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Um mundo novo

Segurança dos Jogos Rio 2016 terá 85 mil homens, na maior operação que o Brasil já recebeu

Por Rio 2016

Ministérios da Defesa, da Justiça e Secretaria de Estado de Segurança apresentam seus orçamentos para o evento

Segurança dos Jogos Rio 2016 terá 85 mil homens, na maior operação que o Brasil já recebeu

Autoridades federais e estaduais apresentam o planejamento da segurança para os Jogos Rio 2016 (Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro)

“Os Jogos Rio 2016 terão a maior operação de segurança da história do Rio de Janeiro”, disse o secretário de Segurança do Estado do Rio, José Mariano Beltrame.

“Me permita uma correção: será a maior operação de segurança da história do Brasil”, disse o secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça, Andrei Augusto Passos Rodrigues.

Assim as duas autoridades abriram a coletiva de imprensa sobre o funcionamento da segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No evento, realizado na manhã desta quinta-feira (30) no Centro Integrado de Comando e Controle do Rio de Janeiro, foi anunciado que 85 mil homens – sendo 47 mil de segurança, defesa civil e ordenamento e 38 mil das Forças Armadas – irão atuar durante os Jogos.

“A palavra que vocês mais ouvirão aqui hoje será ‘integração’”, disse, na sequência, o assessor especial para Grandes Eventos do Ministério da Defesa, general Luiz Felipe Linhares, dirigindo-se aos repórteres presentes à coletiva. “Não é possível realizar um evento deste porte sem a participação de todos. Ninguém faz nada sozinho”, completou o militar.

A integração de que fala o general Linhares está refletida na estruturação dos grupos de trabalho responsáveis pela segurança dos Jogos. Haverá um centro nacional, em Brasília; centros em cada uma das quatro regiões de competição (Barra, Copacabana, Deodoro e Maracanã) e ainda centros menores em cada instalação esportiva e de grande porte. Além destes, há unidades para questões específicas, como o centro de inteligência para serviços estrangeiros; e o centro de inteligência de combate ao terrorismo. 

A pasta de Andrei Rodrigues no Ministério da Justiça gerencia um orçamento de R$ 350 milhões para os Jogos, enquanto Beltrame, em nível estadual, é responsável por R$ 750 milhões, já investidos, aos quais se somarão R$ 300 milhões até 2016. À pasta de Linhares no Ministério da Defesa, cabem R$ 580 milhões, entre 2014 e 2016.

Comitê Rio 2016 terá 6 mil homens de segurança

Os 47 mil homens de segurança que serão mobilizados, com atuação exclusiva no Rio de Janeiro, fazem parte de órgãos como as polícias militar, civil, federal e rodoviária federal, guarda municipal, corpo de bombeiros e a Força Nacional de Segurança Pública. Os 38 mil homens das Forças Armadas estarão presentes também nas cinco cidades do futebol (São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Manaus), além (e principalmente) do Rio de Janeiro. 

Ao Comitê Rio 2016 – cujo diretor de Segurança, Luiz Fernando Corrêa, também esteve presente à coletiva – caberá a segurança integral de 87 instalações de não competição (como treinamento e logística) e, nas instalações de competição, a segurança até 5 de julho de 2016 e após 26 de setembro de 2016; no período intermediário, o trabalho caberá às instituições federais, notadamente a Força Nacional de Segurança. As equipes sob responsabilidade do Comitê Rio 2016 somam 6 mil homens, entre vigilantes de segurança privados com habilitação para grandes eventos e bombeiros civis profissionais (brigadistas particulares).

“Inicialmente, o Comitê Rio 2016 faria a segurança privada no interior das instalações de competição, mas, por motivos orçamentários e operacionais, este trabalho saiu do escopo do Comitê e foi para o escopo do governo federal. Houve uma redistribuição de papéis dentro do Plano de Segurança dos Jogos, que não foi alterado. Ele é único. Afinal, a segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 é uma entrega do Brasil”, disse Luiz Fernando Corrrêa. 
 
Também estiveram presentes à coletiva os representantes da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) Saulo Moura da Cunha e do CBMERJ e Defesa Civil, coronel Wanius Amorim.