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Um mundo novo

Brasil e Argentina se dividem entre rivalidade e amizade no futebol de 5 dos Jogos Paralímpicos

Por Rio 2016

Brasileiros buscam o tetra, e argentinos querem vencer na casa dos rivais. Fora de campo, o clima é o mais cordial possível

Brasil e Argentina se dividem entre rivalidade e amizade no futebol de 5 dos Jogos Paralímpicos

Jefinho diz que já não há segredos entre brasileiros e argentinos (Foto: CBDV-Inovafoto/Bruno Miani)

Brasil e Argentina protagonizam um dos clássicos de maior rivalidade do futebol, e na versão para pessoas com deficiência visual não é diferente. Fora de campo, porém, o clima entre os jogadores e de respeito, cordialidade e, em alguns casos, amizade. “Quando entra qualquer equipe vestindo a camisa verde e amarela sabemos que se trata de uma equipe fortíssima. Nunca subestimamos o Brasil e sempre jogamos contra eles com tudo o que temos”, afirma o argentino Marcelo Paniza.

Porém, até agora esse esforço argentino tem sido inócuo. Na final do Campeonato Mundial de 2014, no Japão, o Brasil venceu a Argentina por 1 a 0 e conquistou o tetra. Antes, os brasileiros ganharam a medalha de ouro nas três edições dos Jogos Paralímpicos. Agora, os argentinos admitem que levar o ouro na casa do rival, nos Jogos Rio 2016, teria sabor especial. “Seria algo espetacular que nunca aconteceu. Algo tremendo para meu país", diz Paniza.

Ainda dá para comprar ingressos para os Jogos Paralímpicos

Argentinos querem pegar o Brasil na final no Rio, mas com outro placar (Foto: CBDV-Inovafoto/Bruno Miani)

O compatriota Ivan Figueroa concorda. “Seria lindo ter dois países de tradição ‘futeboleira’ na luta pela medalha de ouro", diz ele. “Tenho certeza de que se chegarmos à final vai ser um confronto muito leal, mas espero que, desta vez, a vitória fique com a gente".

E a lealdade projetada por Figueroa se confirma nas palavras de Paniza. “Fora de campo existe amizade, especialmente entre os atletas mais veteranos, como Jefinho, Ricardinho e Cássio. Acontece, inclusive, de eles nos convidarem para jogar aqui no Brasileirão”.

Previsão de equilíbrio

Mas que brasileiros e argentinos não se iludam. Uma certeza nesses Jogos Paralímpicos é a de que haverá equilíbrio na disputa por medalhas. “Todos os grupos são difíceis porque têm os campeões da Europa, da Ásia da África, o Marrocos”, diz o técnico argentino Martin Demonte. “Pensei, por exemplo, que enfrentar o Marrocos seria mais fácil, mas vi que não. O número 9 deles é muito bom (Hattab Abderrazak), faz coisas que não vi outro jogador fazer".

O técnico brasileiro Fábio Vasconcelos também mostra cautela na disputa pelo tetra. “Antes, sabíamos quem faria a final ou as semifinais, mas hoje é diferente. O futebol de 5 está evoluindo".