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Um mundo novo

Azerbaijão, Israel e Kosovo conquistam títulos inéditos no Mundial de Judô 2013

Por Rio 2016

Brasil e Coreia do Norte sobem no alto do pódio pela primeira vez entre as mulheres

Azerbaijão, Israel e Kosovo conquistam títulos inéditos no Mundial de Judô 2013

A atleta Yarden Gerbi conquista a primeira medalha de ouro de Israel no esporte (Rio 2016/Alex Ferro)

Combates empolgantes, resultados históricos e diversos países subindo no pódio. O Campeonato Mundial de Judô 2013, que aconteceu no Maracanãzinho, no Rio, foi uma amostra clara do que está por vir nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Durante os sete dias de competição, alguns resultados inéditos. Azerbaijão, Israel e Kosovo conquistaram a primeira medalha de ouro na história, assim como as mulheres do Brasil e da Coreia do Norte que tiveram sua estreia no lugar mais alto do pódio. No total, 23 países conquistaram medalhas, sendo que 11, de ouro. 

O azerbaijano Elkhan Mammadov, na categoria até 100 kg, a kosovar Majlinda Kelmendi (até 52 kg), e a israelense Yarden Gerbi (até 63 kg), escreveram os seus nomes na história do esporte mundial.

“Estou muito feliz por conquistar o primeiro título mundial por Israel. Lutei por mim e por todo o meu país”, disse Gerbi, que venceu a semifinal e a final com um estrangulamento único, usando o seu próprio judogi.

“O melhor de tudo é que aconteceu no Rio de Janeiro. Vou tirar agora três semanas de férias agora viajando pelo Brasil. Meu corpo pede esse descanso”, acrescentou.

Outras duas atletas conseguiram resultados inéditos no Mundial 2013 de judô. A norte-coreana Kyong Sol não deu chances às suas adversárias e levou a medalha de ouro na categoria até 78 kg. Já a brasileira Rafaela Silva atropelou todas as suas adversárias e, depois do vice-campeonato mundial de 2011, subiu um degrau a mais no pódio. Foi o primeiro título feminino do Brasil em Mundial.

Para isso, ela precisou derrotar duas medalhistas olímpicas. Na semifinal, Rafaela passou pela francesa Automne Pavia, bronze em Londres 2012 e número 1 do ranking mundial, com um waza-ari. Na final, a jovem carioca de apenas 21 anos venceu a norte-americana Marti Malloy com um ippon, o golpe perfeito, e caiu em lágrimas.

“Vim para ser campeã mundial na minha cidade. É muito bom vir de comunidade carente e dar exemplo às crianças. Muita gente tem talento e garra e só precisa de um pouco de ajuda para alcançar o sucesso. Saí da Cidade de Deus e agora estou aqui. Ainda não parei para pensar que estou fazendo história. Se Deus quiser vou buscar o ouro olímpico no Rio 2016”, afirmou Rafaela, que contou com a torcida da irmã Raquel Silva, também judoca.

A medalha de ouro de Rafaela, atleta revelada pelo Instituto Reação, que o medalhista de bronze olímpico Flávio Canto comanda na Rocinha, foi a quinta do Brasil em Campeonatos Mundiais. O gaúcho João Derly foi bicampeão em 2005 e 2007. O brasiliense Luciano Corrêa e o paulista Tiago Camilo conquistaram o título mundial em 2007.