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Um mundo novo

Sorteio define "Grupo da Morte" no goalball masculino

Por Rio 2016

Chave B do torneio Paralímpico tem confrontos clássicos na primeira fase

Sorteio define "Grupo da Morte" no goalball masculino

Kari Rasanen, Leomon Moreno e Rodrigo Palazzo participam do evento (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

O sorteio dos grupos masculino e feminino do torneio de goalball dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 foi marcado pela formação de um “Grupo da Morte” na disputa entre os homens. Melhor para o Brasil, que ficou na outra parte da chave e deve passar por uma fase preliminar mais tranquila. Os atletas brasileiros Leomon Moreno e Claudia Oliveira, ambos com deficiência visual, foram os responsáveis por pegar as bolinhas nos potes - os nomes das equipes tiveram inscrições em letras e em braile.

“Todas as equipes são fortes e estão bem preparadas, mas criou-se um ‘Grupo da Morte’, admite o técnico da seleção brasileira masculina de goalball, Alessandro Tosim. "No Grupo B, temos três equipes entre as favoritas à medalha de ouro”, completa, referindo-se ao trio Finlândia, Estados Unidos e Lituânia, respectivamente segundo, terceiro e quarto colocados no último Campeonato Mundial. “Precisamos manter o foco, pois nas quartas-de-final podemos pegar um adversário muito forte". Claudia Oliveira, responsável pelo sorteio masculino, avalia as condições do Brasil rumo ao ouro Paralímpico. “Fácil não é, mas o Brasil tem um time bem qualificado”.

A atleta Claudia Oliveira no sorteio das equipes do torneio masculino (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

O técnico do time masculino da Finlândia faz uma avaliação pessimista. “Foi horrível para nós”, disse Timo Laitinen em momento de pura sinceridade. Mas ele acredita que, em tese, o confronto da semifinal deve ser mais fácil caso o time prossiga na competição. O treinador da Suécia, Florin Seremeti, respirou aliviado. “Fiquei muito feliz. Definitivamente, não queríamos cair no Grupo B, que tem alguns dos melhores times do mundo.”

 

 

Ex-jogadora de goalball, a presidente da Federação Internacional de Esportes para Cegos, Jannie Hammersh, espera uma boa receptividade do público brasileiro nas disputas da modalidade nos Jogos Paralímpicos. “Espero que as pessoas sejam curiosas, tenham mente aberta e acompanhem as disputas”, diz a dirigente. Segundo ela, as equipes têm evoluído rapidamente e, no Rio, o público pode ver confrontos de altíssimo nível.

Para o presidente de goalball da Federação, Kari Rasanen, os grupos femininos estão equilibrados. "Acho que Estados Unidos e Japão foram uma boa combinação para o Brasil”, afirma. Leomon Moreno, atleta que participa do evento-teste do goalball a partir desta quarta-feira (4), diz que o país está bem preparado e quer enfrentar as melhores equipes do mundo. "Não tem essa de ser pé quente", brinca.