Faltam #100Dias: Rio 2016 lista 100 motivos para ver os #JogosParalímpicos
Por Rio 2016
Ingressos acessíveis, atletas históricos, disputas emocionantes e o Brasil é potência de medalhas: essas são algumas das razões que tornam o evento imperdível
Multimedalhista, Daniel Dias é uma das 100 boas razões para ver os Jogos Paralímpicos (foto: Getty Images/Ian MacNicol)
Faltam 100 dias para o início dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. A edição deste ano, a 15ª da história, promete a superação de inúmeros recordes mundiais e a consagração de novos mitos do paradesporto. Também tem, claro, a presença de alguns dos maiores nomes da história Paralímpica, como os brasileiros Terezinha Guilhermina e Alan Fonteles, os norte-americanos Jeremy Campbell e Jessica Long e a britânica Anne Dunham. Abaixo, listamos cem ótimas razões para que o torcedor testemunhe tudo isso de perto.
Assistir à sempre emocionante cerimônia de abertura: ainda tem ingressos disponíveis
A oportunidade de curtir por mais dias o clima de um grande evento esportivo após os Jogos Olímpicos
Comprar ingressos com preços mais acessíveis para ver o Brasil ganhar mais medalhas
Guardar o ingresso colecionável da cerimônia de abertura (foto abaixo), algo para mostrar aos netos, bisnetos...
Torcer pelo Brasil, que é uma potência Paralímpica
Atender a convocação do medalhista Olímpico brasileiro Joaquim Cruz, hoje técnico do atletismo Paralímpico dos Estados Unidos: “Você sai mudado para melhor”
Se arrepiar com o exemplo dos atletas, que lutam contra todos os limites
Incentivar os atletas para que quebrem suas marcas e recordes
Entrar no mítico estádio do Maracanã, sede da cerimônia de abertura e encerramento
Prestigiar um evento que ajudou no reconhecimento dos veteranos de guerra, tornando-os atletas de sucesso
Testemunhar o crescimento dos Jogos Paralímpicos, que no Rio 2016 devem quebrar o recorde de nações participantes, com 176 países
A quebra de recordes mundiais: para se ter ideia, 251 foram quebrados nos Jogos Paralímpicos Londres 2012
Entrar no clima do "espírito em movimento", lema representado na marca dos Jogos Paralímpicos pelos três agitos (foto abaixo)
A disputa do hipismo, modalidade nobre que comemora aniversário de 20 anos de sua estreia em Jogos Paralímpicos
Acompanhar esportes exclusivas dos Jogos Paralímpicos, como o goalball e a bocha
Comparar as versões Olímpica e Paralímpica de certas modalidades, como basquetebol, futebol e rugby: você verá como são bem diferentes.
Algumas modalidades têm inúmeras categorias, o que permite ver, por exemplo, várias corridas de 100m, prova nobre do atletismo
Conhecer instalações que tiveram ingressos esgotados nos Jogos Olímpicos
Encontrar e tirar uma selfie com o simpático Tom, o mascote dos Jogos Paralímpicos
Ver o emocionante trabalho de equipe nas disputas da bocha, no qual as famílias podem ajudar os atletas
Curtir a cidade do Rio de Janeiro, com encontro de muitas culturas nas casas dos países
Secar a Finlândia, principal rival do Brasil no goalball. Os brasileiros venceram os finlandeses por 9 a 1 na Copa 2014, mas perderam na final em Londres 2012
A inspiradora equipe da Bósnia-Herzegvina, que busca o terceiro ouro no vôlei sentado masculino
O reencontro entre Bósnia-Herzegovina e Irã no voleibol sentado masculino. Os rivais fizeram as últimas quatro finais da modalidade
Testemunhar mais um jogo entre China e EUA no voleibol sentado feminino. As duas seleções disputaram o ouro em Pequim 2008 e Londres 2012
O basquetebol de cadeira de rodas, uma das modalidades mais emocionantes e agressivas do mundo
Ver as seleções de Austrália e Canadá no basquetebol de cadeira de rodas masculino. As duas equipes se enfrentaram nas últimas três finais Paralímpicas
Conferir de perto a canoagem, esporte que faz a estreia em Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro
Acompanhar a resistência dos atletas do triatlo, outra modalidade que estreia nos Jogos no Rio de Janeiro
Conferir o histórico tênis de mesa, primeira modalidade a entrar nos Jogos Paralímpicos antes dos Jogos Olímpicos
Torcer nos 100m rasos classe T44, cuja expectativa é ter todos os finalistas correndo abaixo dos 11 segundos pela primeira vez na história
Alan Fonteles, que desbancou Oscar Pistorius e é hoje o recordista mundial dos 100m categoria T43
Yohansoon Nascimento, corredor brasileiro recordista mundial dos 100m T45
André Brasil, nadador brasileiro recordista mundial dos 50m nado livre categoria S10
Felipe Gomes (foto abaixo), velocista brasileiro que ganhou um ouro em Londres 2012 e quer abocanhar quatro no Rio 2016
Wanderson, craque da seleção brasileira e que ganhou o apelido de “Robinho” do futebol de 7
Jefinho, o "Pelé" Paralímpico do futebol de 5, com uma habilidade incrível e que tenta levar o Brasil ao quarto ouro seguido na modalidade
Ricardinho, também do futebol de 5, que ganhou duas vezes o prêmio de melhor jogador do mundo.
