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Um mundo novo

Teddy Riner conquista o Rio, três anos antes dos Jogos Olímpicos

Por Rio 2016

Imbatível desde 2010, judoca francês alcança o hexacampeonato mundial e se prepara para virar lenda viva do esporte no Rio 2016

Teddy Riner conquista o Rio, três anos antes dos Jogos Olímpicos

Teddy Riner comemora medalha de ouro após combate nos Jogos Londres 2012 (Getty Images / Quinn Rooney)

O gigante francês de 2,03m e 131 kg, Teddy Riner, viveu um conto de fadas no Rio de Janeiro. Depois de visitar as praias da Cidade Maravilhosa, tirar fotos no Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo moderno, e visitar a favela da Rocinha, Riner conquistou o sexto título mundial no ginásio do Maracanãzinho ao derrotar o brasileiro Rafael Silva no combate final e entrou definitivamente para o rol das maiores estrelas da próxima edição dos Jogos Olímpicos.

Ídolo do esporte mundial, Riner chegou a ser comparado com ícones como Usain Bolt, mas evitou tais comparações. Para ele, ainda falta muito chão pela frente para alcançar o patamar do recordista mundial dos 100m, 200m e revezamento 4x100, dono de seis medalhas de ouro olímpicas.

“Não me considero uma lenda viva do esporte. Para isso tenho que ganhar muitas medalhas ainda”, considerou o atleta de 24 anos. “Estou sempre à caça de mais medalhas. Minha motivação é enorme. Os Jogos Olímpicos Rio 2016 são meu próximo grande objetivo. Foi aqui no Rio de Janeiro onde tudo começou. Espero que cada vez que pisar aqui, possa vencer”.

Campeão do mundo pela primeira vez no Mundial de 2007, também no Rio de Janeiro, aos 18 anos, Riner foi derrotado apenas em duas ocasiões desde então – para o uzbeque Abdullo Tangriev, nos Jogos Olímpicos Pequim 2008, e para o japonês Daiki Kamikawa, no Mundial de Tóquio 2010. Pelo menos os títulos de Rei do Rio e de maior estrela dos esportes de combate no Rio 2016, o francês não pode negar.

“O status de ser o homem a ser batido me motiva. Faz parte da minha natureza encarar desafios, mas sei que não sou invencível. Não gosto de perder e por isso treino muito para que grandes decepções como a derrota em Pequim não aconteçam novamente. Algum dia vai haver alguém que pode me ganhar, mas me preparo para que isso nunca aconteça”, disse.

Supersticioso como qualquer brasileiro, Riner fez questão de visitar o Instituto Reação, do ex-judoca e medalhista olímpico Flavio Canto, repetindo a visita que havia feito em 2007, antes de conquistar o primeiro ouro em Mundiais. Sempre com um sorriso no rosto, o francês deu dicas aos jovens atletas e participou de um treinamento.

“Fiquei muito bem impressionado com a qualidade do treino. As crianças observam tudo, sabem escutar. Eu achava que favela era sinônimo de violência. Tinha medo de vir aqui. Mas as pessoas te olham nos olhos, são gentis. É um lugar com muita energia. A alegria das pessoas é contagiante”, disse, antes de comentar: “Treinei com o Flavio uma vez, quando eu tinha 15 anos. Eu era menor e ele me venceu”.

Apaixonado pelo país do futebol e, agora, dos Jogos Olímpicos, Riner garantiu que ainda voltará muitas vezes: “Eu amo o Brasil, me sinto muito bem aqui. Adoro o sol, a praia, ficar lá relaxando, pensando... É sempre um prazer estar aqui”.

Rafael Silva, um dos maiores rivais de Riner

Um dos maiores rivais do gladiador francês na atualidade é o brasileiro Rafael Silva, o “Baby”. Na final dos pesos-pesados do Mundial do Rio, Riner derrotou o judoca brasileiro pela quinta vez em cinco confrontos disputados. Rafael agora busca nova estratégia para tentar subjugar o seu adversário no Rio 2016. 
 
 
Fotos:Getty Images / Quinn Rooney