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Um mundo novo

Rivais históricos no vôlei de praia, Brasil e Estados Unidos ensaiam duelo para os Jogos Rio 2016 em Copacabana

Por Rio 2016

Principais jogadores de ambos os países entraram em ação em torneio realizado no palco dos Jogos Olímpicos

Rivais históricos no vôlei de praia, Brasil e Estados Unidos ensaiam duelo para os Jogos Rio 2016 em Copacabana

O norte-americano Phil Dalhausser foi uma das estrelas em ação nas areias de Copacabana (Rio 2016/Alex Ferro)

A Praia de Copacabana foi palco de um dos maiores – e mais emocionantes - embates do vôlei de praia. Rivais históricos, Brasil e Estados Unidos mediram forças no “Desafio Melhores do Mundo”, que reuniu de quinta a domingo (01) as oito principais duplas de cada país. Um duelo que tem tudo para se repetir em pouco mais de um ano, no mesmo cenário, durante os Jogos Rio 2016. (Saiba como comprar seu ingresso para os Jogos Olímpicos)

“A rivalidade entre os dois países é muito grande. Sempre nos enfrentamos nas semifinais e finais das principais competições, ano após ano. É muito bom poder jogar no Rio pouco antes dos Jogos Olímpicos. É como um aquecimento de luxo”, afirmou o norte-americano Phil Dalhausser, campeão Olímpico em Pequim 2008.

Brasil e Estados Unidos conquistaram 20 das 30 medalhas já colocadas em disputa desde a estreia do esporte em Atlanta 1996 – e pelo menos uma dupla de um dos dois países esteve presente em todas as finais Olímpicas. Os brasileiros arrebataram onze medalhas, enquanto os norte-americanos colecionam nove.

“É sempre um clima diferente quando Brasil e Estados Unidos se enfrentam. Realizar esse duelo em Copacabana, palco dos Jogos Olímpicos, faz essa competição ainda mais especial”, afirma a brasileira Larissa, que deixou as quadras pouco depois de conquistar a medalha de bronze nos Jogos Londres 2012 e retomou a carreira no ano passado, com o objetivo de disputar os Jogos Rio 2016.

Boa parte dos protagonistas desta história estava em ação nas areias de Copacabana. A disputa reuniu 12 atletas Olímpicos, sendo quatro campeões: além de Dalhausser, a norte-americana Kerri Walsh (Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012) e os brasileiros Ricardo e Emanuel (Atenas 2004), que retomaram a parceria recentemente para repetir o sucesso nos Jogos Rio 2016.

As norte-americanas Jennifer Kessy e April Ross, que levaram a prata em Londres 2012, e as brasileiras Juliana e Larissa, que conquistaram o bronze na mesma edição, completam a lista de medalhistas Olímpicos.

O brasileiro Emanuel e o norte-americano Jake Gibb têm juntos sete participações Olímpicas (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

 

Palco das competições nos Jogos Rio 2016, a Praia de Copacabana é um dos berços do vôlei de praia. E fascina até os mais consagrados e experientes atletas do esporte.

“Copacabana é um local icônico para o nosso esporte. Costumamos dizer que é o Maracanã do vôlei de praia. É um lugar com muita história, onde foram disputadas as primeiras competições do esporte no país, e traz muitas lembranças e energias positivas, especialmente para nós, que vencemos o Pan de 2007”, diz Emanuel, que participou das cinco edições Olímpicas que o esporte fez parte.

Kerri Walsh, atleta mais vitoriosa na história Olímpica do esporte com três ouros ao lado de Misty May, não esconde a animação em competir no Rio.

“Me sinto em casa no Rio. Vim pela última vez há dez anos e toda vez que chego aqui respiro fundo de tanta admiração. É muito empolgante ver a orla de Copacabana tomada por inúmeras redes de vôlei de praia. Jogar contra as brasileiras é sempre muito bom, pois elas exigem muito de nós e nos fazem crescer. São verdadeiras inspirações”, declarou a bloqueadora, de 36 anos.

Estão em jogo 23 vagas para os Jogos Rio 2016. O processo de classificação começou no ano passado, com as fases iniciais dos classificatórios continentais, que serão concluídos em junho de 2016 e darão vaga para cinco países. O primeiro classificado do esporte será conhecido no dia 05 de julho deste ano, data em que termina o campeonato mundial, na Holanda. Outras 15 vagas sairão do ranking mundial, que encerrará a contagem de pontos em 13 de junho de 2016, e as duas vagas restantes serão definidas no classificatório mundial, em julho do mesmo ano.

País-sede, o Brasil tem uma vaga garantida em cada gênero e pode conquistar mais uma por meio de um dos sistemas de classificação, que são iguais para os dois gêneros.