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Um mundo novo

A dois anos dos Jogos Rio 2016, atletas Olímpicos do badminton desembarcam no Rio de Janeiro

Por Rio 2016

Evento traz 74 atletas internacionais à cidade sede dos Jogos Rio 2016

A dois anos dos Jogos Rio 2016, atletas Olímpicos do badminton desembarcam no Rio de Janeiro

Estrutura montada no Campo dos Afonsos conta com três quadras de competição (Divulgação/Armando Guimarães)

A dois anos dos Jogos Olímpicos Rio 2016, 107 atletas de badminton de 20 países - sendo 74 estrangeiros - desembarcaram na cidade para a disputa do Grand Prix do Rio de Janeiro. A sede das disputas, que prosseguem até este domingo (10), é o ginásio de desportos da Aeronáutica, no Campo dos Afonsos, na região de Deodoro, Zona Oeste do Rio.

“O Grand Prix do Rio de Janeiro faz parte da nossa estratégia para desenvolver o badminton e para gerar mais interesse na modalidade no Brasil, em particular, no Rio de Janeiro, que sediará os Jogos Olímpicos de 2016. O badminton já é um esporte em crescimento no Brasil e gostaríamos muito de popularizá-lo ainda mais, antes mesmo dos Jogos Olímpicos”, afirmou Thomas Lund, secretário-geral da Federação Internacional de Badminton (BWF, na sigla em inglês).

Um dos destaques da competição é o guatemalteco Kevin Cordón, que já chegou a ocupar o 24º lugar no ranking mundial. Campeão pan-americano em 2011 e vice em 2007, Kevin disputou os Jogos Olímpicos Pequim 2008 e Londres 2012. De volta ao Rio de Janeiro após sete anos, o atleta da Guatemala tem expectativas altíssimas para os Jogos Rio 2016.
 
“É muito bom estar no Rio de Janeiro dois anos antes dos Jogos. Desde que cheguei, no aeroporto, já vi muita coisa fazendo referência aos Jogos Rio 2016 e isso faz com que eu já me sinta no clima do evento. Competi no Rio nos Jogos Pan-Americanos e foi fantástico em todos os sentidos. Os Jogos Olímpicos são um evento ainda maior e tenho certeza, pela experiência de 2007, que tudo será preparado da melhor maneira e que teremos uma festa ainda mais incrível”, aposta Kevin, que sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo em 2013 e luta para recuperar posições no ranking mundial.
 
Guatemalteco Kevin Cordón competiu nos Jogos Pan-Americanos 2007 e espera uma grande festa em 2016 (Foto: Getty Images/Scott Heavey)

 

Atleta brasileiro mais bem colocado no ranking mundial do esporte, o paulista Daniel Paiola, número 67 do mundo antes do início do torneio, comemora a vinda da competição ao país. Para Daniel, o Grand Prix poderá dar mais visibilidade ao esporte no cenário nacional.

“É muito bom ver o Brasil recebendo uma competição deste nível, com tantos atletas Olímpicos. É como uma semente sendo plantada. O badminton está crescendo bastante no país, já temos uma seleção permanente que disputa regularmente o Circuito Mundial e o investimento está aumentando, mas pode ficar ainda melhor. Um torneio como esse dá mais visibilidade ao esporte e espero que possa atrair empresas dispostas a investir”, afirma o brasileiro, que conquistou a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos Guadalajara 2011.

Representante da Suíça nos Jogos Londres 2012, Sabrina Jaquet destacou a importância da realização de mais eventos de badminton no país, principalmente para a capacitação de profissionais do esporte.

“O torneio é muito importante também para os organizadores, que certamente estarão envolvidos nos Jogos Olímpicos e estão, pela primeira vez, recebendo uma grande competição internacional. É um ótimo treinamento para eles e certamente chegarão mais bem preparados para os Jogos Rio 2016 e para competições futuras”, lembra a atleta, que fez questão de demonstrar todo seu encantamento com o Rio de Janeiro.

“Estar aqui já me faz pensar nos Jogos Rio 2016. Já visitei o Corcovado e o Pão de Açúcar. O Rio é uma cidade linda. É incrível como uma cidade tão desenvolvida consegue ter tantas belezas naturais”, elogia.

Chinesa Beiwen Zhang, que compete pelos Estados Unidos, planeja voltar ao Rio de Janeiro em 2015 (Foto: Getty Images/Jordan Mansfield)

 

Nascida na China, país que domina o cenário internacional do badminton, Beiwen Zhang compete pelos Estados Unidos no Circuito Mundial. A atleta, que era a 18ª colocada no ranking mundial antes da competição, não esconde a empolgação pela possibilidade de competir na cidade que receberá a próxima edição dos Jogos Olímpicos. Em 2015, ela pretende voltar para competir no Pavilhão 4 do Riocentro, sede das disputas Olímpicas em 2016. Um evento-teste do esporte, integrante do calendário da Federação Internacional de Badminton, está marcado para o mês de novembro.

“O Rio é a futura sede dos Jogos Olímpicos e não tem como não pensar nisso competindo aqui. O nível do Grand Prix está muito bom, mas tenho certeza de que se a etapa fosse realizada no local onde acontecerão as disputas do badminton nos Jogos Rio 2016 teríamos ainda mais atletas participando. Seria ótimo ter a oportunidade de competir lá antes dos Jogos e se em 2015 tivermos uma etapa do Grand Prix no local certamente voltarei ao Rio para participar”, comenta a chinesa naturalizada norte-americana.

Os torneio Olímpicos de badminton reunirão cinco categorias – simples masculino e feminino e duplas masculinas, femininas e mistas – e contarão com a participação de 172 atletas. Todas as vagas são definidas por meio do ranking mundial. Como país sede, o Brasil terá representantes nos Jogos Olímpicos pela primeira vez.