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Um mundo novo

Brasil escolhe enfrentar Argentina no basquetebol em cadeira de rodas feminino

Por Rio 2016

Após sorteio, país-sede usa da vantagem prevista pelo regulamento e opta por ficar no grupo do rival; no masculino, equilíbrio predomina

Brasil escolhe enfrentar Argentina no basquetebol em cadeira de rodas feminino

Comitê Rio 2016 foi sede do sorteio de grupos dos torneios feminino e masculino do basquetebol em cadeira de rodas (Rio 2016/Gabriel Nascimento)

Em evento realizado na sede do Comitê Olímpico Rio 2016 nesta quarta-feira (20), foram definidos os grupos dos torneios de basquetebol em cadeira de rodas, com uma particularidade. O regulamento prevê que, após o sorteio, o país-sede tem o privilégio de escolher em que chave prefere ficar, após o sorteio. No feminino, o Brasil optou pelo Grupo A, e vai enfrentar Canadá, Alemanha, Grã-Bretanha e a rival Argentina - no Parapan Americano de 2015, as brasileiras ficaram em terceiro e as argentinas em quarto. No Grupo B estarão Estados Unidos, Holanda, França, China e Argélia.

A seleção brasileira masculina optou pelo Grupo B, que tem Irã (que volta a competir depois de cumprir suspensão de oito anos), Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha e Argélia; no Grupo A ficaram Austrália, Canadá, Turquia, Holanda, Japão e Espanha.

Rui Marques, gerente do basquete em cadeira de rodas do Rio 2016, explicou que a tabela dos jogos deve ficar pronta até segunda-feira (25). De toda forma, os ingressos já estão à venda.

Saiba mais sobre o basquete em cadeira de rodas

Garanta já seus ingressos

Secretária-geral da Federação Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas (IWBF, na sigla em inglês), Maureen Orchard diz ter “certeza de que os organizadores farão grandes Jogos Paralímpicos” porque acompanha o trabalho dos brasileiros desde os Jogos Parapan-Americanos Rio 2007.

Ela se disse ansiosa pela primeira participação da Argélia, tanto no feminino, quanto no masculino, e pela presença da China na competição para mulheres.

"No masculino, oito países podem chegar a pódio. Os dois grupos estão bem fortes"

Maureen Orchard, secretária-geral de Federação Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas (IWBF)

 

China e Grã-Bretanha no torneio feminino do basquetebol em cadeira de rodas em 2012 (Foto: Getty Images/Jamie McDonald)

 

Brasil tenta classificação histórica

Classificar as seleções feminina e masculina entre as oito melhores dos Jogos Paralímpicos pela primeira vez na história é o objetivo brasileiro. Segundo Naise Pedrosa, presidente da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC), nos dois casos o critério foi o mesmo – procurar os grupos com adversários de menos tradição no esporte, para que o Brasil tenha mais chances de alcançar as oitavas-de-final. Da decisão participaram Alexandre Rodrigues, diretor da CBBC, e Fátima Fernandes, coordenadora de técnicos das seleções brasileiras.

"Fiquei arrepiado. É uma sensação de alívio, uma mistura de sentimentos muito boa”

Paulo Cesar dos Santos, o Jatobá, da seleção brasileira de basquetebol em cadeira de rodas

Paulo Cesar dos Santos, o Jatobá, atleta da seleção brasileira, participou do sorteio, ao lado de Geisiane Brito, representante da seleção feminina. Os dois destacaram o caminho “duro” para passar da fase de classificação - sendo “realista”, como disse a jogadora, bronze nos Jogos Parapan-Americanos Toronto 2015. A seleção masculina, renovada depois do Parapan, está “progredindo”, segundo Jatobá, que participou do jogo de demonstração no evento-teste do basquete na Arena Carioca 1, em janeiro.

Veja como foi o evento-teste de basquetebol em cadeira de rodas