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Um mundo novo

Elogios à piscina, medalhas e recorde dão brilho ao evento-teste da natação Paralímpica

Por Rio 2016

Atletas e dirigentes fazem uma avaliação positiva da competição que exige eficiência máxima em termos de acessibilidade

Elogios à piscina, medalhas e recorde dão brilho ao evento-teste da natação Paralímpica

Perkins, Daniel e rivais na piscina Estádio Aquático Olímpico (Rio 2016/ Miriam Jeske)

Elogios pela piscina rápida e muita expectativa por medalhas em setembro marcaram o Open Caixa de Loterias de Natação Paralímpica, no Estádio Aquático Olímpico, na Barra. O evento-teste foi uma boa prévia do que acontecerá em uma das modalidades mais importantes dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 . Não faltou nem recorde mundial.

As condições se mostraram favoráveis e o colombiano Carlos Serrano estabeleceu nova marca mundial dos 100m peito classe SB7, 1min14s72. “A arena é ótima e a piscina perfeita para a competição”, elogiou. Não foi o único. “Sinto que posso nadar rápido aqui e mal posso esperar por setembro para ver toda esta torcida vibrando”, disse o norte-americano Roy Perkins, um dos maiores rivais do brasileiro Daniel Dias na natação Paralímpica.  A russa Darya Stukalova também aprovou. “As instalações são muito boas. É um lugar um pouco diferente dos que costumo competir, então está sendo uma grande experiência”.

Entre os brasileiros, o mais satisfeito foi André Brasil, que venceu as cinco provas que disputou. “O palco está pronto”, decretou ao falar da piscina. “E o restante vai ficar pronto. A gente sabe disso". Para os Jogos, segundo ele, a torcida será fundamental. “A gente quer que em setembro isto aqui vire um caldeirão”. Daniel Dias ganhou dois ouros e um bronze nas provas que disputou e admite que esperava mais de seu desempenho, mas não saiu decepcionado.

“Foi legal conhecer a piscina e a arquibancada estava bem bacana. Já senti o clima"

Daniel Dias, nadador Paralímpico brasileiro

 


André Brasil ficou satisfeito como seu desempenho. que resultou em três medallhas no evento-teste (Foto: Rio 2016/ Miriam Jeske)


Quem trabalhou ou apenas assistiu às provas também aprovou. Alice Padilha trabalhou como voluntária pela primeira vez. “Foi maravilhoso. Eu me envolvi a ponto de trazer meu marido e meu filho como espectadores”, revelou. Simone Fonseca estava na torcida e nunca tinha vivenciado uma competição de natação Paralímpica ao vivo. Para elas, os atletas deixaram uma lição com o desempenho na piscina. “A gente vê que pode tudo. É só querer que a gente se supera. Por isso trouxe meu sobrinho mais novo. Para que ele aprenda isso”.

 

Torcida encantou e atletas brasileiros querem arquibancadas virando 'caldeirão' nos Jogos (Foto: Rio 2016/ Miriam Jeske)

 

Vice-presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons fez uma avaliação positiva do evento. “O fundamental era a opinião os atletas e eles ficaram satisfeitos, gostaram. A piscina foi elogiada, apontada como muito rápida”, declarou. “A instalação em si, acessibilidade e fluxo também ganharam elogios”, ressaltou.

Segundo o diretor de Esportes do Comitê Rio 2016, Rodrigo Garcia, um dos principais desafios do Open foi a questão da acessibilidade, que funcionou adequadamente ainda que não tenha sido testada exatamente no formato a ser adotado nos Jogos Paralímpicos. “Implementamos algumas soluções que aparentemente funcionaram, como as rampas adaptadas na saída da piscina”, disse.

Parsons mencionou que a única preocupação manifestada pelos atletas foi com a possibilidade de temperaturas altas em setembro. “Eles perguntaram, porque poderão se planejar para os Jogos Paralímpicos, melhorando hidratação ou trabalhando um pouco a questão dos horários" A questão, segundo Parsons, não teve como foco exclusivo a temperatura dentro da Estádio Aquático, mas também fora dele, nas atividades do dia a dia na cidade do Rio de Janeiro.
 

"Membrana" que envolve  Centro Aquático permitie entrada de ar, o que refresca ambiente interno (Foto: Rio 2016/ Miriam Jeske)


Rodrigo Garcia relembrou que as laterais da arena são revestidas com uma espécie de membrana que permite a circulação do ar. “Os estudos feitos apontam que a movimentação do ar mais frio de fora para dentro do Centro Aquático, na época dos Jogos, quando as temperaturas estarão mais baixas, vai dar conta de manter a temperatura em um nível aceitável”. Também existem áreas de saída e entrada de ar no teto do Estádio Aquático. A piscina de aquecimento, segundo o diretor, será coberta com uma tenda e esta área interna terá refrigeração artificial.

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