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Um mundo novo

Do intercâmbio cultural ao aperfeiçoamento profissional, conheça os benefícios de ser voluntário nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Inscrições para o programa, que vai selecionar 70 mil pessoas para atuar no evento, estão na reta final

Do intercâmbio cultural ao aperfeiçoamento profissional, conheça os benefícios de ser voluntário nos Jogos Rio 2016

Voluntários posam para uma "selfie" nos Jogos de Inverno Sochi 2014 (Getty Images/Martin Rose)

Certificado de participação, alimentação, transporte e treinamentos exclusivos que incluem até um ano de curso de inglês. Esses são alguns dos benefícios oferecidos aos 70 mil voluntários que serão selecionados para atuar nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 (Quer fazer parte deste time? Inscreva-se aqui). Mas ajudar a realizar o maior espetáculo esportivo do planeta em terras cariocas vai muito além e traz consigo outras contrapartidas, que vão do intercâmbio cultural à abertura de novas portas no mercado de trabalho.

A oportunidade de ampliar a rede de contatos, enriquecer o currículo e se aperfeiçoar profissionalmente atrai grande parte dos candidatos a voluntários, que vão desempenhar mais de 500 diferentes funções em 2016. A fisioterapeuta Luciana Mendonça, de 34 anos, é um exemplo inspirador. Voluntária junto a atletas em diferentes eventos esportivos, a mineira aproveitou a oportunidade para desenvolver novos estudos e identificar os fatores de risco para lesões esportivas. O resultado? Um trabalho premiado e uma experiência engrandecedora.

“Minhas experiências como voluntária foram sempre muito enriquecedoras, tanto pessoal como profissionalmente, pois temos várias contrapartidas que vão além da remuneração simplesmente. São mais de 10 anos de trabalhos voluntários e eu estou colhendo os frutos disso até hoje. É uma oportunidade para estudar e se aperfeiçoar. O resultado é tão rico que, uma vez, apresentamos um trabalho com base nas nossas experiências com os atletas em um congresso e acabamos sendo premiados”, conta.

Mesmo para quem já saiu do mercado de trabalho, como o aposentado José Antônio, de 64 anos, o voluntariado pode ser uma maneira um tanto divertida de se manter ativo.

“Comecei a me voluntariar nos Jogos Pan-Americanos do Rio e, desde lá, não parei mais. Já trabalhei em praticamente todas as áreas, como transporte, atendimento ao público, catering... A última foi com o gerenciamento dos próprios voluntários, durante a Copa do Mundo. Para mim, não há nada melhor para continuar a me sentir útil e motivado, além de ser uma coisa que eu deixo de legado para os meus filhos e netos”, conta.

Com delegações de mais de 200 países desembarcando na cidade, a oportunidade do intercâmbio cultural também atrai milhares de pessoas, que se veem diante da chance de entrar em contato com novas culturas e costumes, além de treinar a comunicação em outros idiomas.

“Uma das coisas que mais me impressionou nos Jogos Olímpicos era justamente o quão multicultural o evento é. Trabalhei com tradução e interpretação, onde eu acabava conversando com pessoas de vários países do mundo. Aprendi muito e fiz amizades que mantenho até hoje. É um ambiente de trocas muito ricas. Foram apenas 20 dias, mas foi uma experiência muito especial pra mim”, conta Marcelo Orchis, que atuou como voluntário nos Jogos Atenas 2004.

Em outros casos, a paixão pelo esporte fala mais alto e o voluntariado pode ser uma das formas mais ativas de fazer parte do maior evento esportivo do planeta. Atleta na juventude, Rosemary Mula nunca conseguiu atingir o nível de excelência que precisava para disputar uma edição dos Jogos Olímpicos. Com o voluntariado, no entanto, a britânica encontrou outra forma de perseguir o sonho Olímpico.

“Sou voluntária dos Jogos Olímpicos por mais de 20 anos. Tentei ser atleta na juventude, mas nunca consegui chegar ao nível dos atletas Olímpicos. Confesso que cheguei a pensar que o meu sonho Olímpico tinha acabado, até que comecei a ajudar o Comitê Organizador dos Jogos Sydney 2000 como voluntária. Desde lá, estive em todas as edições dos Jogos e já até desfilei na cerimônia de abertura, sempre como voluntária. Tenho uma paixão verdadeira pelo esporte e pelo que os Jogos representam e acredito que, com o voluntariado, encontrei um caminho para realizar o meu sonho Olímpico”, afirma.

Até agora, mais de 100 mil pessoas já se inscreveram no programa para viver esse sonho. Para participar, basta ter 18 anos ou mais, completos em fevereiro de 2016, e disponibilidade para atuar no período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. As inscrições já estão na reta final e podem ser feitas na página www.rio2016.com/voluntarios