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COB e Comitê Rio 2016 decretam luto oficial de três dias pelo falecimento de Juan Antonio Samaranch

Por Rio 2016

COB e Comitê Rio 2016 decretam luto oficial de três dias pelo falecimento de Juan Antonio Samaranch
O Comitê Olímpico Brasileiro e o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 decretaram luto oficial de três dias pela morte do ex-presidente do Comitê Olímpico Internacional e atual presidente de Honra da entidade, o espanhol Juan Antonio Samaranch. Ele morreu nesta quarta-feira, dia 21, no Hospital Quirón, na cidade de Barcelona, onde estava internado com problemas cardíacos. O dirigente tinha 89 anos. Samaranch presidiu o COI entre 1980 e 2001 e foi o responsável pela transformação dos Jogos Olímpicos no maior evento multiesportivo do mundo. Presidente do COB e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, lamentou o falecimento daquele que considera, ao lado do presidente de Honra da FIFA João Havelange, o maior dirigente esportivo de todos os tempos. “Juan Antonio Samaranch transformou a história dos Jogos Olímpicos. De um evento deficitário e sem apelo comercial e de mídia, Samaranch fez dos Jogos Olímpicos o maior espetáculo do planeta, com a disseminação dos valores olímpicos por todo o mundo. Graças à sua visão estratégica, a marca olímpica passou a ser valorizada e a disputa pela sede dos Jogos Olímpicos se transformou numa corrida dos grandes países, inclusive envolvendo líderes mundiais, se desenvolveu em todas as suas frentes e passou a ser uma das indústrias mais fortes do mundo, com benefícios diretos aos atletas. Foi ele também que iniciou a luta contra o doping. Enfim, tudo o que temos hoje em termos de Jogos Olímpicos nasceu da visão de Juan Antonio Samaranch. É uma perda irreparável para o esporte mundial”, garantiu Nuzman. O presidente do COB e do Comitê Rio 2016 lembrou o excelente relacionamento que sempre teve com o ex-presidente do COI. Na época em que presidia o Conselho Mundial de Vôlei de Praia, Nuzman convidou Samaranch a acompanhar no Rio de Janeiro o Campeonato Mundial da modalidade. “Lembro a participação decisiva que Samaranch teve para a inclusão do voleibol de praia no Programa Olímpico. Sua vinda ao Rio, em 1993, avalizou a inclusão da modalidade nos Jogos Olímpicos. Recebi conselhos valiosos do ex-presidente do COI e sempre procurei segui-los”, explicou. Curiosamente, a campanha que culminou com a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, num embate direto na rodada final de votação do COI com a cidade de Madri, para a qual Samaranch trabalhou intensamente, teve em sua origem um conselho do espanhol a Nuzman. “Ele havia me falado: se o Brasil quer concorrer à sede dos Jogos Olímpicos o país deve, primeiro, sediar um grande evento multiesportivo, como os Jogos Pan-americanos. E tudo correu conforme as sábias palavras de Samaranch. A excelente organização do Rio 2007 nos deu a base para o projeto vencedor do Rio 2016. Mesmo estando em lados opostos nessa disputa, sempre houve muito respeito entre nós. O esporte olímpico brasileiro será eternamente agradecido a Juan Antonio Samaranch”, afirmou Nuzman.