Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Filme ‘Paratodos’ apresenta rotina e conflitos de campeões dos esportes Paralímpicos

Por Rio 2016

Alan Fonteles, Daniel Dias e Fernando Fernandes estão entre as estrelas do documentário com lançamento em 2 de junho

Filme ‘Paratodos’ apresenta rotina e conflitos de campeões dos esportes Paralímpicos

Alan Fonteles, campeão em Londres 2012, é um dos destaques de 'Paratodos' (Gareth Copley/Getty Images)

Texto: Denise Mirás

Foi em uma tarde de folga, zapeando a TV do sofá de casa, que o diretor de cinema Marcelo Mesquita viu atletas com lâminas em vez de pernas, na pista do Estádio Olímpico de Londres, esperando a largada dos 200m dos Jogos Paralímpicos de 2012. Curioso, ouviu anunciar como favoritíssimo ao ouro o sul-africano Oscar Pistorius, que tinha um brasileiro ao lado. Era Alan Fonteles – que, numa arrancada incrível, deixou para trás o favorito. Ali nasceu a ideia do filme "Paratodos", com estreia simultânea em cinemas e escolas de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará, marcada para 2 de junho. 

Confira o trailer do filme 'Paratodos', do diretor Marcelo Mesquita:

Agora é oficial: após 4 anos de filmagens em 6 países com mais de 10 dos principais atletas paralímpicos brasileiros,...

Publicado por PARA TODOS em Quarta, 30 de março de 2016

 

“Comecei a fazer umas pesquisas para montar um ‘monstrinho’, como a gente diz. Um trailer falso, com imagens juntadas, que acabou ficando melhor do que a gente esperava”, conta Marcelo, que decidiu ir a Brasília falar com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Deu tão certo que no início de 2013 a produtora Sala 12 Filmes já começava as filmagens. A equipe foi para o Mundial de Atletismo Paralímpico em Lyon, na França, onde Marcelo começou a conhecer os atletas sobre quem ia falar – “E me apaixonei por metade do time” –, depois ao Mundial de Natação Paralímpica em Montreal, no Canadá. “Tínhamos muito material, mas ainda não o desenho do filme”, conta o diretor.

“Me apaixonei por metade do time"

Marcelo Mesquita, diretor do documentário, sobre os brasileiros do Mundial de Atletismo Paralímpico


Histórias mais que incríveis

Depois de conhecer várias modalidades Paralímpicas, a decisão foi por montar o filme em quatro partes: com o pessoal do atletismo, da natação, um esporte coletivo – o escolhido acabou sendo o futebol de 5 – e a história do canoísta Fernando Fernandes e sua importância no movimento Paralímpico.

Saiba mais sobre os esportes Paralímpicos

Do atletismo, o documentário foca nos medalhistas Alan Fonteles, Yohansson do Nascimento e Terezinha Guilhermina. Da natação, retrata as trajetórias dos campeões Daniel Dias e Susana Schnamdorf, ex-triatleta.

“Susana tem uma história incrível. Ela tinha participado de 13 Ironman e era mãe de três filhos pequenos quando, aos 38 anos, contraiu uma rara doença degenerativa. Depois de uma depressão, foi incentivada pelo antigo técnico para participar de provas de natação – e se tornou campeã mundial em 2013.”

Susana Schnamdorf conta a reviravolta surpreendente do triatlo à natação (Foto:Sala 12 Filmes/divulgação)

 

Como a doença segue evoluindo, a nadadora "luta por uma reclassificação funcional, para mudar de classe, conseguir índice na nova classe e competir nos Jogos Paralímpicos Rio 2016", conta o diretor. "Em 20 de abril, será o tudo ou nada para ela, com a chance de reclassificação e busca por índice. Estamos com o filme quase pronto, só esperando esse desafio da Susana.”

Um mago no gramado

O futebol de 5 (para deficientes visuais) foi escolhido dentre os coletivos por ser “a cara do Brasil”, segundo Marcelo Mesquita. “Ficamos concentrados 15 dias na Andef (Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos), a ‘Granja Comary do futebol de 5’, acompanhando a preparação da seleção brasileiro para o Mundial de Tóquio, no fim de 2014. E, lá, foi um sufoco, quando o Brasil ganhou da Argentina na final, com um gol no último minuto da prorrogação. Isso, depois de uma semifinal incrível contra a China.”

Ricardinho, o craque da artilharia da seleção brasileira de futebol de 5 no Mundial do Japão 2014 (Sala 12 Filmes/Divulgação)

 

“Ricardinho fez mágica no Japão”

O diretor acompanhou por seis meses o canoísta Fernando Fernandes. “Ele, Clodoaldo Silva e Daniel Dias são os atletas mais conhecidos, segundo pesquisa do Comitê Paralímpico Bbrasileiro (CPB). Convivendo com Fernando, conhecemos o ‘Cowboy’ [Fernando Rufino], que era peão de rodeio e ficou paraplégico. São muitas histórias”, resume Marcelo Mesquita.

Confira também:

Os melhores momentos dos eventos-teste dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Não dá prá perder! Compre ingressos para os Jogos Paralímpicos

Paralímpicos contam com ferramentas “sensoriais”, além da alta tecnologia

Gritos “demarcam” quadra e batidas na trave orientam atacantes no futebol de 5

Goalball é o esporte que mais cresce entre os Paralímpicos, diz técnico do Brasil

No ciclismo de estrada e de pista, o guia Edson decide por ele e por Luciano

 

Ingressos para os Jogos Paralímpicos Rio 2016 a partir de R$ 10