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Um mundo novo

Lançamento da pedra fundamental marca o início das obras do Parque Olímpico

Por Rio 2016

Presidente do Rio 2016™, Carlos Arthur Nuzman, comemora o dia histórico para o esporte brasileiro

Lançamento da pedra fundamental marca o início das obras do Parque Olímpico

Paes e Nuzman (ao centro, agachados) com atletas e autoridades (Foto: Divulgação)

O lançamento da pedra fundamental do Parque Olímpico, na região da Barra da Tijuca, nesta sexta-feira, 6 de julho, marcou o início das obras no complexo esportivo, que agrega boa parte das competições olímpicas e paralímpicas do Rio 2016™. A cerimônia contou com a presença do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™, Carlos Arthur Nuzman, e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, entre outras autoridades.

As instalações do Parque Olímpico ocuparão uma área de 1,18 milhão de metros quadrados. No local, serão realizadas disputas de 14 esportes e disciplinas olímpicos (basquetebol, judô, taekwondo, lutas, handebol, tênis, ciclismo, saltos ornamentais, polo aquático, natação, nado sincronizado, ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim) e nove paralímpicos (basquetebol em cadeira de rodas, rugby em cadeira de rodas, bocha, judô, voleibol sentado, goalball, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação).

“Hoje é um dia histórico para o esporte brasileiro. O Parque Olímpico é o coração dos Jogos e após 2016 deixará como legado o primeiro Centro Olímpico de Treinamento da América do Sul”, afirmou Carlos Arthur Nuzman.

As obras de infraestrutura e a manutenção da área por 15 anos estão a cargo do Consórcio Rio Mais, formado pelas construtoras Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken, vencedor da Parceria Público-Privada (PPP) licitada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em março deste ano.

Simulação do Parque Olímpico em 2016 (Arte: Divulgação)

Desmonte do Autódromo

O início das obras do Parque Olímpico ocorrerá em paralelo à progressiva desativação do Autódromo de Jacarepaguá, prevista para terminar no último trimestre deste ano. O desmonte começará pelas arquibancadas descobertas e não vai interferir no calendário automobilístico de 2012.

A desativação progressiva do autódromo está condizente com o cronograma das obras do Parque Olímpico, estabelecida em comum acordo entre a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), a Prefeitura do Rio de Janeiro e o consórcio Rio Mais. Novas instalações automobilísticas serão construídas pelo governo Estadual na região de Deodoro.

A PPP que viabilizou toda a infraestrutura do local também garante a construção de um hotel de 400 quartos, o Centro Principal de Mídia e três pavilhões que constituirão o futuro Centro Olímpico de Treinamento (COT) para atletas de alto rendimento.

A Prefeitura do Rio de Janeiro será responsável, ainda, pelas obras do Parque Olímpico realizadas com recursos federais. São equipamentos que não estão contemplados na PPP e que fazem parte do escopo do Governo Federal, como o Parque Aquático, o Centro de Tênis, o Centro Internacional de Transmissão (IBC), entre outros.

Pedra Fundamental do Parque Olímpico (Foto: Divulgação)

Preservação ambiental

A preservação ambiental é um dos princípios na condução das obras do Parque Olímpico, que reaproveitarão 100% dos resíduos. O destaque para o meio ambiente está previsto desde a elaboração do concurso internacional que escolheu o plano geral do Parque, realizado em agosto de 2011.

Além de contemplar a definição dos espaços públicos (ruas, áreas livres, acessos etc.) nos modos jogos e legado, a proposta urbanística vencedora, da empresa inglesa Aecom, prevê a transição entre os dois cenários.

O projeto prevê a recuperação ecológica da lagoa localizada no entorno da área, acessibilidade, uso de inovações tecnológicas sustentáveis e segurança. A infraestrutura do Parque Olímpico contará com um sistema de tratamento através de filtragem natural das águas de drenagem, paisagismo, iluminação e pavimentação de vias.