E da explosão de alegria dos brasileiros, eles nasceram... entenda a origem dos mascotes Rio 2016
Criaturas mágicas, os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos são inspirados na fauna e flora brasileira
Criaturas mágicas, os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos são inspirados na fauna e flora brasileira
Mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 posam para fotos (Rio 2016)
Tudo começou há cinco anos. Mais precisamente, no dia 02 de outubro de 2009, quando o Rio de Janeiro conquistou o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. O Brasil estava em festa, e a alegria do povo era tão grande que foi sentida por toda a natureza. Da explosão dessa energia, nasceram os nossos mascotes – criaturas mágicas, inspiradas na fauna e flora brasileira. (Vídeo mostra o nascimento dos mascotes - assista!)
O mascote Olímpico representa a diversidade dos animais do país – conta com a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza dos pássaros. Tem o olfato apurado, capaz de farejar aventuras, e uma audição que ajuda a encontrar as torcidas mais animadas. Além disso, pode esticar seus braços e pernas como quiser (veja na foto abaixo): pode estar com a cabeça no Pão de açúcar, com os pés no Maracanã e as mãos no Corcovado - tudo ao mesmo tempo!

Mas só usa os seus poderes para o bem. Se alguém sugerir que ele lance mão deles para vencer uma competição esportiva, fica uma fera. Apaixonado por esportes, sabe que competir com igualdade é muito mais divertido.
Morador de uma casa na árvore na Floresta da Tijuca, faz o tipo hiperconectado - compartilha sempre as novidades nas redes sociais. Carioca da gema, é apaixonado por música brasileira e passa o dia inteiro na ativa. Além de praticar todos os esportes Olímpicos, está sempre fazendo surfe, slackline, stand up paddle ou kitesurf...
Como embaixador dos Jogos Olímpicos, tem a missão de contagiar o mundo com a nossa alegria e celebrar a amizade por meio do esporte. E por falar em amizade, ele tem um amigo para lá de especial, com quem compartilha grande parte de suas aventuras: o mascote dos Jogos Paralímpicos Rio 2016!
Os dois mascotes são vizinhos. Enquanto o Olímpico mora em uma casa na árvore, o Paralímpico – uma mistura inédita de plantas brasileiras - dorme em uma vitória régia (veja na foto abaixo) no meio de um lago na Floresta da Tijuca.

Com uma cabeleira de folhagens tropicais, o mascote Paralímpico é um ser cativante, que traduz a energia das nossas matas em suas cores e formas. Possui a capacidade transformadora da flora e não acredita em barreiras que não possam ser superadas. Como as plantas, está sempre crescendo em direção ao sol e superando obstáculos.
Quando está diante de um problema, digamos, “cabeludo”, é capaz de tirar qualquer coisa de dentro da cabeleira para achar a solução - uma bola, uma bicicleta ou até um polvo para trocar várias lâmpadas ao mesmo tempo! Como embaixador dos Jogos Paralímpicos, vai ensinar as pessoas a buscarem dentro de si o que têm de melhor, colaborando para que desenvolvam sempre seu potencial.
Além de praticar todos os esportes Paralímpicos, também curte jogar futebol, frescobol, praticar montanhismo e andar de skate. Mas, assim como o mascote Olímpico, nunca usa seus poderes para se dar bem em uma competição.
Adora música brasileira, principalmente bossa nova e samba de raiz - não há quem resista aos tambores, zabumbas e pandeiros que saca da cabeleira para festejar com as torcidas do mundo inteiro.
Quase nunca é visto comendo – dizem que só faz fotossíntese. Vaidoso, aposta em penteados radicais e bonés diferentes. Está sempre dando aquele “confere” no espelho. No outono, sofre com a queda de cabelos, ou melhor, de folhas.
Os dois, no entanto, ainda não foram batizados e precisam da sua ajuda para escolher um nome. A votação está aberta até o dia 14 de dezembro no site dos mascotes e no perfil do Rio 2016 no Twitter (@Rio2016).