecer ao campus da Estácio na av. Presidente Vargas, 642, no Centro do Rio. Até o dia 28 de fevereiro, as entrevistas presenciais podem ser feitas entre quarta-feira e domingo. Já a partir de 2 de março, entre quarta e sábado. Finalizada a entrevista, o candidato deve aguardar a verificação de dados e torcer para receber o email de aprovação. A partir daí, o Comitê Rio 2016 enviará a carta-convite, que informa para qual área funcional, cargo e instalação o voluntário foi selecionado.
Dedicação

Carnaval corre no sangue de voluntários dos Jogos Rio 2016

A ansiedade domina Érica Duarte em 2016. Voluntária selecionadora, a psicóloga carioca de 30 anos é uma das responsáveis por entrevistar algumas das mais de 240 mil pessoas que se ...
A ansiedade domina Érica Duarte em 2016. Voluntária selecionadora, a psicóloga carioca de 30 anos é uma das responsáveis por entrevistar algumas das mais de 240 mil pessoas que se inscreveram para atuar como voluntários dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que começam em seis meses. De quebra, ela própria ainda aguarda a carta-convite para ser voluntária. E, para completar o friozinho na barriga, entrará na Marquês de Sapucaí para desfilar mais uma vez como porta-bandeira da São Clemente. “É uma ansiedade diferente para os dois momentos. A do Carnaval está batendo a porta, vou estar na avenida fazendo tudo o que ensaiei desde agosto. Já para os Jogos a ansiedade é de treinar as pessoas, motivar para que elas percebam a importância de ser um voluntário. Como selecionadora, sinto mais do que ansiedade, tenho responsabilidade”, define Érica, que desde 2006 faz par com o mestre-sala Marcelo Tchechelo. Criada no Centro do Rio, a sambista de 30 anos está envolvida e misturada desde muito cedo entre o Carnaval e o voluntariado. Aos 8 anos já era porta-bandeira mirim da Vizinha Faladeira, uma das mais tradicionais escolas de bairro da folia carioca, localizada no Santo Cristo. Ali na vizinhança também, desde criança, aprendeu a fabricar fantasias e chapéus para os desfiles, um hábito comum a quem vive na comunidade. Envolvida em ações sociais como as festas de Dia das Crianças e Natal em comunidades carentes, Érica percebeu que não poderia ficar de fora dos Jogos Rio 2016 depois que já estava atuando voluntária como selecionadora. “Era uma oportunidade de estar na minha área, atuar com recursos humanos, treinar pessoas, mas ainda não havia pensado na dimensão, no tamanho dos Jogos. Quando começamos a atuar na seleção percebi: ‘gente, na hora que vai acontecer eu não vou participar? Não posso!’”, relembra a sambista, psicóloga e voluntária. O acúmulo de funções, aliás, é algo natural para quem tem o samba e o voluntariado correndo no sangue. Às vezes fica até difícil imaginar em que momento do dia há espaço para tanta coisa.  Walter Honorato Gomes, de 50 anos, pode cansar muita gente que ouve suas atuais atividades. Compositor do Salgueiro, atua também nos bastidores da Paraíso do Tuituti e da Renascer de Jacarépaguá. Sem falar nas atividades profissionais, de servidor público e jornalista, e esportista – ex-maratonista, atualmente faz corridas de 5km e pratica krav magá.  Ainda assim, arruma brecha na agenda para fazer trabalhos sociais com menores em comunidades e começa a sentir o gostinho de ser voluntário nos Jogos Olímpicos Paralímpicos.Recentemente, atuou no evento-teste da Luta Olímpica. “Sempre que pude ajudei em trabalhos para melhorar a vida das pessoas, sempre tenho tempo para ajudar”. Janete Ferreira da Silva Santos também se divide entre a paixão pelo Carnaval e pelo trabalho voluntário. Autointitulada como uma engajadora da festa popular, a arquiteta aposentada, de 60 anos, incentiva amigos e conhecidos a desfilar, a frequentar as quadras e a formar novas gerações de amantes do samba, como voluntária na Estrelinha da Mocidade, escola mirim da zona oeste do Rio. E paralelamente aos ensaios para desfilar por Beija-Flor e Portela, já é uma voluntária pioneira da Rio 2016, ajudando no processo seletivo de candidatos e participando de eventos do Programa de Voluntários dos Jogos .  “Você vai ao Carnaval porque quer e fica esperando por horas até que tudo funcione bem, assim como acontece no trabalho com o esporte. Um evento dura horas e o voluntário tem de estar atento para que tudo dê certo. O que une os dois é comprometimento”, diz Janete.  
Eventos-teste

