Faltam #100Dias: presidente do IPC prevê desempenho histórico de atletas no Rio 2016
Philip Craven cita evolução nos treinos e resultados recentes e diz que Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro devem superar Londres 2012
Philip Craven cita evolução nos treinos e resultados recentes e diz que Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro devem superar Londres 2012
"Desempenho dos atletas vai inspirar o mundo e redefinir o que as pessoas acreditam ser humanamente possível", diz Craven (foto: Rio 2016/Alex Ferro)
Nos Jogos Paralímpicos Londres 2012 foram quebrados 251 recordes mundiais. O número, que à primeira vista parece um exagero, pode parecer pequeno nos Jogos Rio 2016, que começam daqui a exatamente 100 dias. É essa a previsão de Sir Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC).
“Estou muito confiante de que os Jogos Rio 2016 serão os melhores da história em termos de performance dos atletas, indo além do que vimos em Londres há quatro anos”, disse Craven ao site do IPC.
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O Rio de Janeiro receberá 4.350 atletas de 176 países, recorde de participações na história dos Jogos. Some-se a isso a evolução na preparação dos atletas e temos a mais alta expectativa possível para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, que acontecem entre os dias 7 e 18 de setembro.
#100Dias: Os Jogos Paralímpicos são fonte de inspiração
“Os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão históricos. Os atletas mostrarão a bilhões de pessoas ao redor do mundo a força do espírito humano e o que se pode atingir quando o corpo é levado ao limite. O desempenho dos atletas vai inspirar o mundo e redefinir o que as pessoas acreditam ser humanamente possível”, afirmou Craven.
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Os atletas já começaram a mostrar que estão em ótima forma. O Campeonato Europeu de Natação, em maio, teve a quebra de 28 recordes mundiais, enquanto o evento-teste realizado em maio no Rio de Janeiro teve a quebra de duas marcas.
“Muitos atletas hoje se beneficiam de um regime de treinos em tempo integral, assim como seus companheiros dos Jogos Olímpicos. Vimos nos últimos dois anos, em campeonatos mundiais e regionais, que os atletas estão mais fortes, mais rápidos e mais ágeis do que nunca”, declarou o dirigente.