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Um mundo novo

PROGRAMA DE OBSERVADORES: Revezamento da Tocha chega ao fim, e o Rio aprende com britânicos

Por Rio 2016

Equipe de Gestão de Marcas acompanha momentos inesquecíveis da passagem do símbolo olímpico pelas ruas de Londres

PROGRAMA DE OBSERVADORES: Revezamento da Tocha chega ao fim, e o Rio aprende com britânicos

Tânia Martins e um membro da equipe de suporte do Revezamento da Tocha (Rio 2016™)

Quando a pira for acesa no Estádio Olímpico de Londres na noite desta sexta-feira, data aguardada por bilhões ao redor do mundo, oito mil pessoas terão conduzido a Tocha Olímpica por todo o Reino Unido. Foram 70 dias de revezamento, período em que, bem definido no slogan dos Jogos, o símbolo “inspirou uma geração”. Inspirou também a equipe de Gestão de Marca do Rio 2016™, que conheceu e documentou todos os detalhes do planejamento e da execução do complexo projeto.

Desde o dia 19 de maio, os condutores da Tocha passaram por mais de mil cidades, vilas e povoados por todo o país. Um dia antes, a chama fora acesa na Grécia, berço dos Jogos, em uma tradição que ignora o tempo. Desde paisagens naturais deslumbrantes até os principais pontos turísticos de Londres, a Tocha passou por locais que ficavam a, no máximo, uma hora de 95% da população britânica. Já na reta final, em Londres, o time do Rio 2016™ acompanhou por alguns quilômetros o trajeto e tudo que envolvia os rituais de troca de condutor.

“A atmosfera de celebração é real. Você pode ver famílias e amigos se reunindo nas ruas e em casa, nas sacadas ou nas janelas, para ver o Revezamento. Muitos mostram bandeiras e querem tirar uma foto com o condutor que espera para receber a Tocha. Existe uma publicação que define minuto a minuto o planejamento das passagens da Tocha, com os lugares e nomes das pessoas que irão conduzir. Mesmo com essa responsabilidade, é nítida a alegria e a emoção dos condutores”, afirma Tânia Martins, gerente de marcas.

Todos os condutores foram eleitos por sua comunidade, através do site oficial de Londres 2012, com o mínimo de interferência possível do Comitê Organizador. Os pretendentes mandaram suas histórias e foram escolhidos por seus serviços prestados ou pela doação de verbas para a própria comunidade. Sendo assim, em geral, conduziram a Tocha perto de suas casas, famílias e amigos, gerando uma comoção por onde passavam.

Na memória, um momento único na vida de cada um. Nas mãos, uma lembrança: a Tocha que carregou. Os condutores tiveram a chance de comprar a sua. Das 8.000 tochas disponíveis, até o penúltimo dia de Revezamento, apenas cinco não levaram o objeto do desejo para casa.

O comboio da Tocha era formado por carros oficiais, um ônibus para a mídia, som e ativações dos patrocinadores. O mascote dos Jogos, Wenlock, participou ativamente do percurso, animando o público, que normalmente lotava as ruas.

A festa de 70 dias, então, chegou ao seu clímax. Na Cerimônia de Abertura de Londres 2012, todos os olhos estarão voltados para o grande momento: o acendimento da pira. É o fim do bem-sucedido Revezamento, mas os ensinamentos e experiências serão levados pelos próximos quatro anos:

”Participamos da história sendo feita aqui. Contaremos a nossa história em 2016. Londres passou o recado que estamos construindo para os Jogos no Rio: proporcionou uma energia contagiante, colocando o ser humano em primeiro plano”, conclui a gerente Tânia Martins.