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Um mundo novo

Para Rio 2016, investment grade reforça confiança internacional no Brasil

Por Rio 2016

Carlos Arthur Nuzman afirma que classificação demonstra capacidade de atrair novos investimentos e de sediar eventos mundiais de grande porte


A elevação do Brasil a um porto seguro de investimentos do mundo todo, a partir da nova classificação de risco da agência Standard & Poor’s (S&P), anunciada na última quarta-feira (30/04), é vista pela candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos de 2016 como mais uma demonstração da confiança internacional no Brasil. "O investment grade recebido pelo país reforça o caminho de solidez que o Brasil vem trilhando, demonstrando a confiança internacional no país e a nossa capacidade de atrair novos investimentos e sediar eventos mundiais de grande porte, como os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo de 2014. Estamos aptos e prontos",  afirma Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê de Candidatura Rio 2016.

A diretora para América Latina da agência de classificação da Standard & Poor´s (S&P), Lisa Schineller, afirmou que a decisão da agência foi baseada num conjunto de fatores positivos da economia brasileira. Segundo a diretora, o “grau de investimento” reflete o bom nível da política econômica, caracterizado por uma postura pragmática, especialmente na manutenção da solidez das contas públicas e liberdade para que o Banco Central continue combatendo a inflação com rigor. Além disso, Schineller destacou outros pontos positivos, como o nível elevado da demanda interna, capaz de sustentar níveis de crescimento a longo prazo e melhorar a distribuição de renda, e o grande esforço em manter o fluxo de investimentos em infra-estrutura, contando com a parceria da iniciativa privada.

Schineller afirmou que “a política econômica pragmática indica que o Brasil tem uma perspectiva de crescimento mais forte no futuro que deve ser sustentável”. A S&P elevou a nota do Brasil de BB+ para BBB-. A escala da agência vai de AAA (concedida a países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido) até D (conceito para países insolventes).

A expectativa de executivos e investidores no Brasil é de melhora geral no ambiente de negócios, com a entrada de novos investimentos externos, redução no custo de financiamentos, aceleração no ritmo de fusões, aquisições e ofertas públicas de ações e maior atividade dos fundos de investimentos em participações, os “private equity”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou o anúncio, comentando: “É uma conquista do povo brasileiro”. A equipe econômica do governo brasileiro afirmou que a decisão da S&P é um reconhecimento do sucesso da política econômica . "O Brasil entra no clube dos países mais respeitados. E esse grau de investimento é importante, porque é recebido num momento de crise da economia mundial", afirmou o ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega. Graças à solidez da política econômica dos últimos anos, o Brasil mantém a inflação sob controle (na casa de 4% ao ano), acumula quase US$ 200 bilhões de reservas internacionais e registra queda do endividamento público em relação ao Produto Interno Bruto, que caiu de 50,46% em 2002 para 41,24% em março deste ano. A economia vem registrando índices positivos de crescimento (6,2% no último trimestre de 2007), assim como os investimentos produtivos, que fecharam em 17,6% (formação bruta de capital sobre o PIB) no último trimestre de 2007, contra 16% no primeiro trimestre de 2006.