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Um mundo novo

Dos Jogos Escolares para o Rio 2016: 1.000 dias para a realização de um sonho

Por Rio 2016

Jovens atletas que disputam a competição celebram marco e entram na contagem regressiva para os primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul

Dos Jogos Escolares para o Rio 2016: 1.000 dias para a realização de um sonho

Grupo de 1.000 jovens celebra o marco de 1.000 dias para os Jogos no gramado do Estádio do Mangueirão, formando o número 1.000. O painel do Rio 2016 contou com a arte de um grupo de grafiteiros da região (Rio 2016/Alex Ferro)

Faltam 1.000 dias. No dia 5 de agosto de 2016, o Brasil abrirá os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Jogos de todos nós. Enquanto isso, jovens atletas já respiram esporte Olímpico em Belém. Quase 4.000 atletas, entre 15 e 17 anos, de todos os estados do país, competem na maior edição da história dos Jogos Escolares da Juventude. Com diferentes histórias e inspirações, uma coisa eles têm em comum: o sonho Olímpico.

“É por causa dos Jogos Escolares que muitas crianças começam a desenvolver sua vontade de treinar e de competir. Eu agora tenho vontade estar nos Jogos Olímpicos do Rio e contar com muitos amigos e familiares torcendo por mim e me vendo competir de perto.”, diz Julio César de Oliveira, de 17 anos, campeão dos Jogos Escolares em 2012 e medalhista no Festival Olímpico da Juventude da Austrália em 2013.

Para Vitor Hugo Mourão dos Santos, de 17 anos, campeão dos Jogos Escolares em 2010 e vice-campeão mundial de menores em 2013, a expectativa é a mesma:

“Os Jogos Escolares são muito importantes porque tudo começa na escola. Para 2016, ainda vou estar um pouco novo, mas quero disputar para ganhar experiência. Vejo o trabalho com meu técnico dando certo e vou estar bem para me classificar para os Jogos”, afirma o atleta.

A trajetória de grandes ícones do esporte mostra que o sonho de Julio Cesar e Vitor Hugo é possível. Em 1.000 dias, com muito treino e disciplina, tudo pode acontecer. Dos 259 brasileiros que disputaram os Jogos de Londres, 17 participaram das competições estudantis. Dessa galera, duas judocas subiram ao pódio – Sarah Menezes, que ganhou o ouro, e Mayra Aguiar, o bronze.

“Comecei na escola, aos nove anos e, com o tempo de treinamento, fui participando de competições, conquistando resultados até ser reconhecida. Acho que muitos atletas dos Jogos Escolares podem chegar à seleção brasileira, apesar da pouca idade. Eles devem confiar no seu talento porque tudo é possível na vida da gente. Basta acreditar, treinar e se dedicar que a gente chega lá.”, aconselha Sarah Menezes, que teve a oportunidade de estrear nos Jogos Olímpicos, em Pequim 2008, menos de 1.000 dias depois de sua última participação como atleta no evento estudantil.

Os atletas Tamiris de Liz, Geisa Arcanjo, Aldemir Gomes e Jonathan Henrique Silva – todos do atletismo - também são fonte de inspiração para a garotada. Os quatro competiram nos Jogos Escolares da Juventude de 2009, em Maringá, realizados a menos de 1.000 dias dos Jogos Olímpicos Londres 2012.

“Nos Jogos Escolares que tudo começou, e é por causa desse evento que hoje eu vivo do esporte. É a principal competição do país para se descobrir atletas ainda na base. Se não fossem os Jogos Escolares, talvez eu não estivesse competindo”, afirma Tamiris de Liz que participou dos Jogos Londres 2012 como reserva do revezamento 4 x 100m do atletismo, aos 16 anos. E após sua primeira vivência Olímpica, ainda competiu nos Jogos Escolares da Juventude de 2012, em Cuiabá, ganhando o ouro nos 100m.

Para Agberto Guimarães, diretor de Esportes e Integração Paralímpica do Comitê, os Jogos Escolares da Juventude vai muito além de um celeiro de futuros atletas de ponta.

“É um multiplicador do contato com os valores e os esportes Olímpicos. Cada um destes quatro mil atletas dissemina esse engajamento por seu universo de colegas de escola, professores, amigos e familiares. Comemorar este marco durante a competição em Belém significa tocar o Brasil inteiro com o espírito e a magia dos Jogos Olímpicos Rio 2016”, afirmou Agberto .