Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Obras da Vila Olímpica e Paralímpica dos Jogos Rio 2016 já estão 50% concluídas

Por Rio 2016

Construção civil entra na reta final, com 17 dos 31 prédios construídos

Obras da Vila Olímpica e Paralímpica dos Jogos Rio 2016 já estão 50% concluídas

Complexo imobiliário terá 31 prédios, divididos em sete condomínios, e acomodará 18 mil pessoas durante os Jogos (Rio 2016/Alex Ferro)

As obras do complexo imobiliário que dará lugar à Vila Olímpica e Paralímpica dos Jogos Rio 2016 já ultrapassou a marca de 50% de conclusão. Em construção desde julho de 2012 na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, a Vila terá capacidade para mais de 18 mil hóspedes, entre atletas e oficiais, e será finalizada no primeiro semestre de 2016.

“O projeto está evoluindo muito bem e estamos animados de ver a Vila começar a tomar forma. Vai ser incrível hospedar os melhores atletas do mundo em um só lugar, aqui no Rio, para os primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos da América do Sul. Estamos trabalhando para garantir que os atletas estejam muito bem instalados, para que eles possam focar em produzir as melhores performances durante as competições”, disse o diretor da Vila Olímpica e Paralímpica, Mario Cilenti.

Até o momento, 17 dos 31 prédios do complexo já foram erguidos e, até o fim do ano, a construção das 14 torres restantes será finalizada, com acabamentos internos previstos para 2015. O próximo passo será transformar o complexo residencial na Vila Olímpica e Paralímpica a partir da montagem das estruturas temporárias (overlay), que incluem uma policlínica, um refeitório com capacidade para 5000 pessoas e uma academia, entre outras.

Outro desafio é garantir a completa acessibilidade dos ambientes para receber os atletas Paralímpicos, que chegam poucos dias após a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos.

“Teremos dois ou três dias, no máximo, para fazer a transição da Vila Olímpica para a Paralímpica. Por isso, tudo tem que ser pensado e construído agora. Serão cerca de 700 banheiros acessíveis, além das áreas comuns, que precisam atender não só a cadeirantes, mas também aos atletas com deficiência visual e com mobilidade reduzida, entre outros”, disse Cilenti.

Atualmente, 6.500 operários atuam nas obras, embora seja esperado que este número chegue a 8.000 ao fim do ano. Até o momento, o equivalente a quatro Maracanãs de concreto já foi utilizado nas construções. Os 31 prédios serão divididos em sete condomínios, com o total de 3.604 apartamentos, 10.160 quartos e mais de 18.000 camas. Durante os Jogos, cerca de 10 mil profissionais –entre funcionários, terceirizados e voluntários - atuarão na operação da Vila, que ocupa 475.000 m² de área. 

“É como se estivéssemos montando um grande hotel que vai receber os melhores atletas do mundo por algumas semanas no Rio”, completa o diretor.