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Um mundo novo

Ginástica ultrapassará marca da milésima medalha nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Esporte já distribuiu 966 medalhas desde sua estreia no programa Olímpico

Ginástica ultrapassará marca da milésima medalha nos Jogos Rio 2016

Jogos Olímpicos Londres 2012 condecoraram atletas da ginástica com 54 medalhas (Getty Images/Michael Regan)

A ginástica viverá um momento histórico nos Jogos Rio 2016. Com 966 medalhas distribuídas na história do evento, o esporte alcançará, na Arena Olímpica do Rio, na Barra da Tijuca, a marca de 1.000 medalhas. Na primeira edição dos Jogos Olímpicos da América do Sul, serão disputadas 18 provas da ginástica - artística, ritmica e de trampolim - que vão condecorar 54  atletas.

Das três disciplinas da ginástica que integram o programa Olímpico, a artística é a mais tradicional - está presente desde a primeira edição dos Jogos da Era Moderna, Atenas1896 - e já distribuiu 903 medalhas. A extinta União Soviética tem um histórico impressionante na disciplina, com 64 medalhas de ouro conquistadas. Os Estados Unidos têm pouco mais da metade (31 ouros), enquanto Japão (27), China (26) e Romênia (24) também revelam sua tradição no esporte.

A ginástica rítmica só entrou no calendário Olímpico 88 anos depois, nos Jogos Los Angeles1984. E, em oito participações, já distribuiu 39 medalhas. A escola russa é a mais forte da ginástica rítmica e já levou o país oito vezes ao topo do pódio - outras duas medalhas de ouro foram conquistadas pela extinta União Soviética e pela Equipe Unificada, formada por Repúblicas da antiga URSS nos Jogos Barcelona 1992. Espanha, Ucrânia e Canadá somam, por sua vez, um ouro cada.

A última disciplina da ginástica a integrar o programa Olímpico foi o trampolim, que fez sua estreia nos Jogos Sydney 2000. Desde então, um total de 24 medalhas já esteve em jogo, e a China, com três ouros, é o país que lidera o quadro. Já a Rússia contabiliza duas medalhas de ouro, seguida por Canadá, Ucrânia e Alemanha, com uma cada.

Cada disciplina, uma história diferente

Criada na Alemanha como forma de condicionamento físico e treinamento militar, a ginástica artística estreou nos Jogos Atenas 1896 com disputas apenas entre homens. A participação das mulheres só veio mais tarde, nos Jogos Amsterdam 1928. Com provas livres e por aparelhos, os homens competem no solo, salto, barras fixas, barras paralelas, cavalo com alças e argolas. Já as mulheres disputam no solo, salto, barras assimétricas e trave de equilíbrio. As medalhas são distribuídas em provas individuais, em que o participante compete em todos os aparelhos, por equipes e para cada aparelho.

A ginástica rítmica, por sua vez, tem origem das práticas de ginástica em grupo, que contam com algumas coreografias, e tem influência de danças clássicas, como o balé. Realizadas exclusivamente por mulheres, as provas da disciplina consistem em apresentações individuais e por equipes, que contam com cinco ginastas, em uma área de 13 x 13m, utilizando quatro dos cinco elementos: corda, bola, arco, fita e maças.

Já a ginástica de trampolim foi criada nos Estados Unidos, nos anos 1930, pelo professor de Educação Física e ex-ginasta George Nissen, que teve como inspiração as redes de segurança dos trapezistas nos circos. Nas apresentações, os atletas realizam uma série de dez rotinas, incluindo saltos simples, duplos e triplos, com e sem piruetas, que podem chegar a até dez metros de altura sobre o trampolim. Um júri especializado avalia os movimentos e define as notas de cada participante, descontando pontos pelos erros cometidos. A disciplina estreou nos Jogos Sydney 2000 já no sistema de provas individuais masculinas e femininas, que permanece até hoje.