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Um mundo novo

Giovane: "Está difícil até de falar. Receber a tocha neste lugar sagrado é único"

Por Rio 2016

O bicampeão Olímpico saiu emocionado após representar o Brasil no primeiro trecho do revezamento da tocha Olímpica na Grécia  

Giovane: "Está difícil até de falar. Receber a tocha neste lugar sagrado é único"

Giovane Gávio com a tocha Olímpica Rio 2016 em Olímpia, na Grécia (Rio 2016/André Luiz Mello)

Alguns momentos na vida a gente nunca esquece. O primeiro beijo, o nascimento dos filhos, o primeiro ouro Olímpico, o segundo ouro Olímpico e também o dia em que recebeu a chama Olímpica direto do Templo de Hera, na Grécia. O bicampeão Olímpico de voleibol Giovane Gávio viveu hoje esse momento inspirador. E saiu da experiência inspirado:

“Estou muito emocionado. Está até difícil falar. Receber a tocha aqui neste lugar sagrado é único, fantástico”

Nesta quinta-feira (21), ele foi ser o primeiro do país-sede dos Jogos a conduzir a tocha Olímpica Rio 2016 após a cerimônia de acendimento da chama na cidade de Olímpia, na Grécia. O ex-atleta e gerente do voleibol do Rio 2016 recebeu o símbolo dos Jogos Olímpicos das mãos do ginasta grego  Eleftherios Petrounias, começando assim o revezamento que passará por Grécia, Suíça e mais de 300 cidades do Brasil até chegar ao Estádio do Maracanã, no dia 5 de agosto, palco da cerimônia de abertura.

"Quero inspirar os brasileiros a participar dos Jogos, que são do Brasil"

Momentos antes de correr o seu trecho no revezamento, Giovane não escondia a ansiedade:

“No ensaio já passou um filme na minha cabeça. Todo o meu passado, meus momentos na quadra, os companheiros que me ajudaram a chegar até aqui, o presente, por estar vivendo no Brasil os Jogos Olímpicos ajudando a organizar, e o futuro que, com certeza, vai ser no esporte”, contou.

Por fim, deixou um recados para os atletas e torcedores que participam dos primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul: "Quero agradecer e dizer a todos os atletas que estaremos torcendo muito por eles nos Jogos. Vai ser fantástico. Mas esporte não é só conquista de medalhas. Junto com a educação e com seus valores, pode transformar a vida de crianças, jovens e adultos. Principalmente no momento em que estamos vivendo no país, precisamos resgatar nossa unidade. No fundo, somos todos brasileiros", disse.


Assista à passagem da chama do ginasta grego para o brasileiro: