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Um mundo novo

Rio 2016 oferece 8 mil vagas para voluntários na área de protocolos e idiomas

Por Rio 2016

Grupo terá a missão de transmitir o clima dos Jogos em mais de 30 línguas para atletas e delegações

Rio 2016 oferece 8 mil vagas para voluntários na área de protocolos e idiomas

Voluntários são reconhecidos durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Sochi 2014 (Getty Images/Pascal Le Segretain)

Dos 70 mil voluntários que serão selecionados para atuar nos Jogos Rio 2016, cerca de 8.000 terão uma missão e tanto: ser a “voz” dos Jogos. Eles vão atuar na área de protocolo e idiomas, responsável por traduzir o clima do evento em mais de 30 línguas – incluindo o amárico, idioma oficial da etiópia; o suaíle, falado no Quênia; e o urdu, do Paquistão -, além de acompanhar de perto todas as operações dos Jogos junto a atletas e delegações de mais de 200 países (Quer fazer parte deste time? Inscreva-se aqui).

“Os voluntários de protocolo e idiomas têm uma função central na impressão geral que passamos dos Jogos, principalmente pelos atletas, membros da Família Olímpica e imprensa. Serão os facilitadores da nossa relação com essas pessoas, contribuindo para que todos se comuniquem de forma clara e harmoniosa. Eles serão a “voz” do Rio 2016 com o mundo”, conta Virgínia Garcia, gerente de Serviços de Interpretação.

As funções desta área são diversas. Além de atuar como intérpretes, os voluntários devem acompanhar os atletas e integrantes das delegações durante grande parte da sua jornada nos Jogos Rio 2016, como na chegada, transporte entre as instalações, áreas de lazer e hospedagem. Além disso, os voluntários desta área também participam da organização de eventos oficiais, como coletivas de imprensa, programas culturais e competições.

Para participar, os candidatos devem ter nível avançado de proficiência em um dos seguintes idiomas: inglês, francês, russo, espanhol, mandarim, cantonês, alemão, italiano, japonês, coreano, húngaro, árabe, farsi, tailandês, romênio, amárico, suaíle, bielorrusso, eslovaco, turco, indonésio (bahasa), croata, tcheco, lituano, polonês, sérvio, urdu, grego, finlandês e filipino.

“O voluntário precisa se sentir à vontade para falar em público e se comunicar com diferentes perfis. Alguns vão ajudar a imprensa, outros podem lidar com a área médica, no controle antidoping, na Vila Olímpica, enfim, as oportunidades são muitas!  É um trabalho multidisciplinar e queremos que as pessoas se sintam confortáveis ao lidar com essas situações em um segundo idioma”, diz Virgínia, lembrando que os candidatos devem ter 18 anos completos a partir de fevereiro de 2016 e disponibilidade para atuar no período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Além do intenso intercâmbio cultural e da oportunidade de se aprimorar em outra língua, o programa também oferece outros benefícios, como certificado de participação, alimentação e transporte durante o evento e treinamentos exclusivos, que incluem até um ano de curso de inglês.

 “Como tenho ascendência russa, aproveitei os Jogos de Inverno de Sochi  para realizar o sonho de participar dos Jogos. Aprendi russo ao longo dos dois anos e fui trabalhar na área de protocolo e idiomas. Foi uma experiência incrível! Além de praticar muito a nova língua, pude ainda conhecer um pouco mais de perto a cultura da minha família”, conta o brasileiro Igor Lafaeff, que espera repetir a experiência como voluntário em 2016.

A estudante Milena Taveira é outra que ficou com gostinho de "quero mais" após atuar na Copa do Mundo da FIFA 2014, como voluntária.

"Trabalhei como tradutora para a equipe de segurança da FIFA durante a Copa. Foi uma experiência muito legal, pois eu pude interagir com diversas pessoas de fora, aprender e ensinar sobre o meu país. No Rio 2016, quero fazer isso de novo e ajudar a mostrar para todo mundo que vier aqui como é o jeito brasileiro e como estamos sempre dispostos a ajudar", afirma a paraibana.

"A área de protocolo é muito especial, pois lidamos com personalidades do mundo todo. Nosso papel é auxiliar, estar presente e ser solicito, sem nunca invadir o espaço pessoal alheio. E isso rende experiências incríveis e momentos que vão ficar para sempre na memória. Eu, por exemplo, nos Jogos Londres 2012 tive a oportunidade de “conviver” com a família real, e inclusive cheguei a ajudar o Prince William a encontrar o banheiro!", lembra o voluntário Thiago Campos, de 35 anos.

As inscrições para o Programa de Voluntários já estão na reta final. Visite a página www.rio2016.com/voluntarios  e inscreva-se!