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Um mundo novo

Com a Rússia na cabeça, grandes seleções do nado sincronizado se apresentam na instalação Olímpica dos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Hegemônicas no esporte, russas são o alvo das rivais que se apresentaram no Centro Aquático Maria Lenk em preparação para o Mundial de Kazan e para os Jogos Rio 2016

Com a Rússia na cabeça, grandes seleções do nado sincronizado se apresentam na instalação Olímpica dos Jogos Rio 2016

Bronze por equipes no Mundial, seleção da Ucrânia é candidata ao pódio nos Jogos Rio 2016 (Alex Ferro/Rio 2016)

A menos de 500 dias para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, o Centro Aquático Maria Lenk está cada vez mais no clima do Rio 2016. A instalação Olímpica do nado sincronizado recebeu entre os dias 10 e 12 de abril as seleções mais fortes do mundo – exceto por uma notável ausência. A Rússia, país que conquistou todos os ouros Olímpicos disputados desde Sydney 2000 e treinou no Rio no início deste ano, pode até não ter marcado presença no torneio, mas nunca fica muito distante do pensamento das rivais.  

“A grande diferença do nado sincronizado em relação aos outros esportes é que você praticamente já sabe quem vai ganhar antes mesmo de a competição começar – e a gente está muito disposto a mudar esse panorama. As russas estão realmente muitos passos à frente, mas a China e outros países estão no caminho para chegar até elas, e acredito que a melhor maneira de chegar até lá é mostrar algo diferenciado. Se tentarmos fazer o mesmo de sempre, a Rússia vai continuar ganhando”, afirma a japonesa Mayuko Fujiki, que é técnica da seleção chinesa.

A próxima chance de destronar a Rússia será ainda mais complicada: o país competirá em casa no próximo Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, que será realizado em julho na cidade de Kazan. Além da China, outros países candidatos a quebrar a hegemonia russa são a Ucrânia e a Espanha, que também se apresentaram no Rio de Janeiro. Desde os Jogos Londres 2012, as três nações se alternaram entre as pratas e bronzes disputados nas principais competições mundiais – precisa dizer com quem fica o ouro?

“As russas são as melhores do mundo, mas acho que podem, sim, ser batidas, e se não no Rio 2016, em um futuro próximo. O caminho é treinar duro, competir muito e, quem sabe, muitos países podem surpreender nos próximos Jogos Olímpicos”, conta Anna Voloshyna, destaque da Ucrânia, país que foi terceiro lugar por equipes no último Mundial, disputado em 2013.

“O nível da Rússia é muito, muito alto. Para alcançá-las, temos que nos concentrar em fazer o nosso melhor, em realizar boas apresentações e tentar sempre ganhar medalhas”, diz Ona Carbonell, que ajudou a Espanha a conquistar a prata no dueto e o bronze por equipes nos Jogos Londres 2012, além do bronze no dueto e da prata por equipes no Mundial de 2013.


Dona de duas medalhas Olímpicas, a espanhola Ona Carbonell quer aumentar a conta nos Jogos Rio 2016 (Foto: Alex Ferro/Rio 2016)

Se para as atletas o evento foi uma oportunidade para se acostumar às instalações Olímpicas e sair um passo à frente das russas, para o público foi uma chance de se habituar às coreografias cheias de leveza e plasticidade do esporte – e, claro, de ter um gostinho do que será visto nos Jogos Olímpicos. Os temas das provas técnicas executadas pelo dueto e pela equipe do Brasil foram os mesmos a que serão apresentados nos Jogos Rio 2016.

"O nosso dueto entrará com a capoeira, e a equipe com o tema de motoqueiras. A ideia é evoluir a apresentação aos poucos, elevar o grau de dificuldade e tornar as rotinas cada vez mais competitivas", diz Maura Xavier, que é membro da comissão técnica do nado sincronizado do Brasil.

"Vamos melhorar e fazer alguns ajustes na apresentação até os Jogos Olímpicos. E para progredir, nada melhor que olhar pro lado e ver tanta gente boa competindo com a gente", diz Luisa Borges, nadadora do dueto brasileiro.


A seleção brasileira já compete com músicas e temas das coreografias que serão apresentadas nos Jogos Olímpicos (Foto: Mathilde Molla/Rio 2016)

Além de Brasil, China, Ucrânia e Espanha, também participaram da quarta edição do Brazil Synchro Open representantes das seleções de Canadá, Argentina, Colômbia, Chile, Peru e Venezuela. 

“Gostamos muito do que vimos aqui, tanto da piscina como da instalação como um todo. Ficamos muito felizes com a nossa apresentação e, com certeza, o campeonato é uma ótima preparação para o Campeonato Mundial deste ano e para os Jogos Olímpicos Rio 2016”, afirma Ona Carbonell.