Daniel Dias, o superastro da natação brasileira, que tem dez medalhas de ouro Paralímpicas no currículo, seis delas em Londres 2012
Terezinha Guilhermina (foto abaixo), dona de três ouros Paralímpicos e uma das atletas mais coloridas e contagiantes dos Jogos
Petruccio Ferreira, brasileiro recordista mundial dos 200m T46/47 e candidato a astro maior do Brasil no atletismo Paralímpico
Natalia Mayara, tenista que ganhou dois ouros nos Jogos Parapan-Americanos 2015 e tentará subir no pódio novamente no Rio 2016
Jovane Guissone, ouro na esgrima em cadeira de rodas em Londres 2012 e que tenta repetir a dose no Rio 2016
Victoria Amorim, estrela da seleção feminina de goalball do Brasil, medalhista de ouro nos Jogos Parapan-Americanos 2015
Maciel Santos, que começou a representar o Brasil na bocha aos 14 anos, foi ouro nos Jogos Londres 2012 e é esperança novamente no Rio 2016
Dirceu Pinto, quatro medalhas Paralímpicas, maior número do mundo na bocha. Em todas as provas que participou do evento levou o ouro, tanto no individual quanto nas duplas
Romário Diego Marques, que tem nome de craque, foi o segundo maior marcador do goalball no Mundial de 2014, com 30 gols, e estará na seleção brasileira no Rio 2016
Willians Araújo, que não ganhou medalha em Londres 2012, mas pode compensar agora. É uma das esperanças do judô brasileiro nos Jogos Paralímpicos
Verônica Hipólito, do atletismo, de 19 anos e dona de duas medalhas no Para-Pana-Americano 2015. É candidata a estrela no Rio 2016
Marcos Fernandes Alves, o Joca, responsável pelas únicas medalhas do Brasil no hipismo: duas de bronze em Pequim 2008
Verônica Almeida, nadadora que foi bronze em Pequim 2008 e voltou com medalha de bronze nos 50m borboleta classe S7
Jeremy Campbell (abaixo), norte-americano que busca o tricampeonato Paralímpico no lançamento de disco
David Blair, norte-americano que desafia o reinado de Campbell e pode promover um ótimo duelo no lançamento de disco classe F44
Oxana Savchenko, russa recordista dos 50m nado livre categoria S12
Darya Stukalova, russa que chega em alta ao Rio e tenta quebrar o domínio da compatriota Savchenko nas piscinas
Cuiqing Liu, chinesa que desafia Terezinha Guilhermina nas pistas de atletismo e levou a melhor no Mundial de 2015, em Doha
Jason Smyth, da Irlanda, o "Bolt" Paralímpico, recordista mundial dos 100m e em busca da sexta medalha
Lex Gillette, também cantor e pianista, que diz ter um repertório especial caso ganhe o ouro. É esperar para ouvir
Marcus Rehm, alemão do salto em distância Paralímpico que tem chance de superar inclusive as marcas dos atletas Olímpicos
Isis Holt, a menina australiana campeã mundial nos 100m e 200m T35 que brigará por medalhas Paralímpicas no atletismo. Isso com apenas 14 anos
Maria Lyle, a britânica que rivaliza com Holt e promete oferecer ao público duelos emocionantes na pista de atletismo dos Jogos Rio 2016
Noelle Lenihan, irlandesa de 16 anos que quebrou o recorde mundial do lançamento de disco no Mundial de Doha, em 2015
Hunter Woodhall, de 16 anos, que chamou a atenção no Mundial de 2015 e vem ao Rio de Janeiro brigar por medalhas nos 200m e 400m T44
Kare Adenegan (abaixo), outra garota de 14 anos que brilhou no Mundial de Doha e chega ao Brasil com chance de ganhar medalhas no atletismo
Nyoshia Cain, de Trinidad e Tobago, que estreou na categoria adulta somente em 2014 e venceu de forma surpreendente os 100m T44 no Mundial de Doha, em 2015
Mingyu Chen, atleta chinês do salto em distância, que evoluiu bastante nos últimos anos e pode explodir nos Jogos Rio 2016
Sam Grewe, dos Estados Unidos, ouro no salto em altura T42 no Mundial e candidato a repetir a dose no Rio 2016
Pongsakorn Paeyo, tailandês que dá sequência à tradição de seu país de produzir grandes atletas na corrida de cadeira de rodas.