Os desafios de quem atua no esporte paralímpico

Equipamentos desconhecidos para muitos, cuidados no transporte dos atletas, atenção aos detalhes de um jogo que exige silêncio para manter a concentração de todos envolvidos: ...
Equipamentos desconhecidos para muitos, cuidados no transporte dos atletas, atenção aos detalhes de um jogo que exige silêncio para manter a concentração de todos envolvidos: são muitas as particularidade que envolvem a realização de uma competição de uma modalidade como a bocha paralímpica. O esporte, que estará nos Jogos Paralímpico, já foi apresentado aos voluntários que vêm atuando nos eventos-teste do Rio 2016. Veja o que eles tiraram de experiência e aprendizado para atuar no ano que vem:  
O que você vai fazer

Voluntários estarão distribuídos entre 502 cargos

Detalhes muito importantes da realização do Rio 2016 começam a ser conhecidos a partir deste momento por um dos grandes protagonistas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos: os voluntá...
Detalhes muito importantes da realização do Rio 2016 começam a ser conhecidos a partir deste momento por um dos grandes protagonistas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos: os voluntários. O Comitê, a partir do envio da carta-convite, vai informar ao candidato aprovado o que ele vai fazer e onde ele vai atuar. Uma equação que envolve 86 áreas funcionais, 502 cargos e 98 instalações. A distribuição de cargos, áreas e instalações respeitou critérios que vão desde a escolha do candidato no ato de inscrição até a disponibilidade e necessidade do Comitê de preencher todas as vagas. A jornada de trabalho dos voluntários será informada a partir de abril de 2016, mas quem aceitar a carta-convite – que será enviada por e-mail em lotes – já saberá qual função irá executar na Rio 2016. E se irá atuar na região da Barra da Tijuca, em Deodoro, em Copacabana, no Maracanã ou nas cidades do futebol (Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo). O trabalho dos voluntários é dividido em 9 grandes áreas de atuação. Em cada uma delas, há uma específica quantidade e variedade de serviços e funções necessárias. Confira alguns exemplos: Apoio Operacional: Área que envolve serviços como credenciamento, gerenciamento de instalações, gestão das marcas, serviços de alimentação, sustentabilidade, uniformes e funções administrativas de tecnologia, transportes e doping. Atendimento ao público: O voluntário irá, por exemplo, executar funções como auxiliar em chegadas e partidas nos aeroportos, hotéis e na Vila Olímpica e Paralímpica, ou verificar ingressos e indicar os acessos e assentos nos locais de provas. Esportes: Uma das áreas mais complexas e desejadas pelos voluntários. Envolve 42 esportes e todas as particularidades de cada uma das modalidades, de assistentes de estábulos, ferreiros e veterinários (Hipismo)  a assistentes de classificação, locais de competição e treinamento, além de   assistentes de estacionamento de barcos (Vela) e equipes de resgate. Imprensa e Comunicação: Serviços jornalísticos, audiovisuais e de relações públicas, com cargos destinados a fotógrafos, repórteres, editores de mídias sociais, assistentes de tribuna, sala de imprensa e sala de conferência, assistentes de centro de serviço e escritórios, entre outros. Protocolo e Idiomas: Selecionados irão auxiliar nas relações com o COI (Comitê Olímpico e Internacional), executar serviços de tradução e interpretação, atuar em recepções, hotéis e aeroportos. Serviços de saúde: Profissionais como dentistas, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, massoterapeutas, ortopedistas e radiologistas foram selecionados, assim como médicos que irão atuar em emergências envolvendo atletas e espectadores. Produção de Cerimônias: Voluntários serão responsáveis por atividades que vão da escolta de atletas e premiadores até exercer o papel de portares de bandeiras, medalhas e flores. Transportes: Área com atuação importante também para o funcionamento dos serviços médicos dos Jogos, envolvendo motoristas de equipes médicas, assistentes e supervisores de transportes. Tecnologia: Profissionais como estatísticos e especialistas no serviço de instalações de equipamentos e service desk e TI (tecnologia da informação). Conheça todos cargos, áreas funcionais e instalações envolvidos no Rio 2016.
Aquece Rio

Triatlo: suor, amizade e adrenalina garantidas

Você já se perguntou o que os voluntários fazem no Rio 2016? Os eventos-teste de Triatlo e Paratriatlo só foram possíveis graças ao empenho dos 400 voluntários que estavam envolvid...
Você já se perguntou o que os voluntários fazem no Rio 2016? Os eventos-teste de Triatlo e Paratriatlo só foram possíveis graças ao empenho dos 400 voluntários que estavam envolvidos. Confira no vídeo um pouco de como será participar dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 como voluntário. Curtiu?! Quer participar?! Então se inscreva na lista de espera e torça para surgir uma vaga para você.  
Voluntários

O mascote e eu no Pan de Toronto 2015

Faltava um Pan no currículo. Era preciso bater essa meta antes de encarar os desafios olímpicos em 2016, e assim foi. Desde a confirmação da minha função nos Jogos Pan-americanos T...
Faltava um Pan no currículo. Era preciso bater essa meta antes de encarar os desafios olímpicos em 2016, e assim foi. Desde a confirmação da minha função nos Jogos Pan-americanos Toronto 2015 até embarcar no avião para voltar ao Brasil foram diferentes emoções que passaram pela ansiedade até o saudosismo. Por já ter participado de outros eventos esportivos como voluntário, as expectativas sem dúvida eram altas. Afinal, viver um Pan em outro país dentro de uma realidade bem diferente seria tudo muito novo. O que eu não imaginava é que as experiências superariam em muito tudo o que eu esperava. Tudo começou nas redes sociais, onde criamos um grupo de brasileiros que também seriam voluntários nos Jogos. Havia desde residentes de Toronto até aqueles que, como eu, viajaram somente para o evento. Os voluntários viviam intensamente aquela experiência única. Eles descobriram a troca de pins e logo estavam orgulhosos de ter o cordão da credencial cheio de recordações dos 42 países participantes. Eu, obviamente, não fiquei fora dessa, mas usei uma tática diferente. Usava os pins do Brasil que levei comigo como uma forma de agradecimento. A cada dia de trabalho escolhia um parceiro voluntário para presenteá-lo com uma lembrança do meu país e assim conseguia quebrar o bloqueio dos canadenses, ganhando um abraço ou aperto de mão de agradecimento (às vezes conseguia uns pins em troca também). Aproveitei também para lembrar a todos os voluntários com os quais pude conversar que o maior evento esportivo do planeta seria realizado no Rio no próximo ano. Muitos disseram que  já estavam inscritos e aconselhei aos que não estavam a entrar na lista de espera. No meu último dia de trabalho, decidi levar a pelúcia do Vinícius – mascote dos Jogos Olímpicos Rio 2016 . Foi um sucesso! Ele ficou dentro da minha mochila com uma pose convidativa para um abraço desde a minha saída do hotel até a volta para casa. Os voluntários e pessoas na rua pediam para tirar fotos com ele e naquele momento pude sentir que estavam felizes em fazer parte. Participar do Pan-americano Toronto 2015 me trouxe muitas histórias incríveis. Sem dúvida, o que mais me marcou foi ver como o voluntariado é uma experiência única na vida das pessoas e como contribui para uma vida mais altruísta e menos egoísta, mais alegre e menos rotineira.   Phelipe Oliveira,  voluntária de serviços do evento Pan-americano de Toronto 2015

O WHATSAC É UM APLICATIVO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE PARA AS PLATAFORMAS ANDROID E IOS. SIGA AS INSTRUÇÕES ABAIXO PARA UTILIZA-LO:

1 - Baixe o aplicativo WhatSAC nas lojas em seu dispositivo móvel

Clique para baixar para Android

Clique para baixar para iOs

2 - Cadastre-se com seu nome, DDI, DDD, telefone celular e e-mail

3 - Abra o aplicativo e clique no logo RIO 2016 para iniciar o atendimento.