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Um mundo novo

Rio 2016 leva o clima brasileiro à festa internacional do Dia Paraolímpico

Por Rio 2016

Estande divulga o projeto do Rio de Janeiro para os Jogos Paraolímpicos. André Oliveira é bronze em prova de salto em distância

Rio 2016 leva o clima brasileiro à festa internacional do Dia Paraolímpico

A candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 marcou presença na festa que comemorou o Dia Internacional Paraolímpico. O evento, realizado no sábado, dia 11, em Berlim, na Alemanha, reuniu centenas de pessoas no Portão de Brandenburgo, onde foram realizadas competições esportivas, palestras e exibições de filmes e fotografias.

O projeto do Rio de Janeiro para receber os Jogos Paraolímpicos foi apresentado em um dos estandes da feira. A delegação brasileira – formada pelo presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons; o diretor de Relações Internacionais do Comitê Rio 2016, Mário Cilenti; e o gerente de Esportes, Frederico Nantes – ainda participou de reuniões com o presidente do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC), Phil Craven, e com integrantes das áreas técnicas do IPC. “No projeto Rio 2016, os Jogos Paraolímpicos terão o mesmo padrão dos Jogos Olímpicos. Ficamos muito honrados de participar das comemorações do Dia Paraolímpico. O evento promove a inclusão das pessoas com deficiência, a divulgação do esporte paraolímpico e de valores que estão ligados aos ideais da candidatura do Rio de Janeiro”, disse Mário Cilenti.

Durante as comemorações do Dia Paraolímpico, os Jogos Parapan-americanos Rio 2007 foram lembrados como exemplo. Afinal, foi a primeira vez na história que o evento foi realizado na mesma cidade e utilizou as mesmas instalações dos Jogos Pan-americanos. O presidente do CPB ressaltou a importância da sinergia entre os movimentos olímpico e paraolímpico. “Esta foi a primeira vez que as cidades candidatas à sede dos Jogos participaram da comemoração do Dia Paraolímpico. Isso mostra que a integração entre os dois movimentos é cada vez maior”, disse Andrew Parsons.

Para divulgar o esporte paraolímpico, o evento teve torneios de tênis de mesa, salto em distância e basquete em cadeira de rodas. No discurso de encerramento, Phil Craven afirmou que valores como coragem, determinação, inspiração e igualdade estavam impressos no desempenho de cada um dos atletas. Foi o que mostrou o representante brasileiro, André Luís de Oliveira, terceiro colocado na prova de salto em distância (F44) com a marca de 6,37m, a melhor de sua carreira. “Saí com a sensação de dever cumprido, pois além de melhorar meu desempenho pessoal, ajudei a divulgar a candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos de 2016”, comemorou André, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 no revezamento 4x100m, e bronze nos Jogos Pan-americanos Rio 2007 no salto em distância.

O Brasil participou de todas as edições dos Jogos Paraolímpicos desde 1972. Os resultados das últimas edições mostram o crescimento do esporte paraolímpico no país: em Sydney 2000, o Brasil ficou em 24º no quadro de medalhas; em Atenas 2004, foi o 14º; e em Pequim 2008, o nono. Depois de conquistar nove medalhas nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, o nadador brasileiro Daniel Dias recebeu o Prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte mundial, de melhor atleta paraolímpico de 2008.