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Um mundo novo

Faltam #100Dias: de olho nos #JogosParalímpicos, VLT começa a operar 100% acessível

Por Saulo Pereira Guimarães

Bondinho que cortará Centro e Zona Portuária do Rio de Janeiro terá estações com rampas e cinto para cadeirantes, entre outros itens

Faltam #100Dias: de olho nos #JogosParalímpicos, VLT começa a operar 100% acessível

VLT em viagem-teste na Zona Portuária (Porto Maravilha\Facebook)

 
O Rio ganha um novo bondinho no próximo fim de semana. Cortando trechos do Centro e da Zona Portuária da cidade e de olho nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) já deve começar a operar totalmente preparado para receber pessoas com deficiência. A promessa é do secretário municipal de transportes Rafael Piccianni. "É uma opção de mobilidade que já nasce com 100% de acessibilidade", afirmou ele sobre a novidade em entrevista coletiva na manhã desta segunda (30), no Palácio da Cidade.
 
 
Estações com rampas, piso tátil, paineis sonoros e cinto para cadeirantes são algumas das características que garantem uma viagem tranquila aos passageiros com deficiência. Além do novo veículo, Rafael informou que um serviço gratuito de shuttle atenderá pessoas com deficiência durante os Jogos, nos percursos entre as arenas de competição e as estações de transporte público mais próximas. Outra medida que deve aumentar a acessibilidade na cidade no período do evento é a implantação do Serviço de Transporte Acessível Exclusivo. "Não é um táxi comum, mas um veículo que atende exclusivamente pessoas com mobilidade reduzida", afirmou o secretário. A frota desse tipo de carro pulou de 30 para 92 automóveis entre setembro de 2015 e maio de 2016. Até os Jogos Paralímpicos, a meta é chegar a 100.
 
 
Bicampeão paralímpico de futebol de 5 e condutor da tocha em Salvador, Jefinho Gonçalves esteve presente na entrevista coletiva e comemorou a iniciativa. "A falta de acessibilidade ainda prejudica muito a nossa locomoção", diz o atleta, que tem 26 anos e é cego. Por treinar mensalmente no Instituto Benjamim Constant, na Urca, ele pôde acompanhar a evolução dos serviços para pessoas com deficiência oferecidos na cidade. "O Rio vem melhorando em termos de acessibilidade e acredito que os Jogos Paralímpicos serão um divisor de água neste sentido", afirma Jefinho. "Espero que o trabalho daqui sirva de exemplo para outras cidades neste sentido", deseja ele.
 
 
Com a maior delegação brasileira de todos os tempos, formada por 255 atletas até o momento, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) está animado para o Rio 2016. Será a primeira vez que o Brasil contará com representantes em todas as 22 modalidades esportivas disputadas. "A gente se compromete a ter brasileiro no pódio todo dia durante os Jogos Paralímpicos", afirmou na entrevista coletiva de hoje Andrew Parsons, presidente do CPB.