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Um mundo novo

Nos bastidores do Rio 2016™, Alexandre Luna encara o desafio da cobertura televisiva

Por Rio 2016

O gerente da área de integração de broadcast fala sobre o trabalho entre as áreas do Comitê e o planejamento das operações junto à OBS

Nos bastidores do Rio 2016™, Alexandre Luna encara o desafio da cobertura televisiva

O gerente de Integração de Broadcast, Alexandre Luna (Rio 2016™)

Os momentos marcantes do maior evento esportivo do planeta são acompanhados a olhos atentos por milhões de espectadores em todo o mundo. Pelas lentes das câmeras de TV, cada movimento dos atletas participantes viaja milhares de quilômetros em questão de segundos, até chegar à sua sala de estar. Para fazer com que esta cobertura aconteça em tamanha sintonia, existe muito trabalho nos bastidores da cobertura dos Jogos. Integrando as diversas áreas funcionais do Comitê e a Olympic Broadcasting Services (OBS), está a equipe do administrador Alexandre Castro Luna, responsável pela área de Integração de Broadcast do Rio 2016™.

Como o nome já diz, a principal missão do grupo é promover a integração entre as áreas e o grupo de clientes broadcast. E de fato, eles conversam com quase todo o Comitê. “Mais de 50 áreas funcionais tem algum tipo de interface com o planejamento de broadcast. Um dos nossos papéis mais importantes aqui dentro é facilitar a comunicação entre essas áreas e os clientes, para garantir que todos os planos estejam de acordo com as entregas que temos que fazer para eles”, conta Luna, que lidera a área desde março de 2012.

Além disso, é também responsabilidade da equipe organizar a troca de informações entre o Comitê e a OBS e garantir que as necessidades identificadas por esta organização estejam também refletidas nos projetos desenvolvidos pelo Rio 2016™. A OBS é a emissora-anfitriã, empresa do Comitê Olímpico Internacional (COI) responsável pela geração e entrega do sinal televisivo e de rádio às organizações detentoras de direitos de transmissão.

“Temos diversas obrigações em infraestrutura e serviços até o momento dos Jogos e todas essas entregas devem considerar o planejamento de broadcast feito pela OBS em conjunto com a gente. No desenho de uma única instalação, por exemplo, é preciso contemplar uma área para operação de broadcast, todos os locais identificados para posicionamento de câmeras, refletores e outros equipamentos, os caminhos para o cabeamento desses equipamentos, é claro, além da área de zona mista, a tribuna dos comentaristas, etc. Nós acompanhamos todas essas entregas, garantindo que tudo seja feito dentro do prazo e com a qualidade acordada”, comenta.

Entre os dias 13 e 17 de maio, 27 funcionários da OBS, incluindo o seu diretor geral, Yiannis Exarchos, estiveram no Rio de Janeiro para conhecer locais de competição e dar a partida no planejamento de broadcast dos Jogos. Segundo Luna, agora é o momento de estruturar o processo de monitoramento e reporte de todas as ações planejadas até os Jogos, e preparar as áreas funcionais para o World Broadcasters Briefing, evento previsto para o segundo semestre, onde as emissoras detentoras de direitos conhecerão o plano de cobertura e transmissão e o estado atual do planejamento dos Jogos Rio 2016™.

Uma oportunidade de aliar experiência ao conhecimento

A experiência na área de tecnologia já havia proporcionado a Alexandre o primeiro contato com o mundo do esporte. “Trabalhava em uma multinacional de tecnologia onde atendia a grandes clientes da empresa. Um destes clientes era o Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 (CO-RIO). Este contato me rendeu a oportunidade de trabalhar no Pan, onde fui responsável pela infraestrutura de telecomunicação para broadcast dos Jogos”, completa.

Após o Pan-Americano, Luna continuou no Comitê de Candidatura, mas a vontade de ter novas experiências já falava mais alto. Dois dias depois do anúncio da vitória do Rio para sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, o administrador aterrissava em Madri para começar um curso de mestrado. “Já tinha o desejo de mudar um pouco a minha área de atuação e decidi fazer o mestrado justamente por isso. Cheguei a Madri, que coincidentemente era a cidade candidata que estava concorrendo com o Rio para os Jogos de 2016, dois dias depois do anúncio. Me lembro de ainda ver os cartazes espalhados pela cidade e as notícias nos jornais tentando entender a derrota. Naquela época não tinha ideia de que voltaria para trabalhar no Rio 2016™. Por coincidência, recebi o e-mail de convite para integrar o Comitê justamente no dia da minha formatura do mestrado e acabei voltando para cá”, conta.

Como parte do time Rio 2016™ desde fevereiro de 2011, o gerente de integração de broadcast do Comitê hoje alia a experiência profissional na área de tecnologia ao conhecimento gerencial adquirido na sua de formação.