Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Campeã mundial de BMX pedala rumo à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos

Por Rio 2016

A venezuelana Stefany Hernández veio ao Rio de Janeiro testar a nova pista do Parque Radical de Deodoro

Campeã mundial de BMX pedala rumo à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos

Stefany se superou e ganhou o ouro no mundial da Bélgica, em 2015 (Getty Images/Dean Mouhtaropoulos)

Texto: Alejandro Lifschitz

Quando não conseguiu ir para a final do ciclismo BMX dos Jogos Londres 2012, a venezuelana Stefany Hernández decidiu dar um tempo e pensar no futuro. Seis meses depois da derrota na capital britânica, ela já tinha uma nova meta: a medalha de ouro no Rio 2016. Entre as estratégias, a ciclista veio ao Rio de Janeiro na semana passada para testar a nova pista do Parque Radical de Deodoro, onde vai acontecer o torneio Olímpico de BMX.

"Eu me dei conta de que a única pessoa que me separa de uma medalha de ouro Olímpica sou eu mesma"

Stefany Hernández, que foi campeã mundial de BMX em 2015

"Disputar os Jogos de Londres foi uma aventura, que fez minha cabeça mudar. Resolvi explicar o que quero ao meu treinador. Disse que tinha uma meta: 'quero a medalha de ouro no Rio'", disse Stefany ao Rio2016.com

A nova estratégia levou a atleta ao segundo lugar do ranking mundial de BMX da União Ciclística Internacional (UCI). "Para ser campeã Olímpica, primeiro tinha que alcançar o topo do esporte. Ou seja: estar no top 5 do mundo, começar a disputar finais, subir nos pódios, conquistar campeonatos mundiais", explica.

Depois do período sabático pós-Londres 2012, o primeiro passo foi voltar a viver no Centro Mundial de Ciclismo, um complexo de treinamento para a elite do esporte em Aigle, na Suíça. "Tinha meu quartinho e usava minha bicicleta para ir do alojamento até as pistas. Era bem simples. Eu tinha o básico: cama, comida e treino", recorda.

"Quando nos damos conta de que todo o poder está dentro de nós, e começamos a dar o máximo em cada treino, simplesmente temos tudo que precisamos para ganhar"

A ciclista venezuelana foi eliminada nas semifinais em Londres 2012, mas deu a volta por cima (Foto: Phil Walter/Getty Images)


O sucesso não demorou a chegar. Em 2013, chegou à final do Mundial de BMX em Auckland, na Nova Zelândia. Dois anos depois, ganhou o ouro na edição de Zolder, na Bélgica. "2015 foi um ano excepcional. Ganhei cinco dos seis torneios que disputei na Europa, todos em sequência", disse.

"Primeiro se ganha na mente, depois você sente a energia no sangue e começa a pedalar, passo a passo. Estou buscando a melhor versão de mim mesma"

Assista ao vídeo da vitória de Stefany Hernandez no Mundial de BMX em 2015:

O ano dourado, porém, reservou um revés. A queda na final dos Jogos Pan-Americanos Toronto 2015 acabou tirando Stefany do pódio da competição. Para que o erro não se repita no Rio 2016, a atleta esteve no Rio de Janeiro na última semana (14 a 18 de março) para testar a pista Olímpica do esporte, no Parque Radical de Deodoro. Ela fez parte da comitiva de atletas condidados da UCI para avaliar as reformas apontadas no Desafio Internacional de BMX, evento-teste realizado em outubro de 2015. "As reformas estão muito boas. Todos trabalharam duro aqui. Estou segura de que a pista estará ótima em agosto", avaliou.


Pedale pela pista de BMX dos Jogos Rio 2016 com Renato Rezende, o ciclista brasileiro mais bem classificado no ranking mundial


Pedra no meio do caminho

O principal obstáculo entre Stefany Hernandez e a medalha de ouro é a colombiana Mariana Pajón. Estrela do esporte, Pajón é a número 1 do ranking mundial e também a atual campeã Olímpica - e já anunciou os planos de conquistar o bicampeonato no Rio 2016. 

A rivalidade, no entanto, se limita às arenas do circuito mundial do esporte, assegura Stefany. "Temos a mesma idade (24 anos) e sempre competimos juntas", brinca. "Temos uma competição particular. Somos rivais até a morte dentro da pista, mas fora o ambiente é ótimo. Há uma grande familiaridade entre os atletas. Crescemos todos praticamente juntos", concluiu.

 

Buenos Días desde Río de Janeiro ... Good morning from Rio...

A photo posted by Stefany Hernandez (@hernandez469) on


Deu vontade de ver ao vivo?

Corra para o Portal de Ingressos