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Um mundo novo

Jogadoras da seleção brasileira de basquetebol fazem ponte para o futuro

Por Rio 2016

Atletas visitam projeto social esportivo no Leblon para ensinar e inspirar adolescentes e crianças

Jogadoras da seleção brasileira de basquetebol fazem ponte para o futuro

Érika arremessa entre os jovens da Cruzada: exemplo de sucesso no esporte (Foto: CBB/Divulgação)

O evento-teste de basquetebol feminino só começa na sexta-feira (15), no Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra. Mas as 12 atletas convocadas para a seleção brasileira já estão espalhando o espírito Olímpico pela cidade. Nesta terça-feira (12), as jogadoras e o técnico Antônio Carlos Barbosa visitaram o Basquete Cruzada e inspiraram cerca de 100 crianças e adolescentes do projeto social da comunidade Cruzada São Sebastião, no Leblon, zona sul do Rio, durante uma série de atividades.

Teve torneio de arremessos, aula sobre fundamentos e técnicas, brincadeiras e muita conversa animada. O grupo de alunos tinha entre 10 e 18 anos, e aproveitou para tirar selfie e pedir conselhos para as atletas mais conhecidas, como Iziane, Érika e Clarissa. "Esse tipo de ação recreativa e educativa é fundamental para a integração social dos jovens, que é o nosso principal objetivo", disse Wagner Silva, gestor do Basquete Cruzada, que existe há 17 anos.

Para o técnico da seleção feminina de basquetebol, Antônio Carlos Barbosa, esse contato com as selecionadas é um estimulo extraordinário para a garotada.

“Temos atletas cariocas que vieram de projetos como esse e hoje são um sucesso internacional. Uma visita assim gera nesses jovens a vontade de seguir o mesmo caminho”

Antônio Carlos Barbosa, técnico da seleção brasileira feminina de basquetebol

Atletas da seleção brasileira de basquetebol fizeram a alegria de aprendizes da Cruzada São Sebastião (Foto: CBB/Divulgação)

 

Uma dessas atletas, a pivô Érika de Souza, 33 anos, começou, ainda adolescente, em um projeto semelhante, na Vila Olímpica da Mangueira, uma das mais conhecidas favelas do Rio de Janeiro. "Fico muito feliz de ter a chance de passar aqui um pouco da minha experiência", disse a jogadora, que já atuou na WNBA (liga americana de basquete feminino) e hoje, após romper com o Adana Aski, da Turquia, negocia com clubes europeus.

"O mais gratificante de participar de ações como essa é ver o brilho nos olhos das crianças e a vontade de ter sucesso no esporte"

Érika, pivô da seleção brasileira, que começou na Mangueira

Jovens da Cruzada: atentos ao futuro, nas palavras do treinador Antônio Carlos Barbosa (Foto: CBB/Divulgação)

O Brasil entra na quadra da recém-apresentada Arena Carioca 1 nesta sexta (15), às 20h30, para enfrentar a Venezuela pelo Torneio Internacional Feminino de Basquetebol

Conheça as regras e saiba mais sobre basquetebol com o infográfico do Rio 2016