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Um mundo novo

Gêmeos eslovacos sonham com volta ao topo do pódio da canoagem slalom nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Tricampeões Olímpicos, Peter e Pavol Hochschorner buscam recuperação após bronze em Londres

Gêmeos eslovacos sonham com volta ao topo do pódio da canoagem slalom nos Jogos Rio 2016

Peter e Pavol Hochschorner em ação na prova final dos Jogos de Londres, quando ficaram com o bronze (Getty Images/Alexander Hassenstein)

Dividindo a mesma canoa, os gêmeos Peter e Pavol Hochschorner representam hoje a Eslováquia e fazem história na canoagem slalom - com três ouros Olímpicos - a caminho dos Jogos Rio 2016. Em entrevista ao site rio2016.com, os atletas falam sobre suas expectativas para a classificação e os desafios para voltar ao topo do pódio Olímpico, após o bronze em Londres.

"A disputa interna pela classificação para os Jogos Rio 2016 será muito intensa, pois temos muitos canoístas eslovacos talentosos. Garantindo nosso lugar, seria ótimo conquistar o ouro novamente. Há uma série de competidores jovens na nossa categoria e será interessante enfrentá-los. Vamos tentar fazer nossa experiência valer”, afirma Pavol.

Se conquistarem o ouro em 2016, os irmãos dão uma pista de como será a comemoração, que promete ser bem brasileira.

“Já estivemos no Brasil três vezes e sempre nos sentimos muito bem, gostamos muito do país. Até adquirimos o hábito brasileiro de reunir os amigos para fazer churrasco. Temos feito bastante isso em casa”, revela Pavol.

Com quatro participações Olímpicas no currículo, os irmãos colecionam três ouros na categoria C-2, conquistadas em Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008. Apesar de terem perdido a hegemonia em Londres, onde terminaram com o bronze, seguem na história como os maiores medalhistas da canoagem slalom nos Jogos Olímpicos.

“Tivemos uma sensação horrível em Londres, porque não fizemos uma boa prova e sabíamos que uma penalidade poderia nos custar o lugar no pódio. No final, ficamos felizes por termos garantido uma medalha para a Eslováquia”, explica Peter.

Peter e Pavol Hochschorner comemoram o primeiro ouro Olímpico, conquistado em Sydney (Foto: Getty Images/Clive Burnskill)

 

Ícones da canoagem slalom no cenário internacional e oriundos de um dos países onde o esporte é mais praticado, os irmãos Hochschorner acreditam que os Jogos Rio 2016 podem contribuir para a popularização da disciplina no Brasil. Os atletas do país serão beneficiados pela construção do Estádio Olímpico de Canoagem Slalom, em Deodoro, que após os Jogos funcionará como centro de treinamento de alto rendimento para a disciplina.

“Esperamos que este lindo esporte se torne mais popular também no Brasil. Com técnicos motivados, isso pode ser possível e esperamos que possamos ajudar para que isso aconteça”, afirma Peter. 

A canoagem está no sangue da família Hochschorner. Peter e Gabriela, pais dos gêmeos, defenderam as equipes da antiga Tchecoslováquia na canoagem slalomA dupla, que começou na canoagem velocidade, decidiu, aos 15 anos, passar a treinar no slalom. Em uma das primeiras atividades, Pavol quase se afogou. Os irmãos chegaram a desistir da disciplina, mas, para o bem do esporte Olímpico mundial, voltaram atrás. Hoje, são treinados pelo pai e contam com a ajuda da irmã Eva, que também é atleta da canoagem, no gerenciamento de suas carreiras.

Com 34 anos, os irmãos enxergam nos Jogos do Rio uma nova, e talvez última, possibilidade de recuperar a posição no topo do pódio Olímpico. 

“Estaremos com uma idade avançada na época dos Jogos de Tóquio, em 2020 (40 anos), e vamos ver o que o nosso corpo nos diz, mas alguns competidores mais velhos seguem em atividade, então nunca se sabe”, diz Peter.