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Um mundo novo

Reta final das classificações Rio 2016: a disputa na canoagem velocidade

Por Rio 2016

Austrália, Nova Zelândia e Brasil vão desafiar a hegemonia dos europeus nos caiaques e canoas

Reta final das classificações Rio 2016: a disputa na canoagem velocidade

Com grande tradição no esporte, a Hungria tem nove barcos classificados para os Jogos Rio 2016 (Getty images/Harry How)

Texto: Marcelo Fefer

A exemplo da canoagem slalom, a Europa também domina as provas de canoagem velocidade, mas sua hegemonia não é tão ampla. Austrália, Nova Zelândia e Canadá costumam frequentar o pódio nos Jogos Olímpicos e em Campeonatos Mundiais. E mais recentemente passaram a ter a companhia do Brasil, que comandado por Isaquias Queiroz vem se firmando como uma das forças nas provas de canoa.

Ouça a avaliação do líder de competição da canoagem do Rio 2016, Sebastian Cuattrin, que representou o Brasil em quatro edições dos Jogos Olímpicos.

 

 

Atletas que vale acompanhar

  • Campeã Olímpica da K1 200m em Londres 2012, a neozelandesa Lisa Carrington é forte candidata ao bi no Rio 2016. Tetracampeã mundial da prova, já recebeu mais de uma vez o prêmio de atleta maori do ano, e detém o recorde Olímpico da K1 200m, com 40s528, obtido na semifinal dos últimos Jogos. Na reta final de preparação, participou no início da semana de um seminário do Comitê Olímpico da Nova Zelândia sobre o Rio 2016.

 

 

 

  • Campeão mundial da C2 1.000m em Milão 2015, ao lado de Erlon de Souza, Isaquias Queiroz já foi ao pódio em Campeonatos Mundiais em duas provas individuais que fazem parte do programa Olímpico: a C1 200m (bronze em Milão 2015) e a C1 1.000m (bronze em Duisburg 2013). Ele também venceu essas duas provas individuais nos Jogos Pan-Americanos Toronto 2015. Abaixo a comemoração pelo ouro na C1 1.000m.
 

Pan 2015 C1 1000m ouro

Uma foto publicada por IQ (@isaquias_lx) em

 

“O Brasil hoje é uma das potências na canoa”

Sebastian Cuattrin

 

Classificados

A Federação Internacional de Canoagem já confirmou a classificação de 109 barcos, a partir dos resultados do Campeonato Mundial de Milão, na Itália, realizado em 2015:

Feminino

K1 200m: Azerbaijão, Cuba, França, Hungria, Cazaquistão, Nova Zelândia, Polônia, Rússia, Sérvia, Eslovênia, Espanha e Turquia
K1 500m: Brasil, Azerbaijão, Belarus, Canadá, China, Grã-Bretanha, Hungria, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Eslovênia e África do Sul

 

A Hungria está classificada em todas as provas femininas de caiaque para o Rio 2016 (Foto: Getty Images/Mike Hewitt)

 
K2 500m:  China, Dinamarca, Alemanha, Hungria, Polônia, Romênia, Rússia e Sérvia
K4 500m:  Argentina, Belarus, China, Dinamarca, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Nova Zelândia, Polônia, Sérvia e Ucrânia


Masculino

K1 200m: Argentina, Canadá, República Tcheca, Equador, França, Lituânia, Polônia, Rússia, Sérvia e Suécia
K1 1.000m: Brasil, Austrália, Belarus, Bulgária, República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Portugal, Sérvia e Eslováquia
K2 200m:  França,  Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Rússia e Sérvia
K2 1.000m: Austrália, Belarus, França,  Alemanha, Sérvia e Eslováquia
K4 1.000m: Argentina, Austrália,  Belarus, República Tcheca, Hungria, Cazaquistão, Portugal, Romênia, Rússia, Eslováquia e Espanha

Ouro na prova em Londres 2012, a Austrália está garantida na disputa da K4 1.000m no Rio (Foto: Getty Images/Harry How)


C1 200m: Azerbaijão,  Belarus, Brasil, China, Hungria, Lituânia, Portugal e Rússia
C1 1.000m: Brasil,  República Tcheca,  Alemanha, Hungria, República da Moldova, Polônia, Rússia e Ucrânia
C2 1.000m:  Belarus, Brasil, Hungria, Polônia, Rússia e Ucrânia

Fique ligado

  • Na soma de oito provas masculinas e quatro femininas, haverá 144 barcos na disputa dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Serão 96 de homens e 48, de mulheres.
  • No Mundial de Milão 2015 Hungria, Rússia, Belarus, Sérvia e Alemanha foram os países que mais garantiram vagas para o Rio 2016.
  • Os húngaros, que lideraram o quadro de medalhas do esporte em Londres 2012 (três ouros, duas pratas e um bronze), classificaram nove barcos (que somam vagas para 15 atletas) através do Mundial.

Assista à emocionante final do K2 1.000m de Londres 2012, vencida pela Hungria

  • Entre os não-europeus já classificados, vale destacar a Argentina, que obteve três vagas Olímpicas em Milão.
  • Por outro lado, o Canadá, tradicional força do esporte nas Américas (obteve três medalhas em Londres 2012, com uma prata e dois bronzes), decepcionou no Campeonato Mundial ao obter a classificação para o Rio 2016 apenas nas provas  K1 200m masculina e K1 500m feminina.

Mark Oldershaw obteve a medalha de bronze para o Canadá na C1 1.000m em Londres 2012 (Foto: Getty Images/Jamie Squire)
 
 
  • Os canadenses terão nova oportunidade de se classificar no Evento Classificatório Continental Pan-Americano, de 19 a 20 de maio, em Gainsville, EUA.
  • Antes disso, haverá os classificatórios da África (em Pretória, África do Sul, de 29 de março a 2 de abril) e Europa (em Duisburg, Alemanha, de 18 a 19 de maio).

“O Torneio Classificatório da Europa é uma das principais competição até os Jogos e vale prestar atenção. Serão poucas vagas em disputa, então haverá provas fortes e rápidas”

Sebastian Cuattrin

 

Rio2016.com não é uma autoridade absoluta sobre as classificações para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que são um processo em andamento. Vagas finais só serão confirmadas em julho de 2016 (para os Jogos Olímpicos) e agosto de 2016 (para os Jogos Paralímpicos). Os sistemas de classificação são definidos para cada esporte pela respectiva Federação Internacional e o Comitê Olímpico Internacional ou Comitê Paralímpico Internacional e estão sujeitos a mudanças. Quando um atleta ou equipe obtém uma vaga para seu país, a decisão final se ela será usada e quais atletas irão aos Jogos será tomada pelo respectivo Comitê Olímpico Nacional ou Comitê Paralímpico Nacional (CON ou CPN). Mesmo quando atletas alcançarem uma vaga nominal para eles mesmos, CONs/CPNs podem ter de decidir quem será enviado aos Jogos caso o número de atletas classificados de um país exceda a cota máxima.