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Um mundo novo

Legado dos Jogos Olímpicos para o tênis deve alavancar o esporte após a Era Guga

Por Rio 2016

Estádio para 10 mil torcedores e mais sete quadras permanecerão no Parque Olímpico da Barra

Legado dos Jogos Olímpicos para o tênis deve alavancar o esporte após a Era Guga

Getty Images/Clive Brunskill

O tênis nunca foi tão popular no Brasil como no fim da década de 90 e início dos anos 2000. Graças ao carismático Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros, as escolinhas do esporte ficaram cheias e os torneios internacionais eram acompanhados como uma Copa do Mundo de futebol. Criar novos ídolos não é tarefa fácil, mas o legado em infraestrutura que ficará para o Rio de Janeiro após a disputa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ é um passo importante para o tênis voltar a ser manchete no país.

Um estádio para cerca de 10 mil torcedores será construído no Parque Olímpico da Barra e ficará de legado para a cidade após os Jogos juntamente com outras sete quadras. O Centro Olímpico de Tênis contará ainda com duas arenas temporárias, uma para 5 mil e outra para 3 mil pessoas, e seis quadras de aquecimento.

“Além da possibilidade de receber grandes eventos esportivos, as quadras poderão ser utilizadas posteriormente pela população em geral”, explicou o coordenador de Competição Esportiva do Rio 2016™, Walter Russo.

Ele lembrou ainda que o torneio Olímpico será disputado em quadras rápidas e que vale 1000 pontos para o circuito mundial, perdendo nesse quesito apenas para os quatro torneios do Grand Slam.

“Os Jogos Olímpicos acontecerão em agosto, quando o calendário internacional contempla grandes torneios em quadras rápidas, o que é outro ponto positivo. Todos os melhores atletas do mundo estarão aqui”, comentou.

Para Guga, o Brasil tem tudo para aproveitar esse momento. “A oportunidade de sediar uma edição dos Jogos Olímpicos é muito valiosa e desafiadora. Cabe a nós agora transformar em realidade os possíveis legados dos jogos olímpicos e aproveitar essa chance para melhorar os serviços que beneficiam a população. Além disso, sediar os Jogos Olímpicos ajuda a oxigenar o país com o esporte que pode servir como uma ferramenta de educação e inspiração para os jovens e as crianças, assim como contribuir com o desenvolvimento das modalidades esportivas”, comentou.

Atletas como o espanhol Rafael Nadal, campeão olímpico em simples em Pequim 2008, o suíço Roger Federer, que terá 35 anos em 2016, mas apresenta um físico invejável, ou a norte-americana Serena Williams, dona de quatro medalhas de ouro Olímpicas no currículo, três delas jogando ao lado da irmã Venus, são alguns dos nomes aguardados para abrilhantar a competição no Rio de Janeiro.

O sérvio Novak Djokovic, o britânico Andy Murray e o argentino Juan Martín Del Potro, que protagonizou uma autêntica batalha com Federer pela semifinal do torneio de Londres 2012 em jogo que durou 4h26 e foi o mais longo da história em melhor de três sets, são astros também muito esperados. Assim como a russa Maria Sharapova, a bielorrussa Victoria Azarenka, a sérvia Ana Ivanovic, os irmãos Bryan...