Brent Lakatos, do Canadá, um dos astros da corrida de cadeira de rodas e ainda sem uma medalha de ouro Paralímpica
David Weir, o homem a ser batido na corrida de cadeira de rodas. Embora tenha decepcionado no Mundial de 2015, promete chegar forte ao Rio 2016
Ellie Simmonds, britânica que ganhou dois ouros na natação Paralímpica em Pequim 2008, aos 13 anos, e mais dois em Londres 2012
Amy Marren ficou sem medalha, mas chamou a atenção na natação aos 14 anos de idade, em Londres 2012. Agora é hora de ganhar medalha
Omara Durant, velocista cubana que registrou 11,65 segundos nos 100m categoria T13 e tornou-se assim recordista mundial
Martina Caironi, italiana recordista mundial dos 100m classe T42, com 14,61 segundos. E ela pode melhorar a marca no Rio 2016
Jessica Long, nadadora dos Estados Unidos, estreou em Jogos Paralímpicos aos 12 anos, com três ouros em Atenas 2004. Aos 24, vai para sua quarta participação
Matt Stutzman, dos Estados Unidos, nasceu sem os braços. Isso não o impediu de ganhar a prata em Londres 2012 no tiro com arco
Tatyana McFadden, norte-americana que é um fenômeno da corrida em cadeira de rodas e planeja vencer sete medalhas em dez dias
Richard Browne, o recordista dos 100m classe T44 e prata em Londres 2012
Jarryd Wallace, que promete uma disputa pra lá de quente com Browne nos 100m
Marcel Hug, suíço da corrida de cadeira de rodas que tem duas pratas e dois bronzes Paralímpicos
Alphonso Cunningham, jamaicano que se inspirou em Usain Bolt e fez uma drástica mudança: dos lançamentos de dardo e de disco para a corrida em cadeira de rodas
Curtis McGrath, australiano que virou atleta Paralímpico da canoagem após perder as duas pernas servindo o exército de seu país no Afeganistão
Teresa Perales, velocista espanhola que marca presença regularmente no pódio desde Sidney 2000 e que deve se despedir no Rio 2016
Anne Dunham, que tem 68 anos e cinco ouros Paralímpicos, competirá novamente no hipismo no Rio 2016
Eduard Romanov, craque da seleção russa de futebol de 7 medalhista de ouro nos Jogos Paralímpicos Londres 2012
Zahra Nemati, primeira atleta do Irã a conseguir um ouro Paralímpico, em Londres 2012
Mariska Beijer, holandesa principal pontuadora e medalha de prata do Campeonato Europeu 2015 de basquete em cadeira de rodas
Ramona Brussig, judoca alemã de 39 anos que vai disputar os Jogos Paralímpicos pela quarta vez. Em Atenas 2004 e Londres 2012 saiu com ouro
Markus Swoboda, um dos favoritos na estreia da canoagem nos Jogos Paralímpicos. O austríaco domina as provas desde sua estreia internacional em 2010.
Sherif Othman, do Egito, mais forte atleta do halterofilismo entre todas as categorias de peso. Levou ouro em Pequim 2008 e Londres 2012
Alex Zanardi, ex-piloto das Fórmulas 1 e Fórmula Indy, perdeu as pernas em um acidente e ressurgiu no ciclismo de estrada com dois ouros Paralímpicos em Londres 2012