Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Atletas visitam Parque Olímpico e sentem gostinho dos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Em visita às instalações da Barra, brasileiros projetam metas e falam da importância de disputar o evento em seu país

Atletas visitam Parque Olímpico e sentem gostinho dos Jogos Rio 2016

Atletas puderam visitar o Parque Olímpico e conferir o andamento das obras, além de se encontrar com o mascote Vinicius (Alex Ferro/Rio 2016)

Os atletas brasileiros que lutam por uma vaga Olímpica, outros que já estão classificados e um grupo que já representou o Brasil sentiram um gostinho dos Jogos do ano que vem nesta quarta-feira (5), em visita ao Parque Olímpico. As percepções foram um pouco diferentes do usual pois, ao contrário de outras ocasiões, as competições não serão em um país estrangeiro e sim em casa, diante da própria torcida.

Veja o depoimento do judoca Leandro Guilheiro, medalha de bronze em Atenas 2004 e Pequim 2008, sobre a sensação de conhecer o local onde serão realizadas as competições de judô no Rio 2016:

 

O trio do rugby formado por Allan Joseph, Fernando Portugal e Martin Schaefer vai competir em Deodoro e sentiu a imponência do Parque Olímpico em construção.  “Estar aqui, na realidade da coisa, sentindo que a gente está fazendo parte disso, é mágico para a modalidade e individualmente para todo mundo”, diz Portugal, cujo esporte volta ao programa dos Jogos após 92 anos. “Nós sempre imaginamos como pode ser. A gente entrando (em ação) contra as melhores equipes do mundo”, complementa Schaefer. “E jogar em casa é a coisa mais importante”, ressalta Joseph.

O velejador Bruno Prada, medalha de prata na classe Star dos Jogos Pequim 2008 e bronze em Londres 2012 está ajudando na preparação de Jorge Zarif, da classe Finn. Está animado com a possibilidade de ver a realização dos Jogos Olímpicos em seu país, mas ressaltou que para os atletas é hora de concentração. “No marco de um (ano) para os Jogos, o mais importante é focar nos eventos-teste” aconselhou, lembrando que nas competições o atleta tem uma ideia exata do seu nível Olímpico e pode fazer ajustes O mesatenista Hugo Hoyama, seis participações em Jogos (Barcelona 1992, Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012) concordou. “E esse último ano passa muito rápido. No tênis de mesa, ainda não temos a equipe definida e a contagem regressiva pressiona o atleta a lutar pela vaga e se preparar com mais intensidade para as competições. É a hora de se concentrar em estudar ao máximo o próprio jogo e de melhorar a preparação mental.”