O bom resultado no ano, segundo analistas, é resultado de fusões de grupos empresariais no exterior, com reflexos em filiais sediadas no Brasil. E também é uma conseqüência do aumento da confiança de empresários estrangeiros na economia brasileira, na opinião de Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.
"Há também uma série de operações de menor valor e elas não estão concentradas em um setor específico. Estão bastante disseminadas em vários segmentos", afirma.
De janeiro a outubro, o setor que mais recebeu investimentos do exterior foi o de metalurgia (15,8%), seguido por serviços financeiros (13,8%), mineração (10,9%) e comércio (7,8%).