Ações em escolas do Rio deixam crianças mais próximas dos Jogos Paralímpicos
Apresentações teatrais com música animaram alunos do ensino fundamental da Penha, Quintino e Pavuna
Apresentações teatrais com música animaram alunos do ensino fundamental da Penha, Quintino e Pavuna
Crianças se divertiram usando moldura com foto de Tom para tirar fotos (Rio 2016)
Várias ações envolvendo apresentações teatrais, música e alegria deixaram crianças que estudam em escolas do ensino fundamental da rede municipal do Rio de Janeiro bem mais próximas dos Jogos Paralímpicos. A próxima segunda-feira (7) será o marco de um ano para o início do evento.
Na Penha, a atração surpresa agitou a manhã de estudantes do quarto e do quinto ano da Escola Municipal Augusto Motta. A partir das atividades desenvolvidas, as crianças puderam saber como foi a evolução dos Jogos Paralímpicos desde a primeira edição. Na Escola Municipal Maurício de Medeiros - localizada em Quintino e especializada em ensino para alunos com necessidades especiais - o mascote Tom foi responsável pela animação.
Atividades musicais ajudaram as crianças a conhecer mais sobre os Jogos Paralímpicos. (Foto: Rio2016)
Na Arena Cultural Carioca Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, o clima de diversão contagiou alunos e professores. Equipados com instrumentos musicais e objetos interativos, integrantes do grupo Mosaicos contaram histórias, brincaram e mostraram de um jeito descontraído como o esporte é possível para todos.
Uma atividade que fez sucesso entre a criançada foi usar a moldura com a figura do Tom para tirar fotos. Enquanto faziam fila para garantir uma imagem de recordação, os pequenos apontavam para o mascote Paralímpico e comentavam sobre a série animada ‘Vinícius & Tom – Divertidos por Natureza’, recém-lançada pelo canal Cartoon Network. “Eu já vi na minha TV, adoro o cabelo dele!”, disse Pedro Souza sobre o personagem Tom. Para Natalia Medeiros, estagiária da escola Octávio Tarquínio de Souza, na Pavuna, e voluntária dos Jogos, ações como essa são essenciais para aproximar as crianças do esporte. “Mesmo sem poder estar presente, você acaba sentindo de como é o clima das competições”.