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Um mundo novo

'Esporte e diplomacia contribuem para a igualdade social', diz Nuzman na ONU

Por Rio 2016

Presidente do Comitê Rio 2016 fala na Organização das Nações Unidas, onde a chama Olímpica passou nesta sexta-feira (29)

'Esporte e diplomacia contribuem para a igualdade social', diz Nuzman na ONU

Carlos Nuzman faz discurso na ONU, em Genebra, na sexta-feira (Foto: Rio 2016/Andre Luiz Mello)

Depois do acendimento da chama Olímpica na cidade de Olímpia, na semana passada, ela fez um tour pela Grécia antes de ser entregue ao Rio 2016 na quarta-feira (27). Na sexta, a chama chegou à Suíça, onde visitou o escritório da Organização das Nações Unidas, em Genebra, antes de ser exibida no Museu Olímpico, em Lausanne. Sua chegada à capital brasileira acontece na próxima terça (3), dando início ao tour de 95 dias pelo país.

Leia abaixo o discurso completo do presidente do Rio 2016, Carlos Nuzman, na ONU.


Thomas Bach com Ban Ki-moon e Carlos Nuzman em Genebra (Foto: Rio 2016/Andre Luiz Mello)

"A chama Olímpica está aqui hoje porque a Organização das Nações Unidas e o Comitê Olímpico Internacional possuem objetivos em comum. Ousamos dizer que o Rio 2016, a 31ª edição dos Jogos Olímpicos, também compartilha dos mesmos compromissos. Queremos um futuro melhor para a humanidade, num mundo de paz, diálogo, inclusão e trégua. Temos o dever de deixar um futuro melhor para as próximas gerações, os meninos e as meninas de hoje.

Esporte e diplomacia compartilham valores e contribuem para a igualdade social da mesma maneira mágica. O poder das palavras é como a explosão de energia de um atleta, profissional ou não, em qualquer momento crucial de competição.

A coragem e determinação de um atleta olímpico são como o vigor de um negociador. Esporte e diplomacia, em seus respectivos momentos, interromperam guerras.

É com muita honra que estamos aqui hoje. O Rio 2016 está pronto para fazer história. Ficamos mais fortes quando enfrentamos um obstáculo. Ficamos mais obcecados com perfeição cada vez que percebemos que podemos fazer mais.

O Rio lutou pela honra de ser uma cidade Olímpica porque queríamos expandir as fronteiras do movimento Olímpico. Queríamos os primeiros Jogos no Brasil e na América do Sul para podermos testemunhar a história Olímpica, numa nova região do mundo.

Decidimos organizar Jogos que são economicamente sustentáveis. Estamos comprometidos com a transformação do Rio porque a regra é simples: a missão principal dos Jogos é entregar um legado tangível.

Prometemos levar a experiência Olímpica a todos os cantos do Brasil, e a tocha que será acesa em Brasília, na próxima terça-feira (3), fará justamente isto.

Trouxemos a chama sagrada Olímpica às Nações Unidas pela primeira vez porque queremos ser parceiros em sua missão de mudar o mundo para melhor. Quero agradecer as Nações Unidas por nos permitir estar aqui com a chama Olímpica, e especialmente ao secretário-geral (Ban Ki-moon) e ao presidente do Comitê Olímpico Internacional (Thomas Bach).

Os brasileiros vão construir grandes Jogos. O Rio 2016 ajudará nosso povo a ficar mais confiável. Os Jogos vão confirmar que o Brasil sempre sai mais forte ao enfrentar problemas. E nós vamos celebrar.

Vamos honrar os atletas que inspiram a juventude. Vamos hospedar nossos visitantes com graça e charme, e seremos gratos para sempre aos que acreditaram em nosso sonho Olímpico e o ajudaram a virar realidade.

Temos 98 dias até a cerimônia de abertura no Rio. Não temos um segundo a perder. Estamos prontos para receber o mundo.

Tenho orgulho de ser brasileiro e sou grato por fazer parte deste momento com a ONU e o COI. Sabemos o tamanho de nossas responsabilidades como guardiões da chama Olímpica. Estamos prontos. Prontos para transformar. Prontos para ajudar a construir um futuro que todos nós merecemos.

Thank you very much. Muito obrigado."

Carlos Nuzman