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Um mundo novo

Rugby com sangue latino esquenta o Rio de Janeiro em março

Por Rio 2016

Definidas as seleções que participam de evento-teste do esporte em expansão na América do Sul

Rugby com sangue latino esquenta o Rio de Janeiro em março

Brasil e Argentina levam a mais tradicional rivalidade sul-americana ao Aquece Rio (Al Milligan/Photo Jump/CBRU)

O rugby é muito mais conhecido e praticado na Europa e na Oceania, mas um tempero latino-americano sempre cai bem. São da América do Sul todas as oito seleções femininas que disputam, em 5 e 6 março, o Campeonato Internacional de Rugby Sevens, evento-teste do esporte para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Cabe a Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela inaugurar o Estádio de Deodoro, palco do retorno do rugby após 92 anos fora dos Jogos.
 
"É a oportunidade de nos familiarizarmos com o estádio e as instalações dos Jogos Olímpicos em um evento fantástico", diz Paula Ishibashi, atleta da seleção brasileira.
 
O Campeonato Internacional é o sexto evento-teste a agitar o Parque Olímpico de Deodoro, após as competições de hipismo, BMX, mountain bike, hóquei sobre grama e canoagem slalom. Mesclando tradição e aventura, o seggundo maior complexo esportivo dos Jogos se prepara para receber uma grande festa entre os dias 6 e 11 de agosto: conhecido pelo tom festivo de seus torcedores (que adoram ir ao estádio fantasiados ou pintados), o rugby encontra no Rio de Janeiro a cidade ideal para os carnavais nas arquibancadas.
 
 

As torcidas fantasiadas nas arquibancadas do rugby combinam com a cultura festiva do Rio (Foto: World Rugby/Martin Seras Lima)
 

Em expansão

O rugby está em crescimento na América do Sul. Em 2015, após a chegada de traves em H na praia de Copacabana para a prática do esporte, Ipanema recebeu o Desafio de Praia, em dezembro. As ações fazem parte do esforço da Federação Internacional (World Rugby) e da Confederação Brasileira do esporte (CBRu) para popularização no país: mais de 100 mil crianças brasileiras entraram em contato com o esporte através de projetos de educação alavancados com o retorno ao programa Olímpico.
 

"A dinâmica do rugby sevens, as partidas acirradas e o entretenimento que o esporte oferece estão construindo uma audiência cada vez maior para o esporte. Estamos confiantes de que o Rio vai amar o rugby"

Bernard Lapasset, presidente da World Rugby

 
Depois de ocupar a orla carioca, aos poucos o rugby se expande em seu terreno original: a grama. No evento-teste, o gramado do Estádio de Deodoro (que terá capacidade para 15 mil pessoas nos Jogos Olímpicos) receberá as rivalidades sul-americanas na versão feminina do esporte. A seleção brasileira é hegêmonica: venceu todos os dez Campeonatos Sul-Americanos de rugby sevens realizados até aqui, além dos Jogos Sul-Americanos Santiago 2014 (única edição evento que contou com o rugby). Ao lado da Colômbia, o Brasil representará a América do Sul nos Jogos Olímpicos - uma chance de mostrar ao mundo que a força nao é apenas continental.
 
"É claro que falar em medalha é difícil, mas nosso objetivo é subir ao pódio. Se não acreditássemos nisso, nem estaríamos disputando os Jogos Olímpicos", avalia Raquel Kocchann, que falou ao lado de Fernando Portugal para o Rio2016.com das expectativas da seleção brasilera para os Jogos Rio 2016.
 
 
Popular em todo o mundo, o rugby já invadiu as praias cariocas (Foto: Inovafoto/Alexandre Loureiro)
 

Vai ficar de fora?

Além de Brasil e Colômbia, estão classificadas para a disputa feminina do rugby nos Jogos Olímpicos outras nove seleções: Austrália, Canadá, Grã-Bretanha, Nova Zelândia, EUA, França, Fiji, Quênia e Japão. A última das 12 vagas será decidida no pré-Olímpico mundial, em junho, em Dublin (Irlanda). Argentina e Venezuela, também convocadas para o evento-teste, estarão no torneio e ainda podem conquistar essa última vaga.
 
 
No masculino, também só resta uma vaga a ser decidida. África do Sul, Grã-Bretanha, Fiji, Nova Zelândia, Argentina, EUA, França, Quênia, Austrália, Japão são, ao lado Brasil, as seleções classificadas.
 
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