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Um mundo novo

180 países patrocinam a trégua Olímpica do Rio 2016

Por Rio 2016

Proposta voltada para a defesa dos direitos de meninos e meninas é aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York

180 países patrocinam a trégua Olímpica do Rio 2016

Carlos Nuzman apresenta a proposta do Rio 2016 de defender os direitos de meninas e meninos de todo o mundo (Andrew Renneisen/Getty Images)

A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta segunda-feira (26), em Nova York, a observação da trégua Olímpica durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e a resolução “Esporte para o Desenvolvimento e a Paz: Construindo um Mundo mais Pacífico e Melhor por meio do Esporte e do Ideal Olímpico”, patrocinada por 180 dos 193 países da ONU. Como contribuição à trégua Olímpica, a proposta do Comitê Organizador Rio 2016 é defender os direitos das crianças, com ações que foquem na proteção e na educação de meninos e meninas em todo o mundo.

A resolução sobre a Trégua Olímpica pede a paralisação dos conflitos no período de sete dias antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos (marcada para 5 de agosto de 2016) até sete dias depois da cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos (agendada para 18 de setembro de 2016). Nessa 70ª edição da Assembleia Geral da ONU, a Ucrânia se absteve de assinar o documento, explicando que se sentiu forçada pela agressão da Rússia, que desrespeitou a trégua durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi 2014.

Educação como legado

O presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, destacou em sua fala a eleição da cidade brasileira como sede Olímpica em 2009, “abrindo portas de uma nova região para o movimento Olímpico”. Falou também da inspiração do esporte, “que pode ajudar na solidariedade entre os povos, na educação, na inclusão social, no entendimento e na paz” para a construção de uma sociedade mais justa.

Para Nuzman, os Jogos Olímpicos levarão a um legado tangível, com programas de educação para a cidade e o país, como frisou, destacando ainda o transporte e a mobilidade urbana. “Promover a transformação pelo esporte não é mais um sonho”, disse.

(Veja aqui o discurso na íntegra de Carlos Nuzman)

Já para Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), "a ONU e o COI estão unidos quanto aos ideais de tolerância, solidariedade e paz”, e ele assinalou que “o esporte é uma maneira única de colocar a trégua em termos práticos”.

Refugiados sob bandeira do COI

Foi anunciado que o COI dará chance de participação nos Jogos, sob sua bandeira, a atletas de alta performance que se encontrem na condição de refugiados. 

“Os Jogos Olímpicos são o ponto alto da tolerância, quando todos os países se reúnem para uma competição pacífica, convivendo em harmonia, sem discriminação, trocando experiências e emoções, mostrando respeito por vitórias e derrotas”, assinalou o presidente do COI.

(Veja também A trégua Olímpica nos Jogos da Era Moderna: um movimento pela paz e Há 2.800 anos, gregos promoviam trégua no Peloponeso em favor dos Jogos Olímpicos)

Bach destacou então a possibilidade de atletas que estão na condição de refugiados possam participar dos Jogos sob a bandeira do COI, como forma de mostrar esperança e autoconfiança a todos aqueles que estão na mesma condição. “O esporte é a chave para a paz e a tolerância”, disse.

Vários representantes dos países que falaram durante a Assembleia destacaram o esporte como política pública como no caso de Cingapura, Cuba e Índia, destacando benefícios que vão da saúde à formação de caráter de meninos e meninas, que serão futuros líderes. O representante da Índia citou o sul-africano Nelson Mandela, lembrando sua frase: “O esporte fala às pessoas em uma linguagem que elas podem entender”.

Conheça ainda 18 vezes em que o esporte provou ser o melhor aliado da paz.