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Um mundo novo

Sorteio no basquetebol Olímpico define um 'grupo da morte' no torneio masculino

Por Rio 2016

Entre as mulheres, Estados Unidos começam campanha pelo hexacampeonato contra Canadá, Sérvia e Senegal

Sorteio no basquetebol Olímpico define um 'grupo da morte' no torneio masculino

Stephen Curry, craque dos Estados Unidos, quer brilhar em seus primeiros Jogos Olímpicos (Getty/ David Ramos)

Com um sorteio realizado em Mies, na Suíça, a Federação Internacional de Basquetebol (Fiba) definiu nesta sexta-feira (11) as chaves da fase preliminar dos torneios masculino e feminino de basquete dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Entre os homens, foi formado um "grupo da morte", com Argentina, Espanha, Brasil, Lituânia, Nigéria e mais um classificado no Pré-Olímpico Mundial (a ser disputado em julho). Os quatro primeiros de cada grupo avançam às quartas de final - sendo que o Brasil, time da casa, deve decidir sua sorte contra Argentina e Nigéria nos últimos jogos da primeira fase. Os Estados Unidos, dos astros Lebron James e Stephen Curry, vão em busca do tricampeonato Olímpico e, se confirmarem o favoritismo e avançarem em primeiro no Grupo A (que conta também com Austrália, Venezuela e China), enfrentam o quarto colocado do "grupo da morte".

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No torneio feminino, os Estados Unidos, pentacampeão Olímpico, ficam no grupo B, com Canadá, Sérvia, Senegal e duas seleções que ainda buscam vagas no Pré-Olímpico que será disputado em Nantes, na França, entre 13 e 19 de junho. O Brasil está no grupo A, ao lado de Japão, Austrália e outras três equipes que também sairão da competição em Nantes.

 

No Grupo B masculino: briga duríssima entre Argentina, Espanha, Brasil, Lituânia e Nigéria  (Foto: Fiba)

Duelos promissores à vista

Paulinho Villas-Boas, gerente de competição de basquete do Rio 2016, ficou animado com a perspectiva de bons jogos já na primeira fase dos Jogos Olímpicos: "Vamos ter grandes partidas tanto no masculino quanto no feminino. Entre os homens, no grupo B: Brasil x Espanha, Brasil x Argentina, Brasil x Lituânia... Entre as mulheres, já na estréia, o Brasil enfrenta a Austrália, uma seleção fortíssima".

Confira a tabela da fase de classificação do torneio masculino, divulgada pela Fiba

 

Para Rodrigo Garcia, diretor de esportes do Rio 2016, o jogo decisivo para a classificação da seleção brasileira feminina será contra o Japão. "No masculino, teremos um Estados Unidos x China, confronto que vem se tornando tradição nos últimos eventos internacionais. E, além dos jogos do Brasil, com muita rivalidade, haverá um Espanha x Lituânia, repetindo a decisão do Campeonato Europeu de 2015", destacou.

Confira a tabela da fase de classificação do torneio feminino, divulgada pela Fiba

 

Ingressos para fase preliminar masculina vão de R$ 100 a R$ 350

Há tickets disponíveis para quase todas as sessões da fase preliminar do torneio masculino, que será disputada entre 6 e 15 de agosto, em três horários diferentes, sempre na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra: 14h15, 19h e 22h30. O preço dos ingressos vai de R$ 100 a R$ 350.

Para a fase preliminar do torneio feminino, que será disputado na Arena da Juventude, em Deodoro, não há ingressos disponíveis para todos os dias. As partidas serão disputadas em duas sessões: de 12h15 às 14h e de 15h30 às 19h30 (com dois jogos). Preços de R$ 50 a R$ 70.

Há tickets disponíveis para todos os jogos das quartas de final (nos torneios masculino e feminino), marcados para 16 e 17 de agosto, na Arena Carioca 1. São quatro sessões a cada dia, nos seguintes horários: 11h, 14h30, 18h45 e 22h15. Os ingressos custam entre R$ 180 e R$ 420.

No momento não há ingressos disponíveis para as semifinais e as finais masculinas. Para as femininas, que acontecem em 18 de agosto, às 15h e às 19h, os ingressos custam entre R$ 240 e R$ 600. A disputa do bronze, marcada para 20 de agosto, às 11h30, tem tickets entre R$ 240 e R$ 600. Para a final, às 19h de 20 de agosto, as entradas custam entre R$ 260 e R$ 900.

 

Hegemonia americana


Tamika Catchings, Sue Bird, Candace Parker e Elena Delle Donne em evento do Team Usa neste mês (Foto: Getty/ Todd Warshaw)

 

O favoritismo dos Estados Unidos no basquete é maior entre as mulheres. A seleção americana feminina é pentacampeã Olímpica. Não perde uma partida em Jogos Olímpicos desde 1992, quando caiu para uma seleção formada por jogadoras de repúblicas que fizeram parte da União Soviética.

A Austrália, que desde 1996 está sempre no pódio (três pratas e dois bronzes), costuma ser uma rival forte (é a primeira adversária do Brasil, seu companheiro no grupo B). Entre as forças intermediárias, aparecem França (prata em 2012) e Espanha (vice-campeã mundial em 2014) ainda não classificadas.

Acompanhe a corrida pela classificação para os Jogos Olímpicos

No masculino, equilíbrio entre forças intermediárias

Os Estados Unidos ganharam todos os ouros Olímpicos no basquete masculino, com exceção de Munique 1972 (perderam para a Rússia), Moscou 1980 (os americanos boicotaram os Jogos, e a Iugoslávia foi campeã), Seul 1988 (União Soviética venceu) e Atenas 2004 (deu Argentina). Devem vir ao Rio com craques consagrados como Lebron James e com o jogador sensação do momento, Stephen Curry, disposto a fazer história Olímpica (será sua primeira participação), em uma seleção renovada em relação ao time de 2012. 

Leia também: Estados Unidos divulgam lista de pré-convocados

A Espanha do craque veterano Pau Gasol, 35 anos, chega como segunda força: foi prata em 2008 e 2012. A Argentina, do craque ainda mais veterano (e campeão Olímpico) Ginobili, 38 anos, pode crescer por jogar quase em casa, movida por uma esperada "invasão" de torcedores ao Rio de Janeiro. Sérvia (vice-campeã mundial, mas que ainda não carimbou a classificação) e Lituânia, a melhor herdeira da escola soviética, também são candidatas ao pódio. E a Austrália, que conta com vários talentos brilhando na NBA, é outra seleção que pode surpreender.

O Brasil também tem condições de crescer, por jogar em casa. Apesar do desfalque de Thiago Splitter (lesionado), o time conta com muitos talentos individuais: Leandrinho, Anderson Varejão, Raulzinho Neto e Marcelinho Huertas, que têm se destacado na NBA, Augusto Lima (do Real Madrid) e o ala Marquinhos (ídolo do Flamengo).

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