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Um mundo novo

Lenda Paralímpica do tênis de mesa, Natalia Partyka busca primeira medalha Olímpica nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Jovem polonesa está entre os dez atletas do mundo a combinar participações nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Lenda Paralímpica do tênis de mesa, Natalia Partyka busca primeira medalha Olímpica nos Jogos Rio 2016

"Meu maior sonho é conquistar medalhas nas duas competições”, diz a tricampeã Paralímpica Natalia Partyka (Matthew Loyd/Getty Images)

Natalia Partyka faz parte de um seleto grupo no cenário internacional do esporte. A jovem polonesa de 24 anos, que nasceu sem a mão e parte do antebraço direito, é uma das dez atletas do mundo a combinar participações nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Já em preparação para o Rio 2016, a tricampeã Paralímpica de tênis de mesa sonha conquistar na capital carioca sua primeira medalha Olímpica.

“Sempre sonhei em disputar os Jogos Olímpicos e os Jogos Paralímpicos, e esse desejo se tornou 100% completo em Londres, quando participei das disputas Olímpicas individuais e por equipes. Foi uma oportunidade ótima e aprendi muito lá. Quero reviver esta experiência no Rio 2016 e estou trabalhando forte para isso. Meu maior sonho é conquistar medalhas nas duas competições”, diz a polonesa, em entrevista ao site rio2016.com.

Natalia começou a jogar tênis de mesa aos sete anos de idade. Aos 11, veio a primeira de muitas marcas da carreira: tornou-se a atleta mais jovem a participar dos Jogos Paralímpicos, em Sydney. Quatro anos depois, ganhou o primeiro ouro, nas disputas individuais da classe 10, em Atenas, e a prata por equipes.

Em Pequim, ela começava a fazer história. Além de conquistar o bicampeonato individual Paralímpico e prata por equipes, fez parte da equipe Olímpica polonesa que disputou os Jogos. Em 2012, o ápice, com o tricampeonato Paralímpico individual, o bronze por equipes e participações nos torneios Olímpicos de simples e por equipes.

Se alcançar seu objetivo, Natalia repetirá o feito do húngaro Pál Szekeres, medalhista de bronze na esgrima Olímpica e tricampeão paralímpico na esgrima em cadeira de rodas após sofrer acidente de carro.

A trajetória da lenda polonesa inspira uma jovem brasileira. Revelação nacional no tênis de mesa Paralímpico, Bruna Alexandre, de 18 anos, quer repetir o feito de Natalia nos Jogos Rio 2016. Com parte do braço direito amputado após um erro médico aos três meses de idade,  Bruna integra a selação brasileira Olímpica e Paralímpica da modalidade e é a quarta colocada no ranking mundial Paralímpico da classe 10.

“A história da Natalia e tudo que ela faz são uma inspiração para mim. Estou me dedicando muito para, no Rio, disputar os Jogos Olímpicos e os Jogos Paralímpicos, como ela fez em Londres e Pequim. É uma atleta muito inteligente, ágil e dona de um saque muito bom. Em uma entrevista, ela disse que eu serei campeã mundial daqui a alguns anos, e esse comentário me deixou muito feliz e confiante de que estou no caminho certo”, revela a brasileira, que chegou às quartas de final dos Jogos Paralímpicos de Londres, quando tinha 17 anos.

Fã de Natalia, brasileira Bruna Alexandre é apontada pela polonesa como futura campeã do tênis de mesa Paralímpico (Foto: Justin Setterfield/Getty Images)

 

Impulsionada pela forte vocação de superar limites, Natalia  Partyka conhece como poucos as possibilidades e benefícios oferecidos pelo esporte. E torce pela popularização da modalidade após os Jogos Rio 2016.

“O tênis de mesa é um esporte para todos. Não importa se você tem deficiência ou não, se é alto ou baixo. Qualquer um pode jogar e ser bom. Espero que todos que acompanharem o tênis de mesa nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio gostem das partidas e, quem sabe, se sintam motivados a praticar esportes”, comenta a mesatenista.

A pouco mais de dois anos para os Jogos, Natalia tem competições importantes pela frente, como os Circuitos e Campeonatos Mundiais. Agraciada com o título de “Embaixadora da Construção de Sonhos”, oferecido pela Federação Internacional de Tênis de Mesa, a tricampeã Paralímpica revela suas expectativas para os Jogos do Rio.

“Nunca estive no Brasil, mas só escuto coisas boas sobre o Rio e estou muito ansiosa para conhecer a cidade. Tenho certeza que tudo será muito bem preparado e que os atletas terão as melhores instalações e a atmosfera perfeita para alcançarem seus objetivos”, acredita Natalia.