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Um mundo novo

Chefe de missão da Holanda fala sobre a chance de alavancar os esportes olímpicos no Brasil

Por Rio 2016

Ex-técnico da seleção holandesa bicampeã de hóquei em Sydney 2000, Maurits Hendriks comenta expectativa por contato com a cultura outdoor do povo brasileiro

Chefe de missão da Holanda fala sobre a chance de alavancar os esportes olímpicos no Brasil

O chefe de missão Maurits Hendriks conversa com o ex-atleta e membro do Rio 2016™ Bruno Souza. Á esquerda, o gerente de performance Oltmans observa o mapa da Região Barra (Rio 2016™)

Incorporar os esportes olímpicos à cultura esportiva de um país é uma tarefa que exige trabalho e comprometimento. A realização dos Jogos Rio 2016™terá grande impacto na missão de trazer o Movimento Olímpico para o dia-a-dia da nação brasileira. Durante visita do Comitê Olímpico Nacional (CON) da Holanda ao Rio de Janeiro, o ex-técnico de hóquei e atual chefe de missão do país, Maurits Hendriks, comentou o assunto.

“Acho que os Jogos de 2016 serão uma grande chance para o Brasil. Os Jogos Olímpicos são uma grande oportunidade para o país-sede se familiarizar com esportes que não são tão conhecidos e participar de competições que nunca participaram antes, como o hóquei, que é um jogo rápido e espetacular”, disse ele.

Hendriks foi assistente do técnico campeão olímpico de hóquei com a seleção masculina da Holanda em Atlanta 1996, Roelant Oltmans. Assumiu a equipe após a conquista e a despedida de Oltmans, sagrando-se bicampeão da modalidade em Sydney 2000.

Oltman treinou outras seleções nacionais de hóquei após o ouro em Atlanta 1996. Voltou a treinar a seleção holandesa de 2005 a 2008, e atualmente é gerente de performance de esportes coletivos do CON da Holanda. Ele falou sobre o caminho a ser trilhado para popularizar e familiarizar as pessoas a um esporte, utilizando o hóquei como exemplo.

“O Brasil é bem-sucedido em esportes coletivos como o futebol, o vôlei, o basquete e o handebol. Trazer um novo esporte em que é preciso alcançar o alto nível para competir com o que o mundo tem de melhor leva algum tempo. Vimos isto com os coreanos e os gregos que estavam em situação semelhante no hóquei alguns anos antes dos Jogos Olímpicos. O recrutamento de novos talentos é importante. Trata-se de um grande desafio, mas (o hóquei) pode ser mais um esporte em que o país é bem-sucedido”, pontuou.

Entusiasmado, o chefe de missão Maurits Hendriks falou sobre suas expectativas e sobre a grandeza dos Jogos de 2016.

“Na Cerimônia de Encerramento dos Jogos de Londres pudemos ver o orgulho da nação e o quanto sua cultura é abundante. Seremos parte de um estilo de vida ao ar livre, outdoor, dessa abundância através da música. Por um lado é diferente do que conhecemos. Um amigo me disse que para sermos bem-sucedidos nos Jogos do Rio precisamos abraçar o Rio. Acho que é a melhor maneira de descrever ”, disse.

Casa Holanda no Rio

Tornou-se uma tradição olímpica que os países tenham a sua casa na cidade-sede das competições durante os Jogos. Através da divulgação do esporte e da cultura dos países, as casas acabam se tornando opções de entretenimento para os moradores e visitantes da cidade, inclusive com programações noturnas. Para quem deseja conhecer melhor a cultura de muitos países em poucos dias, visitar uma cidade-sede de Jogos Olímpicos e Paralímpicos durante as competições é uma excelente opção.

Naturalmente, as casas dos países visitantes incorporam elementos do país que está sediando os Jogos e mesclam com a própria identidade cultural. Seja por meio da escolha do local que irá sediar a sua casa durante os Jogos ou das atrações oferecidas. Conhecidos por suas animação e descontração, os holandeses costumam atrair muitos visitantes para suas “casas olímpicas”. O chefe de missão do CON falou sobre a montagem do espaço que será a Casa Holanda em 2016.

“Existe sempre uma grande expectativa para que a Casa Holanda apresente uma atmosfera festiva para celebrar a performance dos nossos atletas. Sempre tentamos promover uma combinação do espírito holandês com a celebração esportiva e a cultura local. Vamos tentar encontrar uma maneira de nos incorporar ao espírito brasileiro. O fato do Rio ser diferente de todas as sedes olímpicas a que já fomos me agrada muito. Acho que somos bem parecidos com os brasileiros. Também somos apaixonados por esportes, como o futebol ”, contou.

O secretário geral do CON da Holanda, Gerard Dielessen, contou que já estão em busca e que esperam definir o local que abrigará a festa esportiva holandesa em 2016 até o ano da próxima Copa do Mundo.

“Estamos procurando um espaço e esperamos ter uma resposta sobre onde será até 2014. Acreditamos em um número entre três e quatro mil visitantes por dia e esperamos que muitas pessoas do nosso país venham não só para os Jogos, mas também para ter a opotunidade de conhecer a cidade. É uma ótima chance de vir ao Brasil para passar férias”, destacou.