Comitê Rio 2016 realiza encontro com representantes de veículos comunitários
Líderes locais assistiram a uma apresentação sobre a Baía de Guanabara e formularam sugestões sobre empregabilidade
Líderes locais assistiram a uma apresentação sobre a Baía de Guanabara e formularam sugestões sobre empregabilidade
Representantes de veículos comunitários assistem a uma apresentação sobre a Baía de Guanabara (Alex Ferro/Comitê Rio 2016)
O Comitê Rio 2016 realizou nesta terça-feira (05) mais um encontro com veículos da mídia alternativa. O encontro reuniu quase 20 pessoas, entre representantes de websites, publicações e rádios comunitárias de diversas áreas da cidade do Rio de Janeiro e Região Metropolitana. Após uma exposição geral de Mario Andrada, diretor-executivo de Comunicação do Comitê Rio 2016, a gerente-geral de Sustentabilidade, Acessibilidade e Legado Tania Braga apresentou a situação da Baía de Guanabara, especificando os problemas que atingem a região e o que está sendo feito para remediá-los. Em seguida, Tania falou sobre empregabilidade, fornecendo exemplos das vagas abertas pelo Comitê Rio 2016 até os Jogos – serão 85 mil terceirizados.
“Os Jogos são uma grande história que iremos contar, e queremos fazer isto da mesma maneira que os veículos alternativos fazem: com ‘papo reto’, valorizando o diálogo, destacando os pontos positivos e chamando a atenção para o que precisa ser melhorado”, disse Mario Andrada.
“Nós aqui no Comitê temos nas mãos um ‘apito’, para convocar todos os entes da sociedade a agir; um prazo, porque no dia 5 de agosto de 2016, às 20h, os Jogos irão começar; e um holofote, para jogar luz sobre as questões mais importantes. Em relação à Baía de Guanabara, este já é um legado do Rio 2016: nunca se falou tanto sobre esse problema como agora”, comentou Tania Braga.
Ao fim do evento, os representantes dos veículos, divididos em grupos, foram convidados a formular sugestões sobre quais oportunidades de trabalho oriundas dos Jogos seriam mais interessantes para suas comunidades.
“O legal desse evento é que daqui podem sair boas ideias, porque ele possibilita muita troca de experiência”, comentou William Vieira Melo, da Agência Rede, de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.
“Eu vejo esse encontro como uma oportunidade de mudar a mentalidade das pessoas em relação aos grandes eventos, mas isso só vai acontecer quando elas entenderem o sentido dos Jogos, o motivo pelo qual o Rio está passando por isso”, disse Lucas Soares Pires, do Amarévê, portal de comunicação da Maré, na Zona Norte da cidade.
