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Um mundo novo

Copa do Mundo de Rugby: craques da seleção deixam suas apostas e fazem projeção para os Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Para Fernando Portugal e Raquel Kochhann, a Nova Zelândia é favorita ao título mundial e à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos

Copa do Mundo de Rugby: craques da seleção deixam suas apostas e fazem projeção para os Jogos Rio 2016

De verde e amarelo, a Austrália derrotou a Argentina e chegou à final da Copa do Mundo (Getty Images/Dan Mullan)

Você já ouviu falar no rugby? Sabe que é um esporte Olímpico? E que um dos maiores eventos do mundo, a final da Copa do Mundo do esporte, será neste sábado (31)? Fernando Portugal e Raquel Kochhann, jogadores da seleção brasileira de rugby, sabem - e o rio2016.com foi atrás dos craques para ouvir suas apostas para a grande final entre Austrália e Nova Zelândia e, claro, as expectativas para os Jogos Olímpicos Rio 2016. 
 
"Quando a Nova Zelândia está em campo, há sempre um favorito", resume Fernando. Raquel concorda: "Até queria que a Austrália ganhasse, mas acho que vai dar Nova Zelândia".
 
As partidas no Estádio de Deodoro durante os Jogos Rio 2016 marcarão o retorno do rugby ao programa Olímpico 92 anos depois de Paris 1924, a última edição que contou com disputas do esporte. E a volta será em grande estilo: com um formato reformulado, em vez dos tradicionais 15 jogadores em cada equipe (como é disputado o Mundial, por exemplo), o torneio Olímpico será entre seleções com sete jogadores para cada lado. 
 
"Entre os times grandes do rugby com 15 jogadores, todos têm chances de chegar longe nos Jogos Rio 2016. A Nova Zelândia será uma das favoritas. Juntam-se a ela África do Sul e Fiji, que vão sempre muito bem nos torneios mundiais. França, Austrália (ainda não classificada), Argentina e Estados Unidos também virão forte", explica Fernando. 
 
"Nova Zelândia, Austrália e Canadá são as grandes potências entre as mulheres no rugby sevens", diz Raquel.
 
E quanto ao Brasil, o que esperar da seleção verde e amarela nos Jogos? Modestos, Fernando e Raquel preferem os pés no chão - mas sem deixar de sonhar alto.
 
"É claro que falar em medalha é difícil, mas nosso objetivo é subir ao pódio. Se não acreditássemos nisso, nem estaríamos disputando os Jogos Olímpicos", afirma Raquel.
 
"No masculino, ganhar qualquer jogo nos Jogos Olímpicos já será comemorado como uma medalha. De qualquer forma, estaremos no Brasil e, no fundo, a esperança, principalmente para os atletas, sempre existe", acredita Fernando. 
 
Fernando Portugal durante a inauguração do campo de rugby na Praia de Copacabana
 
Fernando Portugal brincou com crianças durante a inauguração do campo de rugby da Praia de Copcabana (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)
 
Enquanto a Copa do Mundo de rugby é um dos eventos esportivos com maior apelo de público em todo o mundo, o esporte não é muito conhecido no Brasil - ainda. Apesar da realidade ainda complicada para o esporte no Brasil, Raquel e Fernando afirmam que o volume de patrocínios e o reconhecimento aumentaram muito após o anúncio de que o rugby estaria nos Jogos Rio 2016.
 
"Os Jogos Rio 2016 já são o ponto de mudança do rugby no Brasil. Muita coisa mudou apenas com a inclusão do rugby nos Jogos Olímpicos, e não tenho dúvida de que a competição nos colocará em um outro patamar", acredita Fernando.
 
Ambos estiveram, por exemplo, na inauguração do campo de rugby na praia de Copacabana, em junho. Uma estrutura comum quando destinada a esportes como o futebol e o vôlei de praia, por exemplo, esportes populares no Brasil. Para o rugby, no entanto, tem um grande significado.
 
"Qualquer iniciativa que desperte interesse e curiosidade é bem-vinda. As pessoas podem passar e perguntar 'o que é esse agá (a trave)? Vamos lá ver', e assim conhecer o rugby", afirma Raquel.
 
A venda de ingressos do rugby para os Jogos Rio 2016 é um indicativo do interesse crescente dos brasileiros pelo esporte: as quartas-de-final, as semifinais e a grande final do masculino já estão esgotadas - mas podem ter novamente ingressos disponíveis através do Programa de Revenda Rio 2016
 
"Jogar com a casa cheia já não é novidade, pois jogamos alguns torneios fora do país com estádio lotado. Mas com torcida a favor será a primeira vez. Será inesquecível", vibra Fernando. 
 
"Todos os atletas brasileiros competem com o coração, então quanto maior for o apoio da torcida, melhor será o nosso resultado", diz Raquel. 
 
As entradas para o rugby Olímpico vão de R$30 a R$300, a as vendas agora são sem sorteio: leva os ingressos quem chegar primeiro. Para garantir as suas, é só acessar o Portal de Ingressos Rio 2016. Vai ficar de fora?
 
Raquel Kochhann também participou da inauguração do agá em Copacabana
Raquel Kochhann também participou da demonstração do esporte em Copacabana (Foto: Alex Ferro/Rio 2016)