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Um mundo novo

Comitê Rio 2016™ abraça a sustentabilidade nos Jogos desde o seu planejamento

Por Rio 2016

Certificações ambientais são obrigatórias na compra de madeira e papel. Usina de concretagem evita emissão de 700 toneladas de carbono

Comitê Rio 2016™ abraça a sustentabilidade nos Jogos desde o seu planejamento

Thinkstock

Reduzir o impacto no meio ambiente desde o seu planejamento até as atividades de implementação, revisão e pós-evento é prioridade do Comitê Rio 2016™. É com esse desafio em mente que o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos comemorou o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no último dia 5. Dois exemplos disso são a adoção do Programa da Cadeia de Suprimentos Sustentável e a construção de uma usina de concretagem no canteiro de obras da Vila Olímpica.

A sustentabilidade constitui um dos critérios que serão formalmente considerados em todos os processos decisórios de compras do Comitê Rio 2016™. O programa define como as questões de sustentabilidade serão integradas nos processos de aquisições, permutas, doações e licenciamento.

Incentivar a certificação ambiental da cadeia de materiais é uma forma muito eficiente de garantir que os Jogos tenham um impacto positivo no meio ambiente. Gerente geral de Sustentabilidade, Acessibilidade e Legado, Tania Braga explica como o Comitê Rio 2016™ trabalha para comprar produtos de empresas que tenham a sustentabilidade no seu DNA.

“Ao comprarmos apenas madeira e papel certificado geramos um impacto ambiental positivo, pois estamos prevenindo o desmatamento. Além disso, todas as compras realizadas pelo Comitê estão considerando ainda outras certificações ambientais, o que é bastante inovador em cadeias de suprimentos. Outro fato importante é que há um planejamento logístico integral da destinação final de todos os produtos, embalagens e resíduos adquiridos para os Jogos”, afirmou Tania.

Usina de concretagem

Dentre os objetivos de sustentabilidade dos Jogos Rio 2016™ estão os esforços para reduzir e compensar as emissões de carbono da construção das instalações esportivas e não esportivas. Para alcançar esse objetivo, uma iniciativa já em pleno funcionamento foi a criação de uma usina de concretagem na Vila dos Atletas que vai servir tanto a ela quanto ao Parque Olímpico da Barra.

Do volume total, a nova usina produzirá 90% do concreto em seu próprio canteiro de obras, diminuindo em 700 toneladas a emissão de carbono, durante toda a sua execução. Caso todo o material fosse transportado da indústria mais próxima, seriam necessárias 37.500 viagens de caminhão.

Meio ambiente como um dos pilares do Olimpismo

O esporte pode e deve desempenhar um papel importante de liderança na promoção da sustentabilidade. Desde a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada em 1992, no Rio de Janeiro, a preocupação do Movimento Olímpico com as questões ambientais tem acompanhado as discussões em torno do assunto.

Em 1996, uma modificação na Carta Olímpica reconheceu o meio ambiente como o terceiro pilar do Olimpismo, ao lado de esporte e cultura. Outro marco importante foi a publicação da Agenda 21 do Movimento Olímpico, em 1999.

De modo geral, as ações voltadas para o meio ambiente vêm ganhando mais importância desde os Jogos Olímpicos de Sydney 2000. Mas, no que se refere à integração da visão da sustentabilidade, baseada em um equilíbrio entre considerações ambientais, sociais e econômicas, as referências são os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver 2010 e os Jogos de Londres 2012.

Para dar continuidade a esse movimento e, de acordo com sua missão de promover uma transformação sustentável através do esporte, o Rio 2016™ abraça o desafio de fazer da sustentabilidade o fermento do planejamento dos Jogos.