O crescimento é resultado, segundo o IBGE, do maior acesso da população aos serviços de saúde, campanhas de vacinação e de prevenção de doenças, avanços da medicina e aumento da escolaridade no país. As mulheres seguem com uma expectativa de vida superior a dos homens (76,1 e 68,5 anos, respectivamente).
O Distrito Federal apresenta a maior taxa média do país, com 75,1 anos, seguido por Santa Catarina (75) e Rio Grande do Sul (74,8).
Em comparação a 1960, a expectativa de vida dos brasileiros subiu quase 18 anos. Na época, a média era de 54,6.
Se a expectativa de vida dos brasileiros subiu, a taxa de mortalidade infantil no país apresentou queda entre 2005 e 2006 (de 25,8 mortes a cada mil nascimentos para 24,9). O número é 64% menor que o índice de 1980, quando ocorriam 69,1 mortes para cada mil nascimentos.