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Um mundo novo

Rio 2016™ e Empresa Olímpica Municipal buscam fortalecer o Movimento Paralímpico

Por Rio 2016

Projetos elaborados pelo Rio 2016™ e pela EOM pretendem proporcionar condições para que Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 tenham o mesmo brilho

Rio 2016™ e Empresa Olímpica Municipal buscam fortalecer o Movimento Paralímpico

Rio 2016™/Cinevideo

Proporcionar condições ideais para que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ sejam vividos na mesma intensidade é uma das mais importantes metas do Comitê Organizador dos Jogos Olimpicos e Paralimpicos Rio 2016™. E, para alcançar este objetivo, além da área de Integração Paralímpica, o Rio 2016™ conta com outro setor de vital importância nas questões que envolvem o planejamento e execução dos projetos para a realização das competições.

A área de Sustentabilidade, Acessibilidade e Legado do Rio 2016™ conta com profissionais capacitados para proporcionar acessibilidade plena a pessoas com ou sem deficiência dentro das instalações esportivas dos Jogos Rio 2016™.

“Nossa tarefa é sensibilizar, informar, auxiliar no planejamento, elaborar manuais técnicos, esclarecer dúvidas, encontrar soluções arquitetônicas, de engenharia e de comunicação que sejam funcionais e eficazes para entregarmos os Jogos Olímpicos e Paralímpicos com o mesmo nível de serviço. Também fazemos a ponte com organizações externas”, explicou Tânia Braga, gerente da área.

Uma destas organizações externas é a Empresa Olímpica Municipal, criada para coordenar os projetos olímpicos da prefeitura. O Rio 2016™ e a EOM estão adotando em seus projetos critérios definidos no manual técnico de acessibilidade, o qual obedece a legislação brasileira, bem como normas técnicas e normas dos Comitês Olímpico Internacional (COI) e Paralímpico Internacional (IPC). O manual foi desenvolvido em parceria com o Núcleo Pró-Acesso da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Segundo Roberto Ainbinder, diretor de Projetos da EOM, os veículos das três novas linhas de BRT (Bus Rapid Transit), assim como os utilizados no BRT Transoeste, já em funcionamento, terão pisos antiderrapantes, sinalização sonora, elevadores para cadeira de rodas, entradas no mesmo nível das plataformas de embarque, e grades de proteção e cinto de segurança para usuários de cadeira de rodas.

“As estações estão sendo construídas com rampas de acesso e piso tátil, além de uma catraca especial para portadores de deficiência e área de espera com total acessibilidade. No Sambódromo, as novas instalações foram equipadas com banheiros acessíveis, elevadores e assentos destinados a pessoas com deficiência”, completou o representante da EOM.

Acessibilidade universal em foco

O diretor de projetos da EOM citou também o concurso para a escolha do projeto do Parque Olímpico Rio 2016 como exemplo para ilustrar a preocupação com a acessibilidade nos Jogos Rio 2016™.

“A acessibilidade universal foi um dos principais requisitos do edital do concurso. Foi exigido que os projetos criassem condições favoráveis de acessibilidade aos espaços externos e edifícios, desde o embarque no transporte público. O projeto vencedor segue as diretrizes exigidas para oferecer acessibilidade a todos os usuários. O Parque Olímpico é organizado no nível térreo, para reduzir a complexidade de execução e assegurar acessibilidade a atletas e espectadores”, ressaltou.

O Especialista em Acessibilidade do Comitê Organizador Rio 2016™, Augusto Fernandes, conhece bem os desafios que pessoas com mobilidade reduzida tendem a enfrentar e destacou a importância em contemplar pessoas com variadas características tanto nos projetos para as instalações esportivas quanto para os demais.

“É importante pensar em todas as edificações com foco na acessibilidade universal. Para isso, é preciso pensar nas pessoas com deficiência física, visual, auditiva e também em pessoas idosas, gestantes, obesos, sem distinção”, disse ele, que é engenheiro civil.

Augusto foi atleta do judô ate 1992, quando sofreu acidente durante um treino e ficou paraplégico. Passou a praticar basquete e natação um ano após o acidente, até ser apresentado ao tênis em cadeira de rodas, que praticou de 1996 a 2006.

“Vamos contribuir para criar uma cultura de inclusão e valorização das pessoas com deficiência. Daremos maior visibilidade aos esportes Paralímpicos e desta forma vamos inspirar pessoas com deficiência a praticar esportes. Outro aspecto muito importante do legado que pretendemos deixar é a quebra de preconceitos e mostra do potencial e da contribuição positiva que as pessoas com deficiência trazem à sociedade”, destacou Augusto.

Visando a contribuição ao Movimento Paralímpico Brasileiro, um dos projetos de destaque da EOM é o Ginásio Experimental Paralímpico, em Honório Gurgel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, cuja previsão de inauguração é 2014.

“A previsão é atender, inicialmente, 200 alunos com deficiência física, auditiva, visual e intelectual. Os esportes serão: atletismo, natação, bocha adaptada, futebol, vôlei sentado, rúgbi em cadeira de rodas, basquete em cadeira de rodas e judô. As instalações esportivas contam com três quadras cobertas poliesportivas (uma oficial), duas piscinas (uma adaptada de 25 metros e outra infantil), pista de atletismo de 200m, campo de futebol, vestiários e salas de ginástica e musculação”, observou Ainbinder.