Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Grã-Bretanha aposta na tradição e domina cenário internacional no remo Olímpico

Por Rio 2016

Após brilhar nos Jogos Londres 2012, britânicos mantêm liderança no Mundial 2013 e contam com adversários de peso, como Nova Zelândia, Noruega e Estados Unidos

Grã-Bretanha aposta na tradição e domina cenário internacional no remo Olímpico

Edição 2013 da tradicional competição entre as universidades de Oxford e Cambridge, na Grã-Bretanha (Getty Images/Clive Rose)

Tudo começou em 1829, quando as primeiras disputas entre regatas deram origem à tradicional rivalidade entre as universidades de Oxford e Cambridge, na Grã-Bretanha. Quase dois séculos depois, a terra natal do remo esportivo continua a desempenhar com maestria o seu papel no ranking mundial do esporte e é considerada a principal adversária para aqueles que quiserem figurar no alto do pódio.

Nos Jogos Londres 2012, a Grã-Bretanha aproveitou a competição em casa para liderar o quadro de medalhas, conquistando quatro ouros, duas pratas e três bronzes. A chuva de medalhas começou com a dupla Glover e Heather Stanning, que garantiram à seleção britânica não somente o primeiro título do remo feminino em Jogos Olímpicos, mas também as primeiras medalhas da Grã-Bretanha nos Jogos.

O sucesso da dupla foi o ponto de partida para que o país-sede montasse o seu espetáculo particular. Outra dupla que ganhou o coração da torcida foi a formada pelas britânicas Katherine Grainger e Anna Watkins, que venceram no skiff duplo. Grainger, aos 36 anos, já colecionava três pratas no currículo (Sidney 2000, Pequim 2008 e Atenas 2004), mas o ouro veio somente quando competia em casa.

Will Satch, que ficou com o bronze na dupla com George Nash, garante que os momentos ficaram marcados na memória.

“Competir em casa foi extremamente emocional. Durante a minha carreira, sempre lembro das mesmas pessoas na minha torcida – minha mãe, meu técnico, meu cachorro. De repente, me vi em um estádio com 80 mil pessoas. Foi uma experiência de outro mundo e eu amei cada segundo”, contou.

Outros países também seguem no encalço da Grã-Bretanha. A Nova Zelândia ficou em segundo no quadro de medalhas em Londres 2012, com três ouros e dois bronzes. A Alemanha foi o único país a entrar com competidores em todas as 14 categorias do esporte e garantiu a terceira posição. Já quando o assunto é a equipe feminina, as norte-americanas garantem uma dose extra de emoção. Elas ganharam todos os campeonatos mundiais e competições Olímpicas desde 2006 e estiveram a um barco de distância de quebrar o recorde mundial em Lucerne.

Após uma grande atuação em casa, os britânicos mostraram que pretendem manter o sucesso em 2016. Invencível, a dupla formada pelas atletas Helen Glover e Polly Swann coroou a sua temporada com o título máximo no Mundial de Remo de Chungiu (Coréia do Sul) e garantem que estão atentas à posição do país no cenário internacional.

“Depois dos Jogos de Londres, temos mais britânicos acompanhando as competições, o que representa muita pressão, mas também uma grande dose de apoio. Não acho que isso seja uma coisa ruim, temos mostrado boa velocidade e nos posicionado como as ‘adversárias a superar’”, disse Glover.

Além de arquibancadas lotadas, o Mundial de Chungiu quebrou o recorde de países participantes – 73 no total, com cinco estreantes. Cuba celebrou ainda sua primeira medalha com o remador Angel Fournier Rodriguez.

O norueguês Nils Jakob Hoff foi um dos destaques do Mundial de Chungiu ao comemorar a vitória na dupla com uma típica saudação viking (Foto: Getty Images/Chung Sung-Jun)

 

Outros recordes foram batidos pelos neozelandeses Eric Murray e Hamish Bond na dupla, que fecharam a sua 16ª vitória consecutiva. O atual campeão Olímpico Mahé Drysdale, da Nova Zelândia, acabou ficando de fora e foi o atual medalhista de prata, Ondrej Synek, quem fechou a temporada imbatível e levou o ouro.

A equipe masculina da Grã Bretanha também conquistou o campeonato mundial em Chungiu, feito inédito para o país. Satch, um dos oito remadores da equipe, contou que também aposta no ótimo desempenho dos britânicos no esporte.

“Para um ano pós-Olímpico, acho que o desempenho da equipe britânica foi muito impressionante. Somente dois dos nossos barcos chegaram ao top 12, e todos chegaram à final A. Os números mostram que ainda somos uma nação muito forte, e eu acho que somos capazes de realizar muitas coisas no futuro. O Rio 2016 está no topo da minha lista de prioridades”, contou.