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Um mundo novo

Gerente de Integração Paralímpica comenta desafios da área para entregar Jogos com excelência

Por Rio 2016

Para Mariana Mello, planejamento integrado minimizará os esforços e o orçamento para o período de transição e operação dos Jogos Paralímpicos Rio 2016™

Gerente de Integração Paralímpica comenta desafios da área para entregar Jogos com excelência

Milos Bicanski / ©Getty Images

Não basta repetir a receita para entregar os dois maiores eventos esportivos do planeta com o mesmo charme, o mesmo espírito e, principalmente, com o mesmo nível de serviço. Em 2016, o Rio de Janeiro terá o orgulho de receber a 31ª edição dos Jogos Olímpicos e a 15ª edição dos Jogos Paralímpicos de Verão.

E para alcançar o mesmo nível de excelência nas competições, o Comitê Organizador Rio 2016™ conta com um setor que se dedica exclusivamente a assegurar que todas as suas áreas planejem de forma integrada os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

“A área de Integração Paralímpica é responsável por garantir que todas as demais áreas façam suas entregas para atender às expectativas dos clientes paralímpicos. Além disso, é responsável por dar suporte com informações específicas e por aumentar a conscientização, interna e externa sobre o Movimento e os Jogos Paralímpicos”, contou a gerente de Integração Paralímpica do Rio 2016™, Mariana Mello.

Segundo Mariana, para obter sucesso nesta área, além de algumas características e conhecimentos específicos, os profissionais precisam de uma boa dose de poder de superação. “Além de um conhecimento geral sobre Jogos Paralímpicos, tem que ser uma pessoa com excelente relacionamento interpessoal e movida a desafios”, explicou.

A infraestrutura necessária para a realização dos Jogos Paralímpicos impressiona, entre outras coisas, pelo envolvimento direto de mais de 100 mil pessoas na organização, incluindo 30 mil voluntários. São esperados mais de 4.200 atletas paralímpicos de cerca de 170 nações, além de milhares de profissionais de imprensa, de apoio, apaixonados pelo esporte e turistas do mundo inteiro.

A área de Integração Paralimpica tem o apoio da área de Sustentabilidade, Acessibilidade e Legado para dar suporte e acompanhar os demais setores durante todo o período de planejamento, porém cada área funcional é responsável por garantir que todas as diretrizes de acessibilidade do Comitê Paralímpico Internacional, bem como a legislação brasileira sejam cumpridas.

“Este planejamento integrado minimizará os esforços e o orçamento para o período de transição e operação dos Jogos Paralímpicos. Os dois eventos têm muito em comum, mas existem diferenças importantes que precisam ser respeitadas e planejadas”, frisou Mariana.

Ex-judoca profissional, ex-técnica da seleção brasileira de judô feminino paralímpico, Mestre em Ciência da Motricidade Humana, a gerente falou sobre sua principal meta e da área de Integração Paralímpica para 2016.

“Os Jogos Paralímpicos Rio 2016 certamente serão um marco na vida das milhões de pessoas com deficiência no Brasil. Nossa área pretende deixar um legado de mudança de mentalidade em relação às pessoas com deficiência, além de deixar um legado documental para o movimento paralímpico que possa ajudar futuros comitês organizadores na organização da competição”, ressaltou.