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Um mundo novo

Equipe do Comitê Rio 2016 estuda operação do rugby de sete em etapa do circuito mundial

Por Rio 2016

Objetivo da viagem é adquirir conhecimento sobre logística do esporte e configuração de instalações

Equipe do Comitê Rio 2016 estuda operação do rugby de sete em etapa do circuito mundial

Rodrigo Garcia, Mike Miller, Gustavo Nascimento e Bernard Lapasset em Wellington, Nova Zelândia. Foto: Martin Seras Lima/IRB

Uma equipe do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 está na Nova Zelândia para observar a dinâmica de uma etapa do Circuito Mundial de Rugby de Sete, modalidade que passará a integrar o Programa Olímpico no Rio de Janeiro. A imersão logística e operacional acontece durante a terceira etapa do circuito, nesta sexta-feira, dia 4, e sábado, 5, na cidade de Wellington.

A viagem de uma equipe do Departamento de Esportes do Comitê Rio 2016 responde a um convite feito por Mark Egan, o Gerente-Geral de Desenvolvimento e Desempenho Esportivo do IRB, o Conselho Internacional de Rugby, quando esteve no Rio em outubro do ano passado. Egan apontou o Estádio Westpac e o evento de Wellington como exemplos de operação de uma competição de rugby de sete.

Os pontos a serem observados durante a etapa do Circuito Mundial incluem acesso e circulação de atletas, técnicos, força de trabalho, espectadores e outros públicos; configuração dos diferentes espaços dentro do estádio; operação dos serviços de controle de doping, inscrição e sistemas de resultado; apresentação do evento e interação com o público; locais de treinamento; organograma da administração; interface com prestadores de serviço, patrocinadores, parceiros e proprietários da instalação; manutenção; e requisitos específicos.

O Diretor de Esportes do Comitê Rio 2016, Agberto Guimarães, lembra que uma competição de rugby de sete é muito particular, com uma série de jogos acontecendo em sequência e curtos intervalos de tempo entre uma partida e outra. Por isso, é fundamental compreender esse funcionamento.

“A Nova Zelândia é um país de altíssima tradição em eventos de rugby e o estádio de Wellington foi pensado para o rugby. É essa expertise em gerenciamento da competição e operações do evento que queremos como referência para o planejamento deste esporte nos Jogos Olímpicos Rio 2016. É por isso que esta imersão dos profissionais do Departamento de Esportes do Rio 2016 em Wellington é tão importante e nós gostaríamos de agradecer ao IRB por esse convite,” explica Agberto Guimarães.

A equipe do Comitê Rio 2016, composta pelo Especialista em Integração Esportiva, Rodrigo Garcia, e o Especialista em Arquitetura de Instalações Esportivas, Gustavo Nascimento, foi recebida em Wellington pelo Presidente do IRB, Bernard Lapasset; o Executivo-Chefe da entidade, Mike Miller; e o Vice-Presidente Bill Beaumont; e vai participar de reuniões com a Diretora do Circuito Mundial, Beth Coalter.

Para Lapasset, essa visita representa “mais um importante marco no caminho para a estréia olímpica do rugby de sete no Rio de Janeiro em 2016 e ressalta nossa sólida relação de trabalho com o Comitê Organizador de 2016. Está bem claro que ambas as partes compartilham a mesma visão e comprometimento de fazer o rugby de sete nos Jogos Olímpicos de 2016 uma competição de destaque”.

Rugby nos Jogos Olímpicos

Em outubro de 2009, o Comitê Olímpico Internacional (COI) incluiu o rugby em sua versão com sete jogadores por equipe no Programa Olímpico dos Jogos Rio 2016. A inclusão foi decidida durante a mesma Assembleia do COI em Copenhague, Dinamarca, em que o Rio de Janeiro foi escolhido sede dos Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos. O rugby em sua versão com quinze jogadores em cada time já havia sido um esporte olímpico nas edições de 1900, 1908, 1920 e 1924.

Confira mais sobre o rugby na página do esporte no Rio 